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MJSP direciona mais de R$ 2,8 milhões à segurança pública da Baixada Santista

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Praia Grande, 22/6/2026 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), firmou parceria com os municípios de Guarujá, Praia Grande, Santos e São Vicente, na Baixada Santista, no âmbito do Programa Município Mais Seguro. A cerimônia ocorreu na sexta-feira (19), em Praia Grande (SP).

A iniciativa busca integrar União e municípios por meio de ações voltadas ao fortalecimento da segurança pública local. Foram anunciadas a doação de 649 unidades de kits Taser (instrumentos de menor potencial ofensivo) às guardas municipais e 1.410 espargidores (dispositivos portáteis de defesa pessoal). O investimento ultrapassa R$ 2,8 milhões.

“O Governo Federal tem investido fortemente na segurança pública local e na valorização das guardas municipais. É neste cenário que o programa se consolida como uma das principais ações da Senasp para fortalecer a prevenção da violência e a promoção de ambientes mais seguros”, afirmou o diretor do Sistema Único de Segurança Pública (Dsusp) do MJSP, João Alberto Nogueira Junior. “O programa reconhece a importância dos governos locais e das guardas municipais na construção de uma segurança pública mais próxima da população”, acrescentou.

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Para o prefeito de Praia Grande, Alberto Pereira Mourão, a iniciativa do Governo Federal de se aproximar e reconhecer a importância das guardas municipais é positiva. Segundo ele, o programa contribui para a qualificação das corporações e auxilia municípios com menor capacidade estrutural a aprimorar sua atuação.

“O papel da Senasp, de apoiar e orientar as corporações nos municípios, permite que aquelas com menos condições possam refletir melhor sobre como agir no território”, complementou.

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Além da assinatura do Termo de Adesão pelos representantes municipais, foi realizado um seminário de apresentação do programa aos gestores locais, com detalhamento dos projetos prioritários, das oportunidades de investimento, das capacitações oferecidas e dos requisitos para adesão.

O Programa Município Mais Seguro busca fortalecer as guardas municipais por meio de ações de capacitação, modernização, prevenção à violência e aprimoramento da atuação integrada no âmbito do Sistema Único de Segurança Pública (Susp).

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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BRASIL

Brasil destaca integração elétrica regional como caminho para fortalecer segurança energética na América Latina e no Caribe

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O Ministério de Minas e Energia (MME) participou, nos dias 17 e 18 de junho, do Diálogo Regional sobre Integração Energética, Interconexão Elétrica e Convergência Regulatória e da VIII Reunião Ministerial de Energia da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC), em Montevidéu, no Uruguai.

Um dos principais temas debatidos foi o Plano Indicativo Regional de Interconexão Elétrica, com horizonte até 2040. O estudo identifica corredores estratégicos e projetos considerados prioritários para orientar o planejamento, os investimentos e a cooperação entre os países da região. De acordo com a Organização Latino-Americana e Caribenha de Energia (OLACDE), o plano prevê 16 projetos de infraestrutura, com investimentos estimados em US$ 3,5 bilhões até 2040 e potencial para alcançar cerca de 5.000 MW de capacidade ótima de interconexão regional.

O encontro, realizado no âmbito da Presidência Pro Tempore do Uruguai na CELAC, foi organizado em conjunto com a OLACDE, com apoio da União Europeia, por meio do programa Euroclima e teve implementação da GIZ.

Representando o MME, o diretor do Departamento de Planejamento e Outorgas de Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica e Interligações Internacionais, Guilherme Zanetti, destacou que a integração elétrica regional na América Latina e no Caribe é uma oportunidade para aumentar a eficiência energética, reduzir custos e reforçar a segurança do suprimento, devendo ocorrer de forma gradual, flexível e com respeito à soberania dos países, por meio de cooperação regulatória, preservando a diversidade dos marcos regulatórios nacionais.

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“Quanto maior a disponibilidade de recursos energéticos para o operador, maior tende a ser a eficiência operacional, o que pode contribuir para a redução de custos ao consumidor. Nesse contexto, dois pilares essenciais são o respeito à soberania e a segurança energética, de modo que qualquer avanço deve preservar a autonomia decisória dos Estados e garantir sua capacidade de assegurar o abastecimento de suas populações”, afirmou Zanetti.

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As discussões também destacaram ganhos econômicos e operacionais decorrentes do intercâmbio de energia, como o melhor aproveitamento das fontes renováveis, a redução da necessidade de investimentos em geração de reserva e o aumento da resiliência dos sistemas elétricos diante de eventos climáticos extremos e outras situações de risco.

Para o Brasil, essa agenda está alinhada à experiência acumulada na operação de um sistema elétrico de dimensões continentais, marcado pela complementaridade entre diferentes fontes e regiões. A convivência entre a sazonalidade da geração hidrelétrica e a variabilidade das fontes solar e eólica demonstra a importância do planejamento integrado e da coordenação operacional para garantir eficiência e segurança no suprimento.

Os participantes discutiram ainda alternativas para ampliar a compatibilidade entre os sistemas elétricos e aprofundar a convergência regulatória, incluindo a possibilidade de criação de um instrumento regional voltado à integração energética. O debate abordou aspectos institucionais, regulatórios, comerciais e operacionais necessários para viabilizar intercâmbios mais estruturados entre os países.

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O Brasil manifestou apoio à continuidade do diálogo regional e ao uso dos estudos técnicos como subsídio para decisões nacionais, acordos bilaterais e iniciativas de cooperação. O país reiterou que eventuais avanços deverão respeitar os marcos legais internos, os processos decisórios nacionais e os requisitos de segurança energética.

O encontro reuniu ministros, autoridades governamentais, representantes de organismos internacionais, instituições financeiras e parceiros de cooperação. Ao final, os participantes reforçaram a importância da colaboração entre os países da América Latina e do Caribe para construir sistemas energéticos mais integrados, resilientes e sustentáveis, capazes de apoiar a transição energética com segurança e custos acessíveis para os consumidores.

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Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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