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Seduc lança Festival Educarte para revelar talentos artísticos de estudantes da Rede Estadual

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A Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) publicou o Edital nº 016/2026, que regulamenta a realização do Festival Educarte: Conectando Talentos, iniciativa voltada aos estudantes da Rede Estadual de Ensino participantes do Projeto Educarte. O objetivo é incentivar a produção artística nas escolas e valorizar a criatividade dos alunos por meio de apresentações e exposições em diferentes linguagens culturais.

O festival será desenvolvido em todas as Diretorias Regionais e Metropolitana de Educação e contempla cinco eixos artísticos: música, teatro, dança, artes visuais e bandas e fanfarras. A proposta é fortalecer a formação cultural dos estudantes, estimular o protagonismo juvenil e promover a integração entre as unidades escolares.

Poderão participar estudantes matriculados em escolas estaduais que desenvolvem o Projeto Educarte. As inscrições deverão ser realizadas exclusivamente pelos professores responsáveis pelo projeto, que precisam estar em efetivo exercício, possuir carga mínima de 15 horas semanais na iniciativa e estar com os relatórios do programa devidamente atualizados junto à Seduc.

As produções deverão abordar temas de relevância social, como meio ambiente, diversidade étnico-racial, educação para o trânsito, segurança alimentar, ética e convivência, saúde e bem-estar, violência contra a mulher e arte na escola. Também serão aceitos outros temas compatíveis com a proposta pedagógica do festival.

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Cada unidade escolar poderá inscrever um trabalho por eixo artístico contemplado pelo Projeto Educarte. As apresentações serão avaliadas em etapas escolar, regional e estadual, levando em consideração critérios específicos para cada modalidade, como criatividade, originalidade, domínio técnico, interpretação e impacto artístico.

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Na fase regional, cada Diretoria Regional de Educação selecionará um trabalho por eixo, enquanto a Diretoria Metropolitana poderá indicar dois representantes por categoria. Ao todo, 70 trabalhos avançarão para a etapa estadual, prevista para novembro, em Cuiabá.

Os três melhores colocados de cada eixo artístico serão premiados. Os estudantes receberão uma bicicleta cada, enquanto os professores orientadores dos trabalhos vencedores serão contemplados com celulares ou tablets, conforme a classificação obtida.

Segundo o edital, as apresentações poderão ser autorais, covers ou adaptações, conforme as regras de cada categoria, desde que respeitem os princípios éticos, educacionais e valorizem a criatividade dos estudantes. Trabalhos com conteúdo ofensivo, discriminatório ou incompatível com o ambiente escolar serão desclassificados.

Cronograma
• Lançamento do edital: julho de 2026;
• Período de inscrições: da publicação do edital até 30 de setembro de 2026;
• Etapa escolar: da publicação do edital até 30 de setembro de 2026;
• Etapa regional (DREs): de 1º a 22 de outubro de 2026;
• Divulgação dos classificados para a etapa estadual: 26 de outubro de 2026;
• Final estadual em Cuiabá: novembro de 2026.

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Confira em anexo o edital.

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Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

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O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

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Veja a Representação

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Fonte: Política

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