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EDUCAÇÃO

MEC marca presença em feira de diversidade alimentar

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O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e o ministro da Educação, Leonardo Barchini, participam da abertura da Feira Brasil na Mesa, nesta quinta-feira, 23 de abril, na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Cerrados, em Planaltina (DF). O evento celebra os 53 anos da Embrapa e conta com iniciativas do Ministério da Educação (MEC), como o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), um dos mais antigos programas da educação nacional, responsável por garantir alimentação de qualidade no prato dos estudantes; além de projetos e pesquisas dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia. 

Para o ministro, a participação dos institutos federais na feira reforça sua importância para o desenvolvimento de todas as regiões do Brasil. “Essas instituições são focadas em inovação, tecnologia e na valorização da cultura e das potências locais, produzindo pesquisas e produtos fundamentais para a sociobiodiversidade das regiões. Por meio da assistência técnica, dos estudos e dos investimentos na educação, os institutos conseguem auxiliar produtores a agregar valor aos bens e aumentar a renda dos pequenos agricultores, contribuindo para o crescimento das cidades”, pontuou Barchini. 

Essas instituições são focadas em inovação, tecnologia e na valorização da cultura e das potências locais, produzindo pesquisas e produtos fundamentais para sociobiodiversidade das regiões”. Leonardo Barchini, ministro da Educação. 

Durante a programação, o MEC promove a exibição de dois episódios da série audiovisual Indicações Geográficas nos Institutos Federais, que abrangem ações de valorização territorial com impactos positivos nas dimensões econômica, social, cultural e ambiental, por meio da educação profissional e tecnológica (EPT). 

Os materiais foram produzidos no contexto do Programa de Desenvolvimento de Indicação Geográfica, fomentado pelo MEC por meio da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) em parceria com os institutos federais do Espírito Santo (Ifes), de São Paulo (IFSP) e Baiano (IF Baiano). 

Além da apresentação dos filmes, a atuação do MEC e das instituições federais de ensino no evento ocorre por meio da participação no Estande Brasil; em mesas-redondas que abordam temas ligados à gastronomia, à sociobiodiversidade, à sustentabilidade, ao turismo e às estratégias de valorização territorial; e na feira de comercialização de produtos com registro de indicação geográfica, além da exposição de alimentos para degustação. 

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Representantes do MEC também participam de seminários técnicos de curta duração durante a programação do evento ao lado de pesquisadores da Embrapa, de universidades e institutos federais, de organismos internacionais, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e de outros ministérios. 

23/04/2026 - Cerimônia de Abertura da Feira Brasil na Mesa e 53º aniversário da Embrapa.

Promovida pela Embrapa, a Feira Brasil na Mesa é aberta ao público e busca valorizar alimentos da diversidade brasileira para aproximar produção, pesquisa, políticas públicas e consumo. Com duração de três dias, o evento conta com a parceria do MEC, além de outros ministérios e órgãos públicos, bem como da ApexBrasil e do Sebrae. Durante as atividades, será celebrado o aniversário de 53 anos da Embrapa. 

Pnae – No Estande Brasil, o MEC e o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) apresentam o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae). O programa é uma das mais consolidadas políticas educacionais brasileiras, reconhecida internacionalmente, que distribui diariamente cerca de 50 milhões de refeições para quase 39 milhões de estudantes da educação básica de escolas públicas. 

Em quatro anos, o custo anual do programa passou de cerca de R$ 3,6 bilhões, em 2022, para R$ 6,8 bilhões, com o reajuste realizado em 2026, o que representa um aumento de mais de 80%. O acumulado do reajuste para o programa durante esta gestão do governo federal chega a quase 55%. 

Resumo | Programa Nacional de Alimentação Escolar 

Institutos federais – Diversos institutos federais, vinculados ao MEC, estarão presentes na Feira Brasil na Mesa, participando dos debates e apresentando produtos com Indicação Geográfica (IG) e projetos de pesquisa na área gastronômica. Quinze estudantes, professores e técnicos dos institutos federais de São Paulo (IFSP), Piauí (IFPI), Santa Catarina (IFSC), Brasília (IFB) e Goiano (IF Goiano) estarão envolvidos nos três dias de atividades do evento. 

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A professora do IFSP, Camila Collpy, falou sobre a participação dos alunos e sobre as indicações geográficas. “A gente trabalha com cada um dos alunos, voltando as expertises deles para os diversos ambientes em que trabalhamos, de maneira a garantir diversas possibilidades de ensino. Nos institutos federais, eles atendem às demandas e necessidades das comunidades para criar soluções específicas para cada região. Por isso, existe o conceito da indicação geográfica, que diz respeito ao reconhecimento dado para o saber, para a produção e para a condição espacial de cada território”, explicou. 

Nesta quinta, 23 de abril, está prevista uma mesa-redonda intitulada “Da sociobiodiversidade ao prato – inovação, identidade e sustentabilidade na gastronomia brasileira”, em que participam professores do IFPI e do IFSC. Na sexta-feira, 24 de abril, na Arena Sapoti, representantes da Setec promovem uma discussão sobre o papel das indicações geográficas alimentícias para o fortalecimento de destinos turísticos, seguida da apresentação dos episódios da série documental Indicações Geográficas nos Institutos Federais

No sábado, 25 de abril, na Sala Mangaba, a mesa-redonda “Indicações Geográficas – estratégias para valorização territorial e acesso a mercados” encerra a participação da EPT na Feira Brasil, com a presença de professores do IFSP. 

Para além dos debates, nos estandes da Feira dos Sabores, os visitantes poderão conhecer o Polvilho do Cará, IG desenvolvida pelo Instituto Federal Goiano (IF Goiano), no município de Bela Vista de Goiás, além da cerveja produzida no Centro de Tecnologia Cervejeira, no IFSP. Já no Estande Brasil, o MEC apresentará resultados de projetos de pesquisa, inovação e extensão desenvolvidos nos institutos federais. 

Evento – A Feira Brasil na Mesa será realizada de 23 a 25 de abril, na Embrapa Cerrados, em Planaltina (DF). O evento é aberto ao público e oferece degustações, Cozinha Show (experiência gastronômica onde chefs preparam pratos ao vivo, na frente de clientes ou espectadores), feira de produtores, resultados de pesquisa, programas e políticas públicas, rodada de negócios e praça de alimentação. Os visitantes também poderão ver vitrines de tecnologias e percorrer uma trilha pelo Cerrado. 

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Confira a participação completa do MEC no evento: 

Data: 23/4/26 (quinta-feira): 

  • Feira dos Sabores | 9h às 18h  
    Tema: IG Maçã Fuji  
    Participação: Ronaldo de Arruda Matos (AMAP-SC) e Rogério de Oliveira Anese (IFSC) 
  • Estande Brasil | 9h às 18h 

Tema: Programa de Desenvolvimento de Indicação Geográfica nas redes de EPT 

  • Degustação 1  
    Tema: Café parceiros IFSP 

Participação: Eder José da Costa Sacconi (IFSP) 

  • Sebrae Cozinha Show 1 | 14h às 18h  
    Tema: Alimentos regionais (a confirmar) 

Convidada: Fabiana Mortimer Amaral (IFSC) 

Data: 24/4/26 (sexta-feira): 

  • Mesa-redonda 1 | 9h30 às 10h20 

Tema: O papel das IGs no fortalecimento de destinos turísticos  

Moderadora: Fabiana Faxina (Setec/MEC)  

Painelistas: Camila Collpy Gonzalez Fernandez (IFSP) e Leandro Rodrigues Gonzalez Fernandez (IFSP) 

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  • Exibição de filme | 10h20 às 10h40 

Tema: Exibição dos episódios 1 (Polvilho do Cará) e 2 (Maçã Fuji) da série audiovisual Indicações Geográficas nos Institutos Federais 

Moderadora: Marcela Paes (Setec/MEC)  

Participantes: Professores envolvidos na produção 

  • Mesa-redonda 2 | 10h40 às 11h30 

Tema: Da sociobiodiversidade ao prato – inovação, identidade e sustentabilidade na gastronomia brasileira 

Moderadora: Fabiana Faxina (Setec/MEC)  

Painelistas: Fabiana Mortimer Amaral (IFSC) e Gabriela Brito de Lima Silva (IFPI) 

  • Sebrae Cozinha Show 2 | 14h às 18h 

Tema: Alimentos regionais (a definir)  

Expositora: Gabriela Brito de Lima Silva (IFPI) 

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  • Degustação 2 | 14h às 14h40 

Tema: Cerveja – Centro de Tecnologia Cervejeira                         

Expositor:  José da Costa Sacconi (IFSP) 

  • Feira dos Sabores| 9h40 às 18h 

Tema: Produtos da COOPERABS (Polvilho do Cará) 

Participante: José Atair da Silva Neto (COOPERABS) 

  • Estande Brasil | 9h às 18h 

Tema: Programa de Desenvolvimento de Indicação Geográfica na Rede Federal 

Data: 25/4/26 (sábado): 

  • Mesa-redonda 3 | 10h40 às 11h30 

Tema: Estratégias para valorização territorial e acesso a mercados  

Moderador: Sérgio Pedini (Setec/MEC)  

Painelistas: Jean Carlos Rodrigues da Silva (IFSP) e Eder José da Costa Sacconi (IFSP)  

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  • Sebrae Cozinha Show 3 | 14h às 18h 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Embrapa, do FNDE e da Setec 

Fonte: Ministério da Educação

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EDUCAÇÃO

Escuta nacional sobre formação docente é ampliada até 29/5

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O Ministério da Educação (MEC) ampliou até 29 de maio o prazo da Escuta Nacional sobre Formação Continuada, iniciativa que vai subsidiar a criação da Política Nacional de Formação Continuada dos Profissionais da Educação Básica Pública. Até o momento, 165.428 professores e diretores escolares já contribuíram com o questionário on-line. 

A consulta pública está disponível no portal do MEC e pode ser respondida por professores e diretores da educação básica de todo o país. A participação dos profissionais é considerada fundamental para orientar a construção de uma política que dialogue com as necessidades reais das escolas e das redes de ensino. 

O levantamento busca mapear como educadores avaliam a formação continuada, além de identificar as principais demandas formativas, prioridades e preferências dos profissionais da educação. As contribuições ajudarão o MEC a estruturar diretrizes e estratégias voltadas ao fortalecimento da formação ao longo da carreira docente. 

Além das dimensões pedagógicas, a escuta também considera aspectos organizacionais relevantes, como processos decisórios, mecanismos de acreditação e financiamento, bem como a gestão do tempo e dos espaços destinados à formação nas redes de ensino. Ao possibilitar acesso a novos conhecimentos, metodologias e reflexões sobre a prática pedagógica, ela contribui para o aprimoramento do ambiente escolar e para a promoção da qualidade da educação pública. 

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Na prática, a formação continuada pode ocorrer por meio de cursos, oficinas, seminários e grupos de estudo, com diferentes durações e periodicidades. As atividades podem ser ofertadas tanto na modalidade presencial quanto a distância, de forma síncrona ou assíncrona, e conduzidas por formadores das próprias redes de ensino ou por universidades e instituições parceiras. 

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Nesse processo, o engajamento das redes de ensino é de extrema importância para ampliar a representatividade da escuta e consolidar uma base consistente de informações. A participação dos educadores fortalece a formulação de políticas públicas alinhadas às realidades dos territórios, das escolas e das comunidades escolares. 

Contexto Em pesquisa recente, demandada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), realizada entre janeiro de 2024 e maio de 2025, foram obtidos dados relativos a temas e metodologias de formação continuada ofertados por 23 estados da federação, incluídos os conteúdos, os espaços, a duração, os responsáveis pela formação e as práticas formativas. Adicionalmente, foram investigados os princípios orientadores da formação, a oferta para diferentes etapas do ciclo profissional e os mecanismos de acompanhamento e avaliação utilizados. 

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Embora os dados apontem para algumas tendências, o MEC quer ouvir professores e diretores escolares para assegurar que os próprios profissionais possam atuar como elementos estruturantes da nova política. A escuta qualificada, que tem como base as necessidades formativas oriundas do chão das escolas, permite valorizar os saberes dos sujeitos e fomentar o protagonismo profissional. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB) 

Fonte: Ministério da Educação

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