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POLÍTICA NACIONAL

Paulo Paim volta a defender fim da escala 6×1

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O senador Paulo Paim (PT-RS) voltou a pedir a aprovação da proposta que prevê o fim da escala 6×1. Em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (25), ele defendeu a redução da jornada de trabalho sem diminuição salarial, conforme prevê a proposição.

Defendemos, todos sabem, o fim da escala 6×1 e a redução da jornada para 40 horas, a famosa escala 5×2, sem redução salarial, e entendemos que, com muito diálogo num segundo momento, podemos chegar às 36 horas, a escala 4×3, reduzindo uma hora por ano — disse.

O parlamentar também citou experiências internacionais relacionadas à redução da jornada de trabalho e afirmou que países europeus já adotam modelos semelhantes.

A OIT [Organização Internacional do Trabalho] recomenda as 40 horas. Países como Portugal, Espanha, França, Bélgica, Alemanha, Chile e Equador, já adotaram reduções, [chegando a jornadas] que variam entre 40 e 36 horas. Na União Europeia, a média é de 36 horas semanais, chegando até, em alguns países, a 31 horas, como é o caso da Holanda — afirmou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Bittar critica atuação de ONGs e políticas ambientais na Amazônia

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Em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (25), o senador Marcio Bittar (PL-AC) criticou a atuação de organizações não governamentais na Amazônia e afirmou que o debate sobre a região ignora as condições de vida dos moradores locais.

Segundo Bittar, o modelo de preservação adotado nas últimas décadas limitou atividades econômicas em terras indígenas e reservas extrativistas sem oferecer alternativas de renda à população. O senador afirmou que projetos que autorizam atividades econômicas em terras indígenas tramitam há anos no Congresso, sem avanço.

— A métrica sempre é a quantidade de floresta em pé nos nossos estados, mas é muito raro você ver uma nota, uma matéria falando dos 28 milhões de brasileiros que moram na Amazônia. Há um domínio das ONGs na mídia brasileira, que esconde a realidade dura, cruel, de uma região que hoje virou a região mais pobre do Brasil — disse.

O parlamentar também criticou gestões do Partido dos Trabalhadores (PT) no Acre e afirmou que políticas ambientais defendidas pela ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva contribuíram para o empobrecimento do estado. Bittar citou indicadores de violência, pobreza e migração para outros estados.

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— Nos 20 anos em que o PT governou o Acre, nós fomos o estado do Norte do Brasil que menos cresceu no PIB brasileiro. Perdemos para todos os outros estados do Norte. Quando terminou o governo do PT no Acre, 50,1% da população era pobre — apontou.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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