AGRONEGÓCIO
Preço da melancia recua no Brasil com queda da demanda e clima mais ameno no Sul e Sudeste
O mercado brasileiro de melancia registrou queda nos preços na última semana, pressionado principalmente pela redução da demanda nos principais centros consumidores do País. Segundo levantamento do Cepea, as temperaturas mais amenas nas regiões Sul e Sudeste diminuíram o consumo da fruta, impactando diretamente as cotações da melancia graúda, com peso acima de 12 quilos.
De acordo com pesquisadores da equipe Hortifrúti/Cepea, o enfraquecimento da procura levou à retração nos valores praticados no mercado atacadista e produtor. Mesmo assim, os preços seguem em patamares considerados elevados, mantendo-se acima de R$ 2,00 por quilo.
O cenário de sustentação ainda ocorre devido à oferta limitada da fruta no mercado brasileiro. Atualmente, a região de Uruana, em Goiás, é a principal responsável pelo abastecimento nacional, fator que restringe uma queda mais acentuada nas cotações.
Para os próximos dias, a expectativa é de continuidade do movimento de baixa nos preços da melancia. A previsão climática indica permanência das temperaturas mais frias no Sul e Sudeste, condição que tende a manter o consumo enfraquecido e limitar a reação do mercado.
Além do clima, agentes do setor avaliam que o ritmo mais lento das vendas pode aumentar a pressão sobre os produtores nas próximas semanas, especialmente diante da concentração da oferta em poucas regiões produtoras.
O comportamento do consumo nos grandes centros urbanos seguirá sendo decisivo para o direcionamento dos preços da fruta neste período de outono, marcado historicamente por redução na demanda por produtos mais refrescantes, como a melancia.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Outono impulsiona leilões pecuários e maio consolida temporada aquecida de remates no Sul do Brasil
A chegada do outono vem impulsionando o mercado pecuário no Sul do Brasil e fortalecendo o calendário de remates em 2026. Tradicionalmente considerada uma das épocas mais estratégicas para a atividade, a estação amplia as oportunidades de negócios, reposição de plantel e investimentos em genética de alto desempenho.
Neste cenário, o mês de maio surge como um dos principais termômetros da temporada de leilões, reunindo uma agenda intensa e diversificada de eventos voltados à comercialização de animais. O movimento reforça o momento positivo vivido pela pecuária, especialmente entre produtores que buscam maior eficiência produtiva e valorização do rebanho.
A programação da Parceria Leilões acompanha esse aquecimento do setor com uma série de remates ao longo do mês, envolvendo diferentes categorias de animais e perfis de negócios. Parte da agenda ocorre simultaneamente a eventos tradicionais da pecuária gaúcha, como a feira de Uruguaiana, considerada uma importante vitrine para o mercado regional.
Mesmo com a concentração de grandes remates em datas estratégicas, o calendário mantém diversidade de ofertas e oportunidades comerciais durante todo o período, ampliando o alcance junto a investidores, criadores e pecuaristas.
Demanda por genética e produtividade fortalece mercado pecuário
A expectativa do setor é de leilões firmes, com boa liquidez e valorização de animais que apresentem genética consistente, desempenho produtivo e potencial de rentabilidade. O avanço da busca por eficiência na pecuária segue impulsionando decisões mais estratégicas dentro das propriedades rurais.
Segundo o leiloeiro Fábio Crespo, o mercado já demonstra sinais claros de fortalecimento nesta temporada.
“Já percebemos um aquecimento importante nos remates, e maio chega confirmando esse ritmo. Teremos um mês intenso, com uma agenda cheia e oportunidades para todos os perfis de clientes. A expectativa é de leilões com boa liquidez, disputa e valorização, tanto para quem vende quanto para quem compra. Estamos preparados para entregar uma oferta qualificada e acompanhar essa demanda crescente do mercado”, destaca.
Maio deve definir o ritmo da temporada pecuária em 2026
Com uma agenda robusta de remates e um ambiente favorável para negócios, o outono se consolida mais uma vez como um dos períodos mais relevantes para a pecuária brasileira. A combinação entre oferta qualificada, demanda aquecida e valorização genética deve sustentar o bom desempenho dos leilões ao longo da temporada.
Nesse contexto, maio tende a assumir papel decisivo para definir o ritmo do mercado pecuário em 2026, consolidando tendências de investimento, liquidez e fortalecimento da cadeia produtiva no Sul do país.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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