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Como a energia elétrica é transportada pelo Brasil

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As linhas de transmissão são estruturas utilizadas para transportar a energia elétrica gerada nas usinas até as subestações e, posteriormente, aos sistemas de distribuição. Como as fontes de geração estão localizadas em diferentes regiões do país, essas instalações conectam os pontos de produção e de consumo de energia.

A transmissão de energia ocorre em alta tensão, o que reduz as perdas elétricas e permite o transporte por longas distâncias. Após percorrer as linhas de transmissão, a energia chega às subestações, onde a tensão é reduzida, para que possa ser distribuída de forma segura aos consumidores.

Para definir o trajeto de uma linha de transmissão, são realizados estudos técnicos, ambientais, econômicos e sociais. Entre os aspectos avaliados, estão o relevo, tipo de solo, distância entre subestações, áreas urbanas, corpos d’água, rodovias, ferrovias, unidades de conservação, terras indígenas e demais áreas especialmente protegidas, além de outros condicionantes que possam influenciar na implantação da linha.

Com o início da operação de novas usinas e crescimento do consumo, novas linhas de transmissão podem ser incorporadas ao Sistema Interligado Nacional (SIN), conforme o planejamento do setor elétrico. Esse processo permite conectar diferentes instalações de geração e carga às redes de transmissão e distribuição, integrando a infraestrutura do sistema elétrico brasileiro, conectando usinas, cargas, subestações e redes de distribuição em diferentes regiões do país.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone:
(61) 2032-5759 | E-mail: [email protected]

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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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MME abre consulta pública sobre concessões de hidrelétricas vencidas e vincendas

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O Ministério de Minas e Energia (MME) colocou em consulta pública a Nota Técnica com as diretrizes para os processos de licitação e prorrogação das outorgas de usinas hidrelétricas, considerando as mudanças promovidas pela Lei nº 15.269/2025, que institui o novo marco regulatório do setor elétrico. Publicada na edição extra do Diário Oficial da União desta terça-feira (22/09), a iniciativa busca receber contribuições de agentes do setor e da sociedade sobre as vantagens e desvantagens de cada alternativa para as concessões de geração de energia elétrica vencidas e vincendas.

As contribuições vão subsidiar a elaboração de um ato  destinado a estabelecer um mecanismo padronizado e previsível para o tratamento desses ativos, ampliando a segurança jurídica e a transparência dos processos. A Nota Técnica analisa os possíveis arranjos para as outorgas de geração hidrelétrica, considerando a evolução do marco legal e a competência do poder concedente para definir entre a realização de licitação e a prorrogação das concessões.

Entre as diretrizes propostas estão parâmetros de onerosidade das outorgas, alocação de riscos, recálculo da garantia física, definição de prazos contratuais, metodologia de cálculo do valor da outorga e eventual ressarcimento de bens reversíveis pelo Valor Novo de Reposição (VNR). O documento também aborda questões relacionadas à segurança de barragens, modernização das usinas, prestação de serviços e adequação ambiental e regulatória.

A proposta contempla ainda diretrizes para o regime de Produção Independente de Energia (PIE). Diante da proximidade do vencimento de outorgas previsto para 2026 e 2028, o MME também apresenta soluções de curtíssimo prazo para evitar situações de operação precária e garantir a continuidade e a regularidade da geração de energia elétrica.

Interessados em participar poderão enviar suas contribuições até o dia 23 de outubro, por meio do portal de consultas públicas do MME e da plataforma Brasil Participativo.

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Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 / (61) 99129-3579 (fins de semana e feriados)
E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério de Minas e Energia

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