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Exportações por carga aérea crescem 43% no primeiro trimestre de 2026

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As exportações brasileiras por carga aérea cresceram 43% no primeiro trimestre de 2026 e alcançaram US$ 5,8 bilhões, impulsionadas pela demanda internacional e pelo avanço do comércio eletrônico. No mesmo período, o transporte aéreo de cargas movimentou 308,7 mil toneladas no Brasil, considerando operações domésticas e internacionais, segundo dados do Painel de Indicadores da Carga Aérea, disponível na plataforma Hórus, do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor).

O ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, destacou que o avanço da carga aérea reflete o fortalecimento da logística e a capacidade do setor de responder ao crescimento do comércio internacional. “Os números mostram que o Brasil tem ampliado sua competitividade logística. O crescimento das exportações por via aérea demonstra a confiança do mercado internacional nos produtos brasileiros e reforça a importância dos investimentos em infraestrutura aeroportuária e eficiência operacional”, afirmou.

Mercado doméstico

No mercado doméstico, a movimentação total alcançou 101,2 mil toneladas, leve retração de 1,5% em relação ao mesmo período de 2025. Apesar disso, o transporte realizado por aeronaves cargueiras apresentou crescimento de 18,3%, chegando a 39,8 mil toneladas e ampliando sua participação para 35,6% da carga doméstica movimentada no país. Já o transporte em aeronaves mistas (que transportam passageiros e cargas) totalizou 61,4 mil toneladas, queda de 11,2%.

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Entre as principais rotas domésticas, destacaram-se os fluxos entre Manaus (AM) e Guarulhos (SP), além da ligação entre Manaus (AM) e Viracopos (SP). Isso reforça a importância da integração logística entre os polos industriais, centros de distribuição e hubs aeroportuários do país.

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O crescimento do comércio eletrônico também segue impulsionando a demanda por operações logísticas mais rápidas e eficientes em diferentes regiões brasileiras.

Exportações e rotas internacionais

No cenário internacional, a movimentação de carga aérea somou 207,5 mil toneladas no trimestre, com estabilidade em relação ao mesmo período do ano anterior. O destaque ficou novamente para as aeronaves cargueiras, que movimentaram 99,5 mil toneladas, alta de 10,9%, enquanto as aeronaves mistas transportaram 107,9 mil toneladas, retração de 9,3%.

As rotas entre Brasil e Estados Unidos seguiram concentrando os maiores volumes internacionais, especialmente nas operações envolvendo Miami (EUA) e Santiago (CHI).

O secretário Nacional de Aviação Civil do MPor, Daniel Longo, destacou a importância do monitoramento técnico e da produção de estudos para orientar políticas públicas e investimentos no setor. “Levantamentos como o Painel de Indicadores da Carga Aérea são fundamentais para acompanhar o comportamento do mercado, identificar tendências e apoiar decisões estratégicas. Esses números demonstram a força do setor e ajudam o poder público e a iniciativa privada a planejarem investimentos com mais eficiência e previsibilidade”, afirmou.

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Exportações em alta

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As exportações brasileiras por carga aérea alcançaram US$ 5,8 bilhões no primeiro trimestre, considerando o valor das mercadorias embarcadas para exportação. Isso representa um crescimento expressivo, de 43%, frente ao mesmo período de 2025. Já as importações somaram US$ 13,6 bilhões, avanço de 0,8%.

Os Estados Unidos, a China e a Alemanha lideraram as origens das importações aéreas brasileiras, concentrando cerca de 45% do valor movimentado. Já os principais destinos das exportações foram Estados Unidos, Canadá e Suíça, responsáveis por 48,3% do valor exportado por via aérea. Produtos farmacêuticos, máquinas e eletrônicos, além de cargas de alto valor agregado, permaneceram entre os itens de maior relevância no comércio aéreo internacional brasileiro.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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BRASIL

Porto de Santos inaugura hub de inovação voltado à tecnologia e ao futuro da logística

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O ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, participou, nesta sexta-feira (22), da inauguração do Hub de Inovação Armazém 7, no Porto de Santos. Localizado próximo ao Centro Histórico da cidade litorânea, o espaço de 1.822 metros quadrados será reformado para abrigar ações de desenvolvimento tecnológico, startups, auditório, laboratório, entre outras atividades, mantendo as características visuais originais do antigo armazém portuário.

De acordo com o ministro, o espaço significa um avanço para a idealização de projetos que aperfeiçoem a estrutura logística do complexo. “O Porto de Santos é uma referência no Brasil. Quando a gente fala de porto, falamos de movimentação de carga, mas não podemos falar disso sem falar da capacitação de pessoas, da qualidade técnica. E não é possível falar disso sem tecnologia e inovação. Hoje, a Autoridade Portuária de Santos oferece ao setor um hub de inovação para pensar o futuro de Santos. Aqui, onde tudo começou, vamos ter a memória do Porto, pensando para onde queremos ir”, destacou.

Tecnologia e experiências interativas

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O Hub de Inovação contará com recursos interativos, experiências de imersão no universo portuário, realidade aumentada e visitação virtual para explorar o porto. O espaço também terá minicentro de convenções, coworking, ambientes voltados a instituições parceiras como universidades, ONGs e observatórios do clima e do oceano, especializados em sustentabilidade, meteorologia e oceanografia.

Outra novidade será a criação de um ponto de apoio para visitas embarcadas pelo canal do Porto, com acesso seguro organizado de visitantes.

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“O que buscamos é um porto do futuro, e a inauguração representa um passo nesse sentido. As obras atendem a demandas específicas, mas a tecnologia complementa o que a infraestrutura não é capaz de entregar sozinha. A ideia é que todas as melhores tecnologias que tragam eficiência sejam compartilhadas aqui. É um passo que poderá ser replicado em todos os portos”, destacou o diretor-presidente da Autoridade Portuária de Santos (APS), Anderson Pomini.

A gestão do Armazém 7 será da Universidade Mackenzie, que assinou contrato de R$ 7,5 milhões com a APS. A instituição será responsável por desenhar e agregar todo o complexo portuário santista ao projeto, assim como formular o cronograma.

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Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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