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Governo de Mato Grosso já asfaltou mais da metade da antiga BR-174

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O Governo de Mato Grosso já asfaltou 140 quilômetros das MTs-170/208/418, trecho que corresponde à antiga BR-174, entre os municípios de Castanheira e Colniza. A distância que recebeu o asfaltamento é de um pouco mais da metade da extensão total da rodovia, que tem 271,9 km.

Por meio da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT), o Governo está investindo R$ 650 milhões na obra, que incluem além dos 271,9 km de asfalto, a construção de 22 pontes de concreto ao longo do caminho.

A rodovia entre Castanheira e Colniza foi federalizada em 2008 com a promessa de que seria asfaltada pelo Governo Federal, o que não aconteceu nos 15 anos seguintes. Para resolver o problema, o Governo de Mato Grosso solicitou a estadualização do trecho, o que ocorreu em 1º de Junho de 2022. Nove meses depois, a Sinfra-MT deu início às obras, em abril de 2023.

A rodovia passa por Juruena, Aripuanã e Colniza e também vai beneficiar Cotriguaçu, retirando todos esses municípios do isolamento e garantindo que eles tenham acesso por uma via pavimentada ao restante da malha estadual.

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A obra está dividida em seis lotes. Quatro deles, que correspondem a 176 km, começaram as obras ainda em 2023 e já estão com mais de 80% da distância total asfaltada. Outros dois lotes foram licitados em 2024, mas também estão com as obras em andamento, na fase de terraplanagem e construção da sub-base.

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Segundo anunciado pelo governador Mauro Mendes, a expectativa é que até o fim de 2025 todo o trecho já esteja asfaltado.

Durante visita às obras no mês de junho, o prefeito de Juruena, Manoel Garça Branca, destacou o compromisso com a região. “Nós procuramos o governador Mauro Mendes para ter uma garantia de que a BR-174 seria asfaltada. Nosso povo já estava desacreditado, muitos apareciam aqui só em época de campanha para prometer a obra. Hoje nós temos segurança de que o sonho vai ser realizado”, afirmou.

Fonte: Governo MT – MT

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Operação contra o tráfico de fauna resulta na apreensão de 25 aves silvestres em Nova Xavantina

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A Polícia Civil, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Polícia Militar Ambiental realizaram, nessa terça-feira (05.05), a Operação Canto da Liberdade, em que foram apreendidas 25 aves silvestres mantidas irregularmente em cativeiro, em Nova Xavantina.

Durante a ação, foram localizados pássaros das espécies bicudo e curió, aves silvestres de alto valor no comércio ilegal e que demandam de especial proteção ambiental, inclusive por integrarem grupos de espécies ameaçadas ou sob forte pressão do tráfico de fauna.

Conforme apurado, os animais eram mantidos em desacordo com a legislação ambiental vigente, sem a devida autorização dos órgãos competentes e em condições incompatíveis com o bem-estar animal.

Muitas aves apresentavam sinais de maus-tratos, com indícios de sofrimento, ferimentos e manutenção em ambiente inadequado, situação que reforça a gravidade da conduta investigada.

Além da manutenção irregular dos animais em cativeiro, foram encontrados indícios de falsificação e adulteração de sinais públicos de identificação, especialmente relacionados a anilhas e registros utilizados para controle oficial da criação de aves silvestres.

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A suspeita é de que tais mecanismos fossem empregados para dar aparência de legalidade à circulação e comercialização irregular dos animais, com possível finalidade de tráfico de fauna silvestre.

As aves foram apreendidas e ficaram sob responsabilidade da equipe do Ibama, que adotará as providências necessárias para avaliação, cuidados, recuperação e destinação adequada dos animais.

Os suspeitos não foram localizados no momento da ação. Segundo as informações levantadas, eles já vinham sendo monitorados pelos órgãos ambientais e teriam adotado condutas para dificultar a fiscalização.

O delegado Flávio Leonardo Santana Silva destacou a importância da atuação conjunta entre os órgãos envolvidos.

“A integração entre as forças de segurança e os órgãos de proteção ambiental é fundamental para combater crimes contra a fauna, reprimir o tráfico de animais silvestres e garantir a preservação do meio ambiente. A Polícia Civil já identificou os suspeitos e segue com as investigações para apurar a responsabilidade dos envolvidos pelos crimes ambientais, maus-tratos aos animais e eventuais crimes contra a fé pública”, afirmou o delegado.

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Fonte: Governo MT – MT

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