Pesquisar
Close this search box.

POLÍTICA NACIONAL

Pontes defende que Imposto de Importação seja definido em lei

Publicado em

O senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP), em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (1º), defendeu que a alíquota do Imposto de Importação incidente sobre compras internacionais de até US$ 50 permaneça definida em lei. O parlamentar criticou a medida provisória que extingue a taxa (MP 1.357/2026) por atribuir ao Ministério da Fazenda a competência para alterar a cobrança por meio de portaria.

Segundo ele, a proposta retira do Congresso Nacional a prerrogativa de deliberar sobre futuras alterações da alíquota. O modelo permite que o imposto seja restabelecido sem debate legislativo, afirmou:

— Se aprovarmos a medida provisória, o Executivo fica com o crédito da desoneração hoje e com a chave para retributar, por portaria, logo depois da eleição. Se nós não aprovarmos, a taxa volta automaticamente no dia 8 de setembro. O Executivo vai culpar o Congresso Nacional pelo aumento, sem ter assinado absolutamente nada.

Pontes também criticou o calendário de tramitação da MP. De acordo com ele, a comissão mista foi instalada 105 dias após a edição da medida, e o parecer foi votado poucos dias depois, sem que os parlamentares pudessem apresentar emendas ao texto do relator. Ao defender alterações na proposta, o senador sugeriu que a alíquota zero seja incorporada diretamente ao texto da lei.

Leia Também:  Acordo sobre dívida da República do Congo com o Brasil vai à promulgação

— O consumidor mantém integralmente o benefício, o trabalhador continua comprando sem taxa, e qualquer governo que queira ressuscitar essa cobrança terá que voltar a este Plenário e apresentar um projeto. Se o governo aceitar isso, meu voto muda hoje mesmo.

Advertisement

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

POLÍTICA NACIONAL

Vai à Câmara projeto que facilita desembargo de área com infração ambiental

Published

on

O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (2), em votação simbólica, um projeto de lei que cria regras para a regularização ambiental de áreas rurais embargadas em razão de infrações ambientais. O PL 6.531/2025 segue agora para a Câmara dos Deputados.

A proposta altera a Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605, de 1998) para disciplinar a regularização de áreas embargadas por descumprimento das regras de proteção da vegetação nativa previstas no Código Florestal (Lei 12.651, de 2012). O texto recebeu parecer favorável do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA).

A proposta obriga a autoridade ambiental a informar o produtor sobre a possibilidade de um termo de compromisso logo no ato da multa ou embargo. Se o produtor pedir para assinar esse acordo e o órgão ambiental não responder em 60 dias, as punições econômicas (como o bloqueio de acesso ao crédito rural) serão automaticamente suspensas. Isso permite que o agricultor volte a buscar financiamento enquanto o processo de regularização continua correndo.

Autor do projeto, o senador Sérgio Petecão (PSD-AC) diz que a medida favorece os pequenos produtores que têm áreas embargadas e ficam impossibilitados de produzir.

Leia Também:  Senado aprova acordo previdenciário com quatro países de língua portuguesa

— O órgão [ambiental] terá 60 dias para dar resposta ao produtor; se o órgão não se manifestar, o produtor passa a produzir. Da forma que estamos hoje, é luta desigual com os nossos produtores — afirmou.

Advertisement

Além de saudar a aprovação do projeto, o senador Jaime Bagattoli (PL-RO) cobrou justiça para os produtores de todos os estados da Região Amazônica.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

Advertisement
Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA