Pesquisar
Close this search box.

AGRONEGÓCIO

Responsible Fishing Practices in Brazil

Publicado em

The Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) held a debate for the joint development of public policies on the management of lost, abandoned, or discarded fishing equipment this Tuesday (16), in Brasília. Representatives from the Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), the United Nations Food and Agriculture Organization (FAO-UN), the Marinha do Brasil, the Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ), the Conselho Nacional da Pesca e Aquicultura (CONAPE) and the Rede de Mulheres Pescadoras da Costa dos Corais attended the event.

The event kicked off with the National Workshop for Training and Collective Building of Normative Paths on Lost, Abandoned, or Discarded Fishing Gear in Brazil. The initiative is part of the GloLitter Partnerships project, which is led by FAO and the International Maritime Organization (IMO) in partnership with the ministry. It also has support from the MMA.

The issue in the world is estimated that about 15% of total marine litter comes from sea-based sources such as fisheries, shipping, recreation, oil and gas industry, and others. Litters have devastating effects on our oceans, marine life and human health. Reducing and preventing fishing-related litter is vital to safeguard the sustainability of our oceans.

Leia Também:  Exportações de frango do Rio Grande do Sul crescem mais de 22% em maio e impulsionam recuperação da avicultura

With this, the Federal Government reinforces the dialogue to discuss challenges and collectively build support for improving the management of fishing-related litter. The reduction of any fishing gear or fishing-related trash that gets dumped into the sea, the conservation of aquatic ecosystems and the strengthening of fishery and ocean governance in the country are also among the workshop’s goals.

The first phase is about leveling ideas, then come the discussion circles, and finally, the systematization and agreement will take place.

Advertisement

Clique aqui para ler a versão em Português

Élen Gorski 

Ana Célia Costa 

Ministério da Pesca e Aquicultura 

Advertisement

 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

Advertisement

AGRONEGÓCIO

Agronegócio brasileiro pode ampliar liderança global com proteína animal, tecnologia e biocombustíveis, afirma presidente da ABAG

Published

on

O agronegócio brasileiro reúne condições únicas para ampliar sua participação no mercado internacional de alimentos, proteínas e energia renovável. A avaliação foi feita pelo presidente da Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), Ingo Plöger, durante o Veja Fórum Agro 2026, realizado nesta segunda-feira (16), em São Paulo.

Em um cenário global marcado por tensões geopolíticas, novas barreiras comerciais e crescente preocupação com a segurança alimentar, Plöger destacou que o Brasil possui vantagens competitivas relevantes para atender à demanda mundial por alimentos de forma eficiente e sustentável.

Segundo ele, a capacidade de integrar diferentes etapas da cadeia produtiva permite ao país atender consumidores de diversos mercados com produtos adaptados às mais variadas exigências.

Brasil se consolida como fornecedor estratégico de alimentos e proteínas

Durante o painel “Novas Oportunidades no Agro Brasileiro”, que reuniu representantes do setor público, pesquisadores e lideranças do agronegócio, o presidente da ABAG ressaltou que poucos países possuem a mesma capacidade brasileira de produzir alimentos em larga escala, com diversidade e competitividade.

Para Plöger, a combinação entre produtividade, tecnologia e eficiência logística coloca o Brasil em posição privilegiada para ampliar sua presença no comércio internacional, especialmente em segmentos ligados à proteína animal.

Advertisement

O executivo destacou ainda que a crescente demanda global por alimentos reforça a importância estratégica do agronegócio brasileiro para a segurança alimentar mundial.

Internacionalização da tecnologia agrícola é próxima fronteira

Além da exportação de commodities agrícolas, Plöger defendeu que o Brasil avance na exportação de conhecimento e inovação desenvolvidos para a agricultura tropical.

Leia Também:  Mercado segue com baixa liquidez e depende das exportações para reagir

Na avaliação do dirigente, um dos próximos passos estratégicos para o país será ampliar a atuação internacional da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), levando tecnologias adaptadas às condições tropicais para outras regiões do mundo.

A África foi apontada como um dos mercados com maior potencial para receber cooperação técnica e transferência de conhecimento brasileiro, em função de suas características climáticas e de seu potencial de expansão produtiva.

Segundo o presidente da ABAG, a experiência acumulada pelo Brasil ao longo das últimas décadas na transformação de áreas tropicais em regiões altamente produtivas representa um diferencial competitivo que pode gerar novas oportunidades econômicas e diplomáticas.

Advertisement
Produção de alimentos e biocombustíveis caminham juntas

Outro destaque da participação de Plöger foi a defesa do modelo brasileiro de integração entre produção de alimentos, proteína animal e biocombustíveis.

O executivo argumentou que a experiência brasileira demonstra ser possível ampliar a produção de energia renovável sem comprometer a oferta de alimentos. Pelo contrário, os sistemas produtivos adotados no país permitem ganhos de eficiência e aproveitamento de coprodutos.

O milho foi citado como exemplo dessa integração, uma vez que a cultura abastece simultaneamente a indústria de etanol, a produção de proteína animal e diversos segmentos da cadeia alimentar.

De acordo com Plöger, essa característica diferencia o Brasil em debates internacionais sobre sustentabilidade e transição energética, especialmente diante das discussões sobre redução das emissões de carbono.

Leia Também:  Energia solar no agronegócio reduz custos e transforma a produção rural no Brasil
Agro impulsiona desenvolvimento regional e geração de oportunidades

Ao abordar os impactos econômicos e sociais do setor, o presidente da ABAG ressaltou que o agronegócio tem desempenhado papel fundamental na geração de renda, empregos e oportunidades em diferentes regiões do país.

Advertisement

Segundo ele, estados e municípios com forte dinamismo agropecuário vêm registrando crescimento econômico, atração de mão de obra qualificada e fortalecimento de pequenos e médios empreendimentos.

O executivo destacou ainda que grande parte da população brasileira vive em cidades de médio porte diretamente conectadas às cadeias produtivas do agronegócio, reforçando a importância do setor para o desenvolvimento regional.

Visão estratégica para as próximas décadas

Para a ABAG, o fortalecimento da competitividade, da inovação e do empreendedorismo será determinante para sustentar o crescimento do agronegócio brasileiro nas próximas décadas.

Plöger afirmou que o setor deve ser tratado como uma política de Estado, dada sua relevância para a economia nacional, para a geração de empregos e para a inserção do Brasil no comércio internacional.

Na avaliação do dirigente, o agronegócio continuará sendo um dos principais motores do desenvolvimento econômico e social do país, consolidando sua posição estratégica tanto para o mercado interno quanto para a segurança alimentar global.

Advertisement

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Advertisement
Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA