Pesquisar
Close this search box.

SAÚDE

Ministério da Saúde incentiva doação voluntária de sangue em ação em São Paulo

Publicado em

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou, nesta sexta-feira (7), em São Paulo, de uma mobilização da campanha Sangue Corinthiano, que reúne a torcida organizada para incentivar a doação de sangue em todo o país. A iniciativa ocorreu na Neo Química Arena, onde o ministro também doou sangue e reforçou que esse gesto de solidariedade deve fazer parte da rotina da população.

“Doar sangue é um gesto simples, mas que faz toda a diferença para quem está esperando por uma transfusão. Nosso convite é para que as pessoas procurem o hemocentro mais próximo e chamem amigos e familiares. Quando a doação se torna um hábito, ajudamos a manter os estoques preparados para atender quem precisa”, afirmou Padilha.

doação de sangue
Foto: Rafael Nascimento/MS

A campanha ocorre nos dias 7 e 8 de agosto em todo o país. Quem puder doar pode procurar o hemocentro mais próximo. Para localizar uma unidade, basta acessar o Hemovida, no aplicativo Meu SUS Digital. A ferramenta também permite consultar o histórico de doações, acessar a carteira de doador, fazer o agendamento e conferir os requisitos.

Leia Também:  Operação Gota encerra ações de 2026 com vacinação no Médio Rio Purus, no Amazonas

A hemorrede pública conta com um hemocentro coordenador em cada estado e no Distrito Federal. Em 2025, cerca de 1,5% da população brasileira doou sangue pelo SUS, o equivalente a 15 doadores a cada mil habitantes, com mais de 3,2 milhões de coletas realizadas.

Doe sangue

A doação voluntária e solidária de sangue é a única forma segura de manter os estoques dos hemocentros e garantir o atendimento aos pacientes que necessitam de transfusões. Esse gesto de solidariedade fortalece a capacidade de resposta da rede de saúde e contribui para que o sangue esteja disponível no momento certo para todos que precisam.

Advertisement

Se você está em boas condições de saúde, procure uma unidade e faça a sua doação. O gesto leva pouco tempo para quem doa, mas pode representar muito para quem espera por atendimento.

Os principais requisitos são:

  • Estar em boas condições de saúde;
  • Ter, no mínimo, 16 anos — menores de 18 anos precisam de autorização do responsável;
  • Pesar, no mínimo, 50 kg;
  • Estar descansado e ter dormido pelo menos seis horas nas últimas 24 horas;
  • Estar alimentado, evitando alimentos gordurosos nas quatro horas anteriores à doação;
  • Apresentar documento oficial com foto.
Leia Também:  Hepatites virais exigem diferentes formas de prevenção e cuidado; saiba o que o SUS oferece

Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

Advertisement

SAÚDE

Ministério da Saúde reforça orientações para proteger a população durante frio no Sul

Published

on

Diante das baixas temperaturas registradas na Região Sul, o Ministério da Saúde reforça as orientações para proteger a população e reduzir os riscos à saúde. Segundo previsões meteorológicas, a cidade de São José dos Ausentes, no Rio Grande do Sul, registrou a menor temperatura do ano (-6,8 °C), e há previsão de novas mudanças nas condições do tempo nos próximos dias na região. Nesta sexta-feira (11), uma nota técnica será enviada aos serviços de saúde do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e do Paraná, com diretrizes para orientar a assistência à população durante as ondas de frio e instabilidades.

 O frio intenso pode agravar doenças cardiovasculares e aumentar o risco de complicações como hipertensão arterial, infarto agudo do miocárdio e AVC, especialmente entre pessoas com doenças crônicas. A orientação é que os serviços de saúde locais intensifiquem a vigilância e a assistência às pessoas, com atenção especial a crianças, idosos, gestantes e pessoas com comorbidades.

As baixas temperaturas também favorecem a circulação de vírus respiratórios, como influenza, VSR e covid-19, elevando o risco de síndromes gripais e infecções respiratórias graves. Para reforçar a proteção, o SUS oferece gratuitamente vacinas contra essas doenças, conforme os públicos definidos pelo Calendário Nacional de Vacinação. A vacina contra o VSR para gestantes contribui para proteger os bebês nos primeiros meses de vida contra a bronquiolite.

Para a população em situação de rua, um dos grupos mais vulneráveis ao frio extremo, as equipes de Consultório na Rua fazem busca ativa, vacinação e acompanhamento nos territórios, ampliando o acesso aos serviços do SUS.

Leia Também:  Complexo de Saúde Inteligente no Rio Grande do Sul incorpora evolução tecnológica ao SUS

Sintomas persistentes? Vá até uma UBS

Advertisement

A população deve procurar atendimento quando apresentar sintomas persistentes ou que estejam se agravando, como tontura, fraqueza, dor de cabeça, náuseas, cãibras, diarreia, falta de ar, tosse ou piora de uma doença crônica. 

Nas UBSs, as equipes de Atenção Primária podem realizar avaliação clínica, acompanhar doenças crônicas, orientar sobre hidratação e prevenção, identificar sinais de agravamento, atualizar a vacinação, prescrever e acompanhar tratamentos e encaminhar o paciente para outros pontos da Rede de Atenção à Saúde, quando houver necessidade de atendimento especializado ou hospitalar.

Em situações graves, como confusão mental, desmaio, convulsões, perda de consciência ou dificuldade intensa para respirar, a recomendação é buscar atendimento de urgência nas Unidades de Pronto Atendimento (UPA) do SUS.

Para reduzir os riscos à saúde durante as baixas temperaturas, o Ministério da Saúde orienta:

  • Manter a vacinação atualizada, especialmente contra influenza e covid-19;
  • Utilizar máscara em caso de sintomas gripais ou em ambientes fechados, pouco ventilados e com aglomeração;
  • Usar roupas e agasalhos adequados para proteção contra o frio;
  • Trocar roupas úmidas ou molhadas o mais rápido possível;
  • Evitar o consumo de álcool em dias frios, devido ao risco de hipotermia;
  • Manter-se hidratado, mesmo durante períodos de baixas temperaturas;
  • Procurar atendimento médico em caso de confusão mental, calafrios intensos ou dificuldade para respirar, especialmente entre idosos.
Leia Também:  Hepatites virais exigem diferentes formas de prevenção e cuidado; saiba o que o SUS oferece

Preparação e resposta a eventos climáticos

 A Força Nacional do SUS (FN-SUS) está disponível para apoiar estados e municípios nas ações de assistência, conforme a necessidade e a avaliação técnica de cada ocorrência. Nesta semana, o Rio de Janeiro passou a contar com a terceira base regional da Força em funcionamento no país, somando-se às unidades ativas em Porto Alegre (RS) e Salvador (BA). Estão previstas outras seis bases até o fim do ano para atender todas as regiões do país. Equipadas com posto médico avançado, comunicação via satélite e drones, as bases contam com estrutura para resposta a emergências em saúde pública e podem levar apoio a qualquer localidade da região de referência em até 12 horas.

Advertisement

A atuação das bases é integrada a oito Centros de Informação em Saúde e Clima (CISC), localizados em Porto Alegre (RS), Belo Horizonte (MG), Belém (PA), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Santarém (PA), Salvador (BA) e Fortaleza (CE). Os centros consolidam dados climáticos e epidemiológicos para identificar riscos e subsidiar planos de contingência e a resposta do SUS a eventos extremos.

As ações de adaptação da rede de saúde fazem parte do AdaptaSUS, Plano Nacional de Adaptação do Setor Saúde às Mudanças Climáticas, apresentado na COP30. O plano prevê 27 metas e 93 ações até 2035, com R$ 9,8 bilhões destinados a investimentos em adaptação estrutural.

 João Vitor Moura
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

Advertisement
Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA