Pesquisar
Close this search box.

DESTAQUE

05 fotos que fizeram história antes do fotojornalismo

Publicado em

Há quase 200 anos, surgiam as primeiras fotografias que retratavam cenas da realidade humana – um movimento que só décadas depois ganhou o nome de fotojornalismo.

Mesmo sem o conceito estabelecido, a fotografia deixava de ser apenas um meio de arte ou beleza, e ganhava contornos de meio para servir como prova dos acontecimentos do mundo.

A intenção documental da fotografia só começou no final do século 19, em Nova York, com Jacob August Riis. A partir de 1890, ele passou a fotografar cenas urbanas com o objetivo de evidenciar as desigualdades de uma época marcada pela Revolução Industrial.

No mesmo período, Lewis Hine fotografou imigrantes que se adaptavam à nova vida em Ellis Island, no porto de Nova York. Os registros abriram caminho para que ele registrasse o trabalho infantil nas minas e fábricas têxteis – o que, mais tarde, levou à promoção da Lei de Proteção ao Trabalho Infantil nos EUA.

A seguir, veja cinco imagens que marcaram seu tempo antes do conceito de fotojornalismo.

Advertisement

Fotografias que marcaram época 

Imigrantes nos EUA

5 imagens que mudaram o mundo antes do fotojornalismo
Imagem mostra acampamento de imigrantes recém-chegados em Nova York, em 1889. Imagem: Jacob Riis/The American Yawp/Reprodução

Mãe e filho

5 imagens que mudaram o mundo antes do fotojornalismo
Mãe imigrante acolhe o filho em meio à pobreza em Nova York, no final do século 18. Imagem: Jacob Riis/The American Yawp/Reprodução

Conversa

5 imagens que mudaram o mundo antes do fotojornalismo
Fotografia mostra grupo diverso em Scott’s Run, Virgínia Ocidental. Imagem: Lewis Wickes Hine/Arquivos Nacionais, Washington/Reprodução

Trabalho infantil

5 imagens que mudaram o mundo antes do fotojornalismo
Filho de mineiro extraindo carvão do lixo da mina em Scotts’ Run, Virgínia Ocidental, em 1936. Imagem: Lewis Wickes Hine/Arquivos Nacionais, Washington/Reprodução

Trabalho infantil 2

5 imagens que mudaram o mundo antes do fotojornalismo
Pequena fiandeira em uma fábrica têxtil de Mollohan Mills, Newberry, EUA, no início do século 19. Imagem: Lewis Wickes Hine/Arquivos Nacionais, Washington/Reprodução

com

Leia Também:  Selo de Boas Práticas Regulatórias recebe número recorde de atos em 2026

DESTAQUE

ALERTA:Mato Grosso segue em alerta para SRAG, diz Fiocruz; influenza quase dobra em Cuiabá

Published

on

Boletim InfoGripe de 8 de outubro mantém o estado em nível de alerta, risco ou alto risco, sem sinal de crescimento a longo prazo. Na capital, a influenza chega a 2.214 casos entre moradores no acumulado do ano.

O boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgado na quinta-feira (8) mantém Mato Grosso entre as unidades da federação com incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em nível de alerta, risco ou alto risco nas últimas duas semanas, mas sem sinal de crescimento na tendência de longo prazo. Estão na mesma situação Maranhão, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

A edição anterior, de 1º de outubro, já colocava Mato Grosso nesse grupo e apontava aumento dos casos de SRAG por influenza B no estado e na Bahia. No fim de agosto, o boletim havia registrado sinal de crescimento da SRAG em Mato Grosso, concentrado em crianças de 2 a 4 anos.

No país, os casos de SRAG associados a rinovírus, metapneumovírus e Sars-CoV-2 apresentam tendência de aumento, embora os novos casos semanais por covid-19 sigam baixos. O boletim observa leve sinal de retomada do crescimento da SRAG em crianças e adolescentes de 2 a 14 anos, e estabilização nas demais faixas etárias. Os casos por VSR e por influenza B estão em queda, e as hospitalizações por influenza A permanecem estáveis, em níveis baixos.

Leia Também:  OMS recomenda alimentação saudável e exercícios, e não canetas emagrecedoras, para crianças com obesidade

Cuiabá

O boletim de vigilância de vírus respiratórios da Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá, que cobre as semanas epidemiológicas 1 a 37 (de 4 de janeiro a 19 de setembro), registra 2.820 casos de influenza A e B na capital. Desse total, 2.214 são de moradores, contra 1.136 no mesmo período de 2025, alta de 94,89%. As crianças de 0 a 6 anos concentram o maior número de registros, 1.164. As notificações de Covid-19 caíram 88,13%.

Advertisement

No período, 1.729 pessoas foram hospitalizadas por SRAG: 1.134 receberam alta, 139 morreram e 456 casos seguiam em investigação. Entre os moradores de Cuiabá, foram 1.214 casos, com 819 altas, 82 óbitos e 313 em investigação.

As internações por SRAG associadas à influenza somam 378, sendo 287 de moradores. Entre os residentes, houve 16 mortes, 14 delas de pessoas com mais de 60 anos; outros sete óbitos por influenza foram de não residentes. A Covid-19 respondeu por 32 internações por SRAG, 20 de moradores.

Vacinação

Os pesquisadores do InfoGripe recomendam que “a população prioritária verifique se está em dia com a vacinação contra a covid-19” e, no caso das gestantes, a vacinação também contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR). A Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá reforça a vacinação como uma das principais ferramentas para evitar formas graves, internações e complicações.

Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA