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Lucas do Rio Verde

Famílias acolhedoras ajudam a construir novos caminhos para crianças e adolescentes em Lucas do Rio Verde

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O Programa Família Acolhedora Aconchego, desenvolvido pela Prefeitura de Lucas do Rio Verde, já conta com cinco famílias cadastradas e realizou o primeiro acolhimento desde a sua criação, em 2023. A iniciativa oferece um lar temporário para crianças e adolescentes que precisam ser afastados da família por medida de proteção.

A experiência marcou um importante passo para o programa, que busca garantir cuidado, afeto e convivência familiar durante esse período.

O programa segue com inscrições abertas para novas famílias interessadas em participar. Segundo a coordenadora do serviço, Eliane Dias, os interessados passam por um processo de preparação antes de integrar a iniciativa.

“O Programa Família Acolhedora teve sua lei de promulgação em 2023. Desde então, as famílias interessadas podem fazer o cadastro por meio do site da Prefeitura. Elas passam por um curso de capacitação antes de serem habilitadas para participar do serviço. Quando falamos em família acolhedora, não significa apenas o modelo tradicional formado por marido e mulher. Pode ser uma pessoa sozinha, casais ou casais homoafetivos. O importante é que tenham interesse em acolher e estejam preparados para oferecer cuidado e proteção”, explicou Eliane Dias.

(Foto: )

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Atualmente, o município conta com cinco famílias cadastradas no programa. Desde a implantação do serviço, um acolhimento já foi realizado, demonstrando na prática a importância da iniciativa para a rede de proteção à criança e ao adolescente.

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As famílias interessadas passam por um curso de capacitação de 40 horas e por avaliação técnica antes de integrarem o programa. Todo o processo é acompanhado por profissionais especializados.

A família acolhedora não possui vínculo de adoção com a criança ou adolescente. O acolhimento é temporário e ocorre durante o período definido pela Justiça, e para ajudar nas despesas durante o acolhimento, as famílias recebem uma bolsa-auxílio destinada a custos com alimentação, vestuário, higiene, lazer e outras necessidades da criança ou adolescente.

Entre as famílias que já participaram do programa estão Bruna Tolove e Pedro Liene. O casal decidiu se cadastrar após conhecer a proposta e enxergar na iniciativa uma oportunidade de fazer a diferença na vida de uma criança ou adolescente.

Para Bruna, o acolhimento transforma não apenas quem recebe os cuidados, mas também quem abre as portas de casa para acolher. “A ideia surgiu quando o Pedro chegou em casa falando sobre o programa. No começo eu fiquei pensativa, mas percebi que era uma oportunidade de ajudar alguém em um momento muito importante da vida. Vale muito a pena, porque você vê que pode contribuir para mudar uma história. E o mais interessante é que a transformação não acontece apenas com quem é acolhido, nós também aprendemos muito, saímos dessa experiência com um olhar diferente sobre a vida e com a certeza de que, quando ajudamos alguém, também somos transformados”, destacou Bruna.

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Pedro afirma que o acolhimento vai além de um gesto de solidariedade e representa uma oportunidade de contribuir para o futuro de uma criança ou adolescente.
“Quando falamos de uma criança ou adolescente, estamos falando de alguém que ainda tem toda uma história para construir. Saber que você pode contribuir, nem que seja com um conselho, uma palavra amiga ou um exemplo, já faz toda a diferença. Muitas vezes, pequenos gestos podem ajudar a mudar uma trajetória. É uma experiência que nos traz um grande senso de propósito e nos faz entender que todos podemos colaborar para construir um futuro melhor para quem precisa de apoio naquele momento”, ressaltou.

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Como participar
As famílias interessadas em participar do Programa Família Acolhedora Aconchego podem procurar a Secretaria de Assistência Social e Habitação para obter mais informações sobre os critérios e o processo de inscrição.

A iniciativa continua aberta para novos cadastros e busca ampliar a rede de famílias preparadas para acolher crianças e adolescentes que necessitam de proteção temporária.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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Lucas do Rio Verde

Conscientização que gera resultados: escolas municipais reduzem consumo de água e são premiadas pelo Saae

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Na manhã desta quinta-feira (18), o Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae) de Lucas do Rio Verde celebrou os resultados das ações desenvolvidas nas 24 escolas municipais em alusão ao Mês da Água, uma mobilização voltada à conscientização e ao cuidado com os recursos hídricos. Realizado no Auditório dos Pioneiros, o evento marcou o reconhecimento das unidades escolares que se destacaram, premiando aquelas que alcançaram os melhores índices de economia de água.

A iniciativa contou com o apoio da Secretaria Municipal de Educação e com o patrocínio da cooperativa Sicredi Ouro Verde MT/PA, que disponibilizou os recursos da premiação.

“Precisamos caminhar junto com a comunidade em prol da preservação da água. E nada melhor do que estar presente no ambiente escolar, já que as crianças representam as famílias dentro da escola. Então, tudo o que levamos para a escola, com certeza, chega também às casas dos luverdenses”, afirmou o supervisor operacional da autarquia, Marcelo Reckziegel.

Entre as ações desenvolvidas, destacam-se a pintura artística e educativa dos bueiros do município e a competição entre as escolas para incentivar a economia de água.

Nesse sentido, a Escola Municipal Érico Veríssimo se destacou ao reduzir em 12,4% o consumo durante o mês de março, o equivalente a aproximadamente 22.700 litros, ou 23 caixas d’água residenciais, conquistando o primeiro lugar. Em reconhecimento pelo seu empenho, a unidade de ensino recebeu o prêmio de R$2.500 e um troféu.

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(Foto: Ascom Prefeitura/Victor Pauletti)

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“É uma felicidade imensa receber esse reconhecimento. Nós já realizamos, a todo momento, a conscientização com as crianças e com os servidores da escola, mas intensificamos bastante essas ações ao longo da programação do Saae. Não teríamos alcançado esse resultado sem o apoio dos professores, que foram os que mais trabalharam o tema com os alunos, e de todos os profissionais que abraçaram a causa. Foi o conjunto de pequenas ações que possibilitaram que alcançássemos essa economia”, relatou a coordenadora pedagógica, Ligiane Ferreira.

A iniciativa também engajou os estudantes das cooperativas escolares, que foram convidados a exercitar a criatividade na produção de um vídeo sobre o desperdício de água, ampliando o alcance da reflexão e fortalecendo, por meio da educação digital, o compromisso coletivo com o uso responsável dos recursos hídricos. Cada uma das cooperativas recebeu R$1.000 pela dedicação.

(Foto: Ascom Prefeitura/Victor Pauletti)

O aluno Júlio Daniel faz parte da CooperEça e compartilhou como foi vivenciar essa experiência. “Foi incrível. Nós juntamos os alunos da escola e os da cooperativa, e todos se engajaram muito na produção do vídeo. Essa ação do Saee nos ajuda a entender a importância de preservar, cuidar e economizar água.”

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Ao unir educação, participação e responsabilidade, as ações desenvolvidas ao longo do Mês da Água mostram que o cuidado com os recursos hídricos nasce nos pequenos gestos e se fortalece no coletivo. Ações como essa liderada pelo Serviço Autônomo de Água e Esgoto deixa como legado uma consciência que ultrapassa os muros da escola e se espalha pelos lares luverdenses, reafirmando que preservar a água é um compromisso compartilhado com o presente e com o futuro.

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Confira as escolas premiadas:

(Foto: Ascom Prefeitura/Victor Pauletti)

1º Lugar – Escola Érico Veríssimo – com 12,4% de economia no consumo da água;
2º Lugar – Escola Caminho Para o Futuro – com 9,64% de economia;
3º Lugar – CEI Paulo Freire – com 6,79% de economia;
4º Lugar – Creche Anjo da Guarda – com 2,02% de economia.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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