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IBGE celebra 90 anos e servidores que atuam em MT são homenageados na ALMT

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Em celebração aos 90 anos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) realizou, nesta terça-feira (16), uma sessão especial no Plenário Renê Barbour para homenagear cerca de 300 colaboradores da instituição. A iniciativa foi proposta pelo deputado estadual Eduardo Botelho (MDB) em reconhecimento à contribuição do órgão para o desenvolvimento do país e para a formulação de políticas públicas baseadas em dados técnicos e confiáveis.

Durante a solenidade, servidores ativos, aposentados, familiares de colaboradores falecidos e profissionais que contribuíram para a história do instituto receberam moções de aplausos. Entre os homenageados, o servidor Aurelino Levi Dias de Campos recebeu também a Comenda Dante Martins de Oliveira, uma das mais importantes honrarias concedidas pela Assembleia Legislativa, destinada a personalidades que se destacam na defesa da democracia, da cidadania e dos direitos humanos.

Botelho destacou o papel estratégico do IBGE para o planejamento e a gestão pública em todas as esferas governamentais.

“O IBGE é muito importante para o país, para Mato Grosso e para os municípios. É por meio dele que sabemos quantos somos, como vivemos e quais são as necessidades da população. Hoje, o Censo vai muito além da contagem de pessoas; ele traz informações sobre território, religião, economia e diversas áreas que orientam a criação de políticas públicas. Não se faz política pública sem os dados levantados pelo IBGE”, afirmou o parlamentar.

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Com mais de 44 anos de atuação no instituto, Aurelino Levi construiu uma trajetória marcada pela dedicação à produção e análise de dados que ajudam a compreender a realidade econômica e social do Brasil e de Mato Grosso. Sua história com o IBGE começou ainda na adolescência. Aos 14 anos, teve o primeiro emprego realizando atividades ligadas à Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD). Após um período afastado para se dedicar ao esporte, retornou ao órgão em 1980 para atuar no Censo Demográfico e nunca mais deixou a instituição.

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Ao longo da carreira, participou dos principais levantamentos realizados pelo instituto, incluindo censos demográficos, agropecuários e econômicos, além de diversas pesquisas estatísticas que servem de referência para governos, empresas e pesquisadores.

“Eu passei praticamente por todas as diretorias do IBGE. Trabalhei em censos, pesquisas econômicas, agropecuárias, registro civil e diversos levantamentos estatísticos. O IBGE é uma escola. Foi aqui que aprendi convivendo com pessoas, empresários e diferentes realidades. Sou um servidor muito feliz e me sinto lisonjeado por receber essa homenagem”, declarou Levi.

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Atualmente, ele coordena as pesquisas econômicas conjunturais no estado, responsáveis por acompanhar indicadores como comércio, indústria, inflação e construção civil. Segundo ele, o reconhecimento recebido representa não apenas uma conquista pessoal, mas uma valorização de todos os profissionais que ajudaram a construir a credibilidade do instituto ao longo das décadas.

“O IBGE está presente nos 5.570 municípios brasileiros e produz informações transparentes, acessíveis e fundamentais para o planejamento do país. Todos os dados são públicos e estão disponíveis gratuitamente para qualquer cidadão. Isso demonstra a importância e a seriedade do trabalho desenvolvido pela instituição”, ressaltou.

“Botelho sempre utilizou informações produzidas pelo IBGE e reconhece a importância desse trabalho. Essa homenagem contempla servidores ativos, aposentados, familiares de colegas que já faleceram e todos aqueles que contribuíram para a história do instituto. É um reconhecimento que honra cada um de nós”, completou o servidor.

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A solenidade marcou não apenas os 90 anos do IBGE no Brasil, mas também os 81 anos de atuação da instituição em Mato Grosso, reforçando a relevância dos dados estatísticos para o desenvolvimento econômico, social e territorial do estado e do país.

Fonte: ALMT – MT

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Deputado Valmir Moretto defende a prorrogação do Feef para garantir R$ 350 milhões à saúde de Mato Grosso

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O deputado estadual Valmir Moretto (Republicanos) defendeu, em pronunciamento durante a sessão ordinária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), desta quarta- feira (17), a celeridade até 30 de junho de 2029, na votação do Projeto de Lei nº 386/2026, que prorroga o Fundo Estadual de Equilíbrio Fiscal (Feef).

O parlamentar ressaltou que a medida é uma política de continuidade, essencial para assegurar que empresas beneficiárias de incentivos fiscais mantenham sua contrapartida ao Estado. Moretto enfatizou que o projeto não cria novos impostos nem aumenta a carga tributária para a população, sendo um mecanismo vital de financiamento para a saúde pública mato-grossense.

Atualmente, o Feef garante um aporte mensal de R$ 7 milhões, totalizando R$ 84 milhões anuais destinados integralmente à rede pública. Segundo o deputado, a interrupção dessa política significaria uma perda superior a R$ 350 milhões até 2029, impactando diretamente 142 municípios. “Não podemos permitir que a saúde de Mato Grosso perca esse recurso. São verbas que já sustentam hospitais filantrópicos, clínicas de hemodiálise e a atenção básica, e retirá-las agora causaria um prejuízo irreparável ao atendimento da nossa população”, alertou Moretto.

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A estrutura de distribuição do fundo é estratégica e focada em resultados: 64% do montante é direcionado aos hospitais filantrópicos, 20% ao serviço de hemodiálise e 16% à atenção básica. Entre as instituições que dependem diretamente desses recursos estão unidades de referência como o Hospital Geral de Cuiabá, o Hospital de Câncer de Mato Grosso, a Santa Casa de Rondonópolis e o Hospital Santo Antônio de Sinop, além de outras 11 clínicas de hemodiálise que atendem mais de 3,6 milhões de habitantes pelo SUS.

Ao concluir, o deputado fez um apelo aos seus pares nas comissões parlamentares para que o projeto seja apreciado e votado com urgência, garantindo a estabilidade financeira necessária durante a transição da Reforma Tributária. Para Moretto, a manutenção do Feef é um ato de responsabilidade social, fundamental para evitar que a rede hospitalar sofra uma redução crítica em sua capacidade de atendimento e para assegurar a continuidade dos serviços que salvam vidas em todas as regiões do Estado.

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Fonte: ALMT – MT

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