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AGRONEGÓCIO

Soja brasileira impulsiona cadeias globais regenerativas e sustentáveis e reforça protagonismo do Brasil no agro

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Soja brasileira ganha protagonismo em cadeias globais de valor

A soja produzida no Brasil vem consolidando um papel cada vez mais estratégico na estruturação de cadeias produtivas globais mais eficientes, sustentáveis e orientadas à regeneração ambiental. Esse movimento é impulsionado pela atuação da CJ Selecta, que vem expandindo seu portfólio com foco em inovação, agregação de valor e sustentabilidade.

Com mais de 40 anos de presença no país, a companhia — integrante da CJ Bio Division — reforça o Brasil como um dos principais polos mundiais para o desenvolvimento de soluções baseadas na soja, tanto para alimentação quanto para energia e agricultura de alta performance.

“Regenerando para o futuro” orienta nova estratégia global da companhia

O conceito “Regenerando para o futuro” passa a sintetizar a visão estratégica da empresa, conectando crescimento econômico, inovação e responsabilidade ambiental.

Segundo o CEO da CJ Selecta, Alessandro Reis, a soja brasileira é o ponto de partida para uma ampla gama de soluções industriais e energéticas.

“A partir da soja brasileira, podemos desenvolver produtos e soluções para diferentes segmentos, agregando valor à cadeia produtiva e ampliando as possibilidades de utilização do grão. Entre as iniciativas de destaque está a produção de etanol de soja, projeto pioneiro que reforça o potencial de inovação associado à cultura”, afirma.

O executivo destaca ainda o papel estratégico do Brasil no cenário global. “É um país que reúne vocação agrícola, capacidade de inovação e uma cadeia produtiva cada vez mais preparada para atender às demandas globais”, completa.

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ESG e responsabilidade orientam expansão dos negócios

A estratégia da companhia também está diretamente alinhada aos princípios ambientais, sociais e de governança (ESG), que orientam decisões e investimentos em diferentes frentes de atuação.

Para a Head de Comunicação e ESG da CJ Selecta, Patrícia Sugui, o conceito representa uma evolução natural da forma como a empresa conduz seus negócios.

“‘Regenerando para o futuro’ traduz uma forma de pensar que já faz parte da nossa atuação. Buscamos promover crescimento de forma responsável, conciliando desenvolvimento econômico, compromisso ambiental e geração de valor para todos os públicos”, destaca.

Plant Nutrition and Health amplia foco em produtividade e saúde vegetal

A evolução estratégica também se reflete na área de soluções para o campo, que passa a atuar sob o conceito de Plant Nutrition and Health, ampliando o escopo para além da nutrição tradicional.

A proposta integra fisiologia vegetal, biológicos e manejo nutricional em uma abordagem mais sistêmica da lavoura, alinhada às novas demandas do agronegócio.

De acordo com o Head de Plant Nutrition da CJ Selecta, Diego Cano, o objetivo é entregar soluções mais completas ao produtor rural.

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“O produtor precisa de ferramentas que ajudem não apenas a aumentar a produtividade, mas também a enfrentar estresses climáticos e outras pressões do campo. Essa evolução reflete uma CJ Selecta mais preparada para o futuro do agro”, explica.

Agro mais eficiente, sustentável e integrado ao futuro

A nova fase da CJ Selecta reforça a tendência global de integração entre produção agrícola, energia renovável e sustentabilidade. A soja brasileira, nesse contexto, se consolida como matéria-prima estratégica para o desenvolvimento de soluções de alto valor agregado.

Com isso, o setor avança em direção a modelos produtivos mais eficientes, resilientes e alinhados às exigências ambientais e de mercado das próximas décadas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Soja oscila entre cautela e expectativa pelo USDA; mercado monitora área plantada, estoques e clima nos EUA

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O mercado da soja iniciou esta terça-feira (30) em compasso de espera na Bolsa de Chicago (CBOT), após a forte desvalorização registrada na sessão anterior. Os investidores adotam uma postura cautelosa antes da divulgação dos aguardados relatórios de área plantada e estoques trimestrais do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), considerados entre os mais importantes do calendário agrícola mundial.

Por volta das 7h35 (horário de Brasília), os principais contratos apresentavam leves oscilações negativas. O vencimento novembro, referência para a nova safra norte-americana, era negociado a US$ 11,37 por bushel, com recuo entre 1,50 e 1,75 ponto, refletindo o ajuste de posições antes da divulgação dos dados oficiais.

Na sessão anterior, a soja encerrou em queda expressiva em Chicago. O contrato julho perdeu 1,55%, fechando a US$ 11,0875 por bushel, enquanto o agosto recuou 1,52%, para US$ 11,1925. Também houve pressão sobre os derivados: o farelo de soja caiu 0,75%, para US$ 304,70 por tonelada curta, e o óleo de soja recuou 3,13%, encerrando a 69,07 centavos de dólar por libra-peso.

Mercado aguarda revisão da área cultivada nos Estados Unidos

As atenções estão voltadas principalmente para a atualização da área efetivamente plantada nos Estados Unidos. Em março, o USDA estimou 84,7 milhões de acres destinados à soja. Agora, analistas consultados pelo mercado projetam uma revisão para aproximadamente 85,4 milhões de acres.

Caso esse aumento seja confirmado, o mercado poderá interpretar o dado como um fator baixista para os preços, uma vez que amplia o potencial produtivo da safra norte-americana.

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Outro indicador de grande relevância será o relatório de estoques trimestrais. A expectativa média aponta para estoques de aproximadamente 1,051 bilhão de bushels em 1º de junho, o maior volume para o período desde 2020. Ainda assim, especialistas destacam que o forte ritmo de processamento interno de soja nos Estados Unidos pode gerar números diferentes das projeções do mercado.

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Segundo analistas, qualquer divergência significativa entre os números divulgados pelo USDA e as estimativas dos agentes poderá provocar forte volatilidade nas negociações ao longo do dia.

Clima também segue no radar dos investidores

Além dos fundamentos de oferta e demanda, as condições climáticas continuam sendo um dos principais direcionadores das cotações.

As previsões meteorológicas indicam o avanço de um padrão mais quente e seco sobre áreas do Meio-Oeste norte-americano durante o verão, fator que começa a ser monitorado com atenção pelo mercado por seu potencial impacto sobre o desenvolvimento das lavouras.

Até o momento, porém, as condições das plantações seguem consideradas favoráveis, sem ameaças relevantes ao potencial produtivo da safra 2026/27. Na véspera, as chuvas registradas em regiões do oeste e do cinturão produtor também contribuíram para aliviar parte das preocupações com a umidade do solo.

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Mercado brasileiro reduz ritmo de comercialização

No Brasil, a cautela observada em Chicago também influenciou os negócios no mercado físico. De acordo com análises do setor, produtores mantiveram postura mais conservadora nas vendas, aguardando maior definição sobre o comportamento dos preços internacionais após os números do USDA.

No Rio Grande do Sul, a cotação no porto de Rio Grande permaneceu em R$ 134,00 por saca, enquanto a média estadual foi de R$ 115,36. A colheita da safra de verão foi concluída com redução de 14,8% na produtividade em relação ao ciclo anterior, ao mesmo tempo em que a área destinada à canola alcançou recorde de 353,4 mil hectares.

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No Paraná, o porto de Paranaguá registrou leve queda de 0,21%, encerrando em R$ 133,87 por saca, apesar da expectativa de uma produção estadual recorde de 21,8 milhões de toneladas.

Em Mato Grosso do Sul, a média estadual permaneceu em R$ 115,13 por saca, com o custo de produção estimado em R$ 6.115,83 por hectare.

Já em Mato Grosso, as cotações permaneceram firmes, com Sorriso negociando a R$ 110,00 por saca. O avanço da colheita do milho safrinha, que já supera 32% da área cultivada, também segue no radar dos produtores.

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Em Santa Catarina, o mercado apresentou poucas alterações, mantendo como referência o valor de R$ 132,00 por saca no porto de São Francisco do Sul.

Mercado pode ganhar direção após divulgação dos relatórios

Os relatórios de área plantada e estoques trimestrais do USDA devem definir o comportamento da soja nas próximas sessões. Além de fornecerem uma fotografia atualizada da oferta norte-americana, os dados servirão de base para as projeções de produção da safra 2026/27.

Enquanto isso, investidores permanecem atentos à evolução do clima nos Estados Unidos, ao comportamento da demanda global e ao ritmo das exportações, fatores que continuarão determinando a formação dos preços internacionais e seus reflexos sobre o mercado brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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