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SAÚDE

Saúde indígena é discutida no Cosems de Santa Catarina

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O cuidado em saúde de povos indígenas aldeados foi tema de reunião, com foco na atenção à saúde indígena, realizada em Florianópolis (SC). A Secretaria de Saúde Indígena (Sesai) do Ministério da Saúde foi convidada a participar do debate, junto ao Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Santa Catarina (Cosems/SC). Na pauta, estiveram a pactuação de fluxos de trabalho e os sistemas de informação voltados aos povos indígenas. A articulação interfederativa e o alinhamento técnico entre a Sesai, municípios e o estado ocorreu no último dia 15 de setembro.

A secretária de Saúde Indígena da Sesai, Lucinha Tremembé, apresentou as atribuições da secretaria, dos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (Dsei) e dos polos base na saúde indígena. “Nosso intuito é fazer um planejamento em conjunto e um estreitamento do diálogo. Estamos fazendo a reconstrução de um diálogo, buscando as melhores estratégias possíveis, para alcançarmos uma melhor assistência e uma assistência integral dos serviços ofertados”, disse a secretária. A representante ainda abordou a organização da Atenção Primária de Saúde (APS), fluxos de tratamento fora do domicílio (TFD), e incentivos e financiamento da saúde indígena para os municípios.

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A organização do conselho também apresentou um panorama consolidado de desafios operacionais dos municípios com comunidades indígenas aldeadas. A presidente do Cosems/SC, Sinara Simioni, reforçou a relevância do diálogo tripartite para o avanço da organização da assistência à saúde. “A atenção à saúde indígena exige articulação permanente, escuta dos territórios e clareza sobre as responsabilidades de cada instituição. Quando municípios, estado, Sesai e Cosems sentam à mesma mesa, conseguimos identificar os desafios com mais precisão e construir soluções de forma conjunta”, defendeu. A presidente citou o respeito às particularidades de cada território, na busca por um atendimento cada vez mais integrado e qualificado.

A agenda finalizou com uma visita ao Polo Base de Saúde Indígena de Florianópolis, onde Lucinha apresentou à comitiva a estrutura e a equipe responsável pelo atendimento.

Sílvia Alves
Ministério da Saúde

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Fonte: Ministério da Saúde

SAÚDE

Ministério da Saúde debate o futuro do envelhecimento no Brasil

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O Brasil conquistou o direito de viver mais, mas como estamos cuidando desses anos extras? Diante de uma transformação demográfica sem precedentes, o Ministério da Saúde promove nesta quinta-feira (24/09), em Brasília, mais uma edição do projeto Café com Ideias. O evento é aberto ao público, com transmissão canal oficial do DataSUS no YouTube.

Os números mostram que o futuro já chegou. O Brasil alcança a marca de 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais em 2026. Em apenas duas décadas, esse contingente deve saltar para 61,5 milhões. O impacto dessa mudança no sistema público é imediato, já que 81,4% dos idosos brasileiros utilizam exclusivamente o Sistema Único de Saúde (SUS).

Mais do que tratar doenças, o desafio atual é estrutural. Trata-se de adaptar hospitais, postos de saúde e o atendimento preventivo para garantir um envelhecimento ativo.

“O desafio que se coloca agora é garantir que esses anos a mais sejam vividos com saúde, autonomia, participação social e dignidade. Nosso compromisso é fortalecer, cada dia mais, um SUS capaz de responder a essas diferentes necessidades ao longo do processo de envelhecimento”, pontua Olivia Lucena de Medeiros, diretora de Gestão do Cuidado Integral do Ministério da Saúde.

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Diálogo

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Coordenado pelo Departamento de Gestão Interfederativa e Participativa (DGIP) do Ministério da Saúde, o Café com Ideias quebra a rigidez institucional ao reunir a comunidade acadêmica, gestores e profissionais de saúde em um ambiente de construção coletiva.

A mesa deste encontro contará com:

  • Kenio Costa de Lima (Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania – MDHC)
  • Olivia Lucena de Medeiros (Ministério da Saúde – MS)
  • Carlos Eduardo Gabas (Consórcio Nordeste)
  • Marília Cristina Prado Louvison (Médica sanitarista e professora da USP)

Como acompanhar

O evento acontece de forma híbrida. Quem não estiver na capital federal poderá interagir e acompanhar as discussões em tempo real. Toda a programação será transmitida ao vivo pelo canal oficial do DataSUS no YouTube.

Serviço

Data: Quinta-feira, 24 de setembro de 2026
Horário: 17h
Local: Biblioteca do Ministério da Saúde (Bloco G – Esplanada dos Ministérios), Brasília (DF)
Transmissão: Canal do DataSUS no YouTube 

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Tatiany Volker Boldrini
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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