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Terras raras: o que são e para o que servem?

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O termo “terras raras” se refere a um grupo de 17 elementos químicos que, em geral, estão distribuídos em diferentes tipos de minerais, e, assim, exigem processos específicos para sua separação e aproveitamento.

Esses elementos são considerados importantes para diversos setores da economia devido às suas propriedades físicas e químicas, que permitem aplicações em tecnologias, equipamentos eletrônicos, geração de energia e indústria. Na prática, as terras raras estão presentes em diversos produtos utilizados no dia a dia, como smartphones, computadores, televisores, equipamentos médicos, veículos elétricos e sistemas de geração de energia. Suas propriedades ajudam a tornar esses equipamentos mais eficientes, leves e duráveis.

Apesar do nome, as terras raras não são necessariamente escassas. Muitos desses elementos são relativamente abundantes na crosta terrestre, mas costumam estar dispersos em baixas concentrações, o que torna sua identificação, extração e processamento mais complexos. A viabilidade econômica de um depósito de terras raras, no entanto, depende de fatores como o teor dos elementos, a mineralogia associada, a complexidade do beneficiamento e as condições de mercado e logística.

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No Brasil, as terras raras ocorrem, em grande parte, em depósitos de argilas iônicas, formados pelo intemperismo de rochas enriquecidas nesses elementos, que dá origem a perfis de solo com camadas argilosas onde os elementos ficam adsorvidos a argilas. Esse tipo de ocorrência pode favorecer a extração dos elementos e, em determinadas condições geológicas e operacionais, resultar em menor necessidade de etapas de beneficiamento, contribuindo para a redução dos impactos ambientais em comparação com outros tipos de depósitos.

info educativo terras raras
Arte/MME

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone:
(61) 2032-5759 | E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Consulta pública do POTEE 2026 está aberta para contribuições da sociedade

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O Plano de Outorgas de Transmissão de Energia Elétrica – POTEE 2026 – Ampliações e Reforços – Rede Básica e Demais Instalações de Transmissão (1ª emissão) está disponível para consulta pública a partir desta terça-feira (14/7). Os interessados terão 30 dias para enviar as contribuições no endereço eletrônico https://consultas-publicas.mme.gov.br/home.

O documento reúne recomendações técnicas de reforço e expansão das instalações de transmissão do Sistema Interligado Nacional, realizadas a partir dos estudos do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e da Empresa de Pesquisa Energética (EPE). As obras previstas abrangem as regiões Norte, Nordeste, Sudeste, Centro-Oeste e Sul, incluindo ampliações da rede básica, da rede básica de fronteira e das demais instalações de transmissão.

O plano também prevê a regularização do cadastramento, no Sistema de Gerenciamento dos Planos de Melhorias e Reforços (SGPMR), dos reforços de pequeno porte associados a determinados empreendimentos de grande porte, aprimorando o acompanhamento e a gestão das intervenções na rede de transmissão.

Bipolo Nordeste 2
Incluído no POTEE 2026, o projeto prevê uma nova interligação em corrente contínua entre as regiões Nordeste e Sudeste. A iniciativa utilizará a tecnologia HVDC-VSC, uma solução de transmissão em corrente contínua que aumenta o controle do fluxo elétrico, reforça a estabilidade do sistema e favorece a integração de fontes renováveis, como a energia eólica e a solar.

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Além disso, o Bipolo Nordeste II também prepara o SIN para o crescimento da demanda associado à expansão de cargas eletrointensivas, como data centers e empreendimentos voltados à produção de hidrogênio de baixo carbono.
Após o encerramento da consulta pública e a consolidação da versão final do plano, as obras previstas servirão de base para os processos de licitação e de autorização conduzidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

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Os interessados podem participar da consulta acessando aqui.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone:
(61) 2032-5759 | E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério de Minas e Energia

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