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Polícia Civil prende mulheres por receptação de produtos roubados de casa de carnes em Cuiabá

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Duas mulheres suspeitas de receptar produtos roubados de uma casa de carnes na capital foram presas em flagrante pela Polícia Civil, na quarta-feira (18.6), em ação realizada pelos policiais da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Cuiabá.

As mulheres, de 31 e 34 anos, foram flagradas em posse de parte dos produtos roubados, em um apartamento no bairro Lixeira em Cuiabá e foram autuadas em flagrante pelo crime de receptação.

As investigações iniciaram após o registro de um roubo praticado contra um funcionário de uma casa de carne, durante a entrega de produtos no bairro Doutor Fábio. Na ocasião, a vítima foi abordada por quatro criminosos armados, que utilizavam coletes com inscrições da Polícia Militar e balaclavas, sendo subtraída uma carga de carnes avaliada em aproximadamente R$ 2,8 mil, além de um aparelho celular.

Logo após tomar conhecimento dos fatos, equipes da Derf iniciaram diligências investigativas que levaram à identificação de um veículo Jeep Compass supostamente utilizado na ação criminosa. Durante as apurações, os policiais localizaram parte dos produtos roubados na residência de um dos suspeitos, incluindo peças de carne embaladas com etiquetas da empresa vítima.

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Na continuidade das investigações, os policiais chegaram até um apartamento localizado no bairro Lixeira, onde foram encontradas uma peça de costela bovina ainda identificada com etiqueta de venda no valor de R$ 446,55 e um pacote de carvão, produtos reconhecidos como sendo oriundos do roubo investigado.

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No local, estavam as duas mulheres que foram presas em flagrante pelo crime de receptação. Durante a abordagem, uma delas afirmou ter recebido os produtos de um terceiro, investigado por envolvimento direto no roubo, alegando que definiria posteriormente o valor a ser pago pelas mercadorias.

Diante das evidências, as suspeitas foram conduzidas à Derf, onde foram interrogadas e autuadas pela receptação dos produtos, que posteriormente serão restituídos à empresa vítima.

As investigações prosseguem para identificar e responsabilizar todos os envolvidos no roubo e na cadeia de receptação dos produtos subtraídos.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Polícia Civil indicia gerente por uma série de crimes de assédio sexual contra funcionárias

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A Polícia Civil concluiu, nesta quinta-feira (18.6), o inquérito que investigou uma série de crimes sexuais dentro de uma empresa em Cuiabá e indiciou um homem, de 32 anos, pelos crimes de assédio e importunação sexual.

Segundo a investigação realizada pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (DEDM) de Cuiabá, o suspeito, que exercia a função de gerente operacional, utilizava sua posição de autoridade para submeter funcionárias a situações humilhantes e de conotação sexual indesejada em uma empresa no bairro Parque Cuiabá.

O padrão de comportamento abusivo incluía elogios invasivos sobre os corpos das vítimas, contatos físicos indesejados, como abraços prolongados, e propostas sexuais explícitas feitas durante o expediente.

Três mulheres, duas de 27 anos e uma de 41, detalharam episódios de profundo constrangimento, incluindo questionamentos vulgares sobre práticas íntimas e propostas sexuais inadequadas ocorridas em áreas comuns da empresa.

A gravidade das condutas levou as vítimas a pedirem demissão, por não suportarem o ambiente laboral degradante e o severo abalo emocional sofrido.

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As investigações revelaram que o suspeito já possuía múltiplos registros de ocorrência por fatos de natureza semelhante, o que reforça o caráter habitual de suas investidas criminosas contra colaboradoras.

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A delegada titular da DEDM, Liliane Soares Diogo, ressaltou a gravidade da exploração da vulnerabilidade das trabalhadoras.

“O uso da posição de comando para violar a dignidade e a liberdade sexual de subordinadas é uma forma intolerável de violência de gênero, que compromete não apenas a carreira, mas a saúde mental das vítimas e a integridade de todo o ambiente laboral”, afirmou.

Com o encerramento do inquérito, o relatório final foi encaminhado ao Ministério Público e ao Poder Judiciário para a análise e providências de persecução penal.

Fonte: Governo MT – MT

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