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EDUCAÇÃO

Brasil fortalece cooperação educacional com a França

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O Ministério da Educação (MEC) e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) participaram, nos dias 22 e 23 de junho, em Manaus (AM), de reuniões do Centro Franco Brasileiro de Biodiversidade Amazônica (CFBBA), realizadas no Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (Inpa). A iniciativa reúne instituições do Brasil e da França para a promoção da cooperação em ciência, tecnologia, inovação e desenvolvimento sustentável na região amazônica. 

Entre as atividades realizadas pelo CFBBA, destacou-se a chamada para apoio de projetos de pesquisa, resultado de uma parceria entre o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a CAPES e o Institut de Recherche pour le Développement (IRD), da França. 

Serão apoiados projetos conjuntos de pesquisa entre equipes brasileiras e francesas que envolvam conservação, documentação, contribuições dos povos indígenas e comunidades locais, cobertura florestal, observação da terra, mudanças ambientais, sustentabilidade, bioeconomia e sistemas de alimentação saudável, com financiamento total de até R$ 1,4 milhão em bolsas da Capes/MEC; R$ 1,4 milhão, via CNPq, para itens de custeio; e até 400 mil euros do IRD. 

O encontro, que incluiu o Comitê Científico e o Conselho Binacional do Centro, reuniu representantes de ministérios, de agências de fomento e da comunidade científica para avaliar as atividades realizadas pelo CFBBA no último ano e planejar as ações prioritárias para o próximo período. 

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Integram o Conselho os ministérios da Educação, da Ciência e Tecnologia, e das Relações Exteriores. Fazem parte também a Capes, o CNPq e o Governo do Estado do Amapá. Durante as reuniões, os membros dos dois países trataram ainda de ações de governança e estratégias de comunicação conjunta. 

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Ao final dos trabalhos, os participantes apresentaram uma agenda conjunta de prioridades para os próximos anos, reforçando o compromisso para a ampliação das pesquisas colaborativas, para o compartilhamento de infraestrutura científica e para a formação de novas gerações de pesquisadores comprometidos com o futuro da Amazônia. 

Parceria histórica – Brasil e França possuem um longo histórico de cooperação educacional, uma vez que o país europeu é um dos principais destinos de alunos brasileiros que buscam estudar no exterior. Além disso, as universidades brasileiras e francesas dispõe de uma ampla cooperação universitária e centenas de acordos conjuntos. O aumento da mobilidade estudantil entre os dois países faz parte do Novo Plano de Ação da Parceria Estratégica Brasil-França, assinado pelos presidentes da República de ambas as nações em 2024. 

No contexto amazônico, a cooperação entre os dois países fortalece a produção científica e a formulação de políticas públicas voltadas à preservação ambiental, à inovação tecnológica e ao desenvolvimento sustentável da região. A parceria ganha ainda mais relevância devido à fronteira terrestre de mais de 700 quilômetros entre a Guiana Francesa, departamento ultramarino da França, e o estado do Amapá, o que amplia as oportunidades de intercâmbio acadêmico, pesquisas conjuntas e desenvolvimento de soluções para desafios comuns.   

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da AI

Fonte: Ministério da Educação

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EDUCAÇÃO

PND: 14 municípios do Acre aderiram ao exame

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O estado do Acre registrou a adesão de 14 municípios à Prova Nacional Docente (PND) em 2026. O número representa 63,6% do total de cidades no estado (22). A adesão ao exame teve um crescimento de 31,79% em comparação à edição de 2025, quando apenas sete municípios acreanos participaram.

As inscrições deste ano estão abertas até 3 de julho, no Sistema PND. O Ministério da Educação (MEC), por meio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), aplicará a prova no dia 20 de setembro. Confira a lista de municípios em que haverá aplicação do exame.

Em 2026, a adesão à PND passou a ter validade por tempo indeterminado. Isso significa que as redes que aderiram poderão utilizar os resultados da prova nos próximos anos sem a necessidade de nova adesão, bastando prever, expressamente, o uso dos resultados da PND em seus editais de seleção. 

Brasil – Em 2026, 2.031 entes federativos aderiram à Prova Nacional Docente (PND), esse número representa uma participação de 96% das capitais e 85% dos estados brasileiros. Em comparação com 2025, a adesão ao exame cresceu mais de 30%. Do total de entes que aderiram ao exame, 615 manifestaram interesse em utilizar os resultados da PND em seus processos seletivos deste ano.

Confira a adesão à PND por unidade da Federação (UF):

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UF

Adesão PND 2026

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Nº municípios aderidos

AC

63,6%

14

AL

Advertisement

60,8%

62

AM

83,9%

52

Advertisement

AP

62,5%

10

BA

32,6%

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136

CE

20,7%

38

DF

Advertisement

0,0%

0

ES

35,9%

28

Advertisement

GO

39,0%

96

MA

21,7%

Advertisement

47

MG

31,4%

268

MS

Advertisement

65,8%

52

MT

54,2%

77

Advertisement

PA

31,9%

46

PB

26,0%

Advertisement

58

PE

31,4%

58

PI

Advertisement

34,4%

77

PR

38,6%

154

Advertisement

RJ

65,2%

60

RN

33,5%

Advertisement

56

RO

94,2%

49

RR

Advertisement

40,0%

6

RS

28,0%

139

Advertisement

SC

50,5%

149

SE

25,3%

Advertisement

19

SP

36,6%

236

TO

Advertisement

14,4%

20

PND – A Prova Nacional Docente tem como objetivo contribuir para a melhoria da qualidade dos processos seletivos de professores, a fim de incentivar não apenas a realização de concursos públicos mais frequentes, mas também a ampliação da presença de profissionais mais qualificados nas redes públicas de ensino.

O exame soma-se a outras iniciativas do programa Mais Professores para o Brasil, que reúne ações integradas para promover a valorização e a qualificação do magistério da educação básica e o incentivo à docência no Brasil.

Diretrizes –Edital Inep nº 67/2026 dispõe sobre as regras e os procedimentos para a realização da PND. A prova terá a mesma matriz da avaliação teórica do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) das Licenciaturas, que, desde a sua edição de 2024, tem enfoque nos cursos de formação docente. Neste ano, será aplicada no dia 20 de setembro, e os anos subsequentes contarão também com a avaliação.

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Mais Professores – Instituído pela Lei nº 15.344/2026 e pelo Decreto nº 12.358/2025, o programa Mais Professores para o Brasil foi criado em reconhecimento ao papel central dos docentes no processo de aprendizagem dos estudantes e no sucesso das políticas educacionais. A iniciativa busca fortalecer a formação docente, incentivar o ingresso de professores no ensino público e valorizar os profissionais do magistério, proporcionando-lhes recursos e oportunidades de desenvolvimento profissional contínuo. Além disso, estima-se que o programa atenda 2,3 milhões de docentes em todo o país, com as seguintes iniciativas, além da PND: Bolsa Mais Professores, Pé-de-Meia Licenciaturas, Portal de Formação, bem como ações de valorização em parceria com bancos públicos e outros ministérios.   

 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria-Executiva (SE)

Fonte: Ministério da Educação

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