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POLÍTICA NACIONAL

CE aprova Piranguinho, em Minas Gerais, como Capital Nacional do Pé de Moleque

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A cidade de Piranguinho, em Minas Gerais, poderá receber o título de Capital Nacional do Pé de Moleque. A medida está prevista no PL 2.362/2022, projeto de lei aprovado nesta terça (1º) pela Comissão de Educação e Cultura do Senado (CE).

O projeto, apresentado pelo ex-deputado federal Bilac Pinto (MG), recebeu parecer favorável da senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO).

Como a proposta foi aprovada pela comissão em decisão terminativa, o texto seguirá diretamente para a sanção do presidente da República, sem precisar passar por votação no Plenário do Senado (a não ser que seja apresentado recurso para isso).

De acordo com o parecer de Dorinha, o pé de moleque tem uma trajetória centenária na cidade, “iniciada em 1911 por uma doceira na estação ferroviária da antiga linha Sapucahy, cuja herança técnica e cultural transformou o saber-fazer artesanal no principal símbolo da identidade local e no motor do desenvolvimento socioeconômico do município”. 

O processo artesanal de fabricação do pé de moleque em Piranguinho já é patrimônio cultural do estado de Minas Gerais (Lei 18.057, de 2009).

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Para Dorinha, a magnitude desse legado se manifesta na celebração anual da Festa do Maior Pé de Moleque do Mundo. “Na edição de 2025, o esmero dos produtores e o vigor da economia criativa resultaram em um doce monumental de 31,3 metros, atraindo um público superior a 17 mil pessoas”, destacou ela no parecer.

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A senadora também destaca que essa atividade “sustenta um mercado que impulsiona o produto interno bruto municipal — estimado em cerca de R$ 136 milhões (dado divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística referente ao ano de 2021)”.

O parecer de Dorinha foi lido nesta terça pelo senador Confúcio Moura (MDB-RO).

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão de Assuntos Sociais aprova vacina contra herpes-zóster no SUS

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A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado aprovou por unanimidade, nesta terça-feira (1º), a inclusão da vacina contra herpes-zóster no calendário nacional de imunização do Sistema Único de Saúde (SUS). O público previsto no projeto de lei são os maiores de 50 anos e menores de 18 anos com sistema imunológico comprometido. O texto ainda precisará ser confirmado em um turno suplementar na comissão.

A relatora do Projeto de Lei (PL) 4.426/2025, senadora Damares Alves (Republicanos-DF), afirmou que o impacto da doença na sociedade tende a aumentar em razão do envelhecimento da população. Ela afirmou que já sofreu com a doença em 2023.

— O meu rosto ficou paralisado. É uma doença que dói muito — relatou. 

Damares manteve o texto aprovado na Comissão de Direitos Humanos (CDH). Trata-se de um substitutivo (versão alternativa) da senadora Mara Gabrilli (PSD-SP) ao texto original, da senadora Dra. Eudócia (PSDB-AL).

O herpes-zóster é causado pelo mesmo vírus da catapora. Após a infecção inicial, pode ficar adormecido durante anos e ser reativado em adultos ou em pessoas que têm o sistema imunológico comprometido. A doença provoca lesões na pele, geralmente precedidas por sintomas como dor nos nervos, ardor e coceira, dor de cabeça, formigamento e febre.

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Câncer infantojuvenil

A CAS aprovou audiência pública com especialistas sobre o câncer infantojuvenil, com o tema “Tempo é Vida”. O pedido foi protocolado por Damares Alves (Republicanos-DF).

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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