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Evento realizado pela Lambuza Musical e Movimento Vambora terá programação intensa: palestras, exibição de videoclipes, rodada de negócios e showcases

Feira da Música de Mato Grosso conectará agentes com foco no fortalecimento de negócios

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Aos moldes dos eventos desenvolvidos como espaço de interação entre agentes da cadeia produtiva da música e de reflexão sobre arte e mercado, entre os dias 3 e 5 de março acontece a Feira da Música de Mato Grosso (FeMus-MT), no Centro Cultural Casa Cuiabana, visando estimular o ambiente de negócios da música. Com agenda aberta ao público, a ação inclui palestras, debates, exibição de videoclipes e documentários musicais.

 

Reunindo profissionais de todos os setores da indústria musical, como artistas, músicos, programadores, estudantes, empresários, técnicos, jornalistas e apaixonados por cultura, a programação contemplará ações como Showcases e Rodada de Negócios com convidados do mercado musical e artistas que serão selecionados por meio de chamamento anterior ao evento.

 

Idealizadora da feira, a produtora cultural com foco no segmento musical, Larissa Sossai explica que o evento segue a prática de um circuito consolidado não só no Brasil, mas no mundo. “Feiras e conferências musicais são importantes ambientes para se compreender o novo mercado, indústria e as constantes transformações do cenário musical”, ressalta. Entre as mais importantes dos circuitos nacional e internacional, que inspiram o evento mato-grossense, ela destaca a SIM SP (SP), FORMEMUS (ES), FIMSUL (PR), TUM CULT (PR), MIL Lisboa, Womex (DE), SXSW e FIMPro.

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De acordo com Silvana Cordova, coordenadora geral do Festival Vambora, a realização da Feira da Música cria um formato diferenciado dentro do Festival. “Precisamos destacar que esta ação não se resume apenas em apresentações artísticas para o público consumidor, mas também em ampliar a prospecção das tendências do mercado da música para seus profissionais”, salienta.

 

Contando com uma rede de apoio, Larissa explica que o objetivo dos organizadores da FeMus MT é promover a inserção da região mato-grossense nesse circuito, fomentar novos negócios e intercâmbio profissional dos artistas e agentes da cultura mato-grossense.

 

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“Diante da inovação constante do circuito musical brasileiro, esperamos com essa iniciativa promover networking e novos negócios para artistas da região mato-grossense e abrir caminho para que eles possam circular por festivais de música de outras localidades”, explica. Larissa também está à frente da produção executiva da Lambuza Musical, que é realizadora da feira ao lado do Movimento Vambora.

 

A Feira da Música é realizada pelo Movimento Vambora, com o patrocínio do Governo do Estado e Secretaria de Estado de Cultura Esporte e Lazer (Secel-MT), com apoio cultural do Sebrae, Sicredi, Assembleia Social e Bateras Beat.

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A programação completa será divulgada em breve, mas alguns nomes do circuito nacional já confirmaram presença, como Barral Lima (MG), produtor artístico e musical, compositor e baixista, que trabalhou em inúmeros projetos fonográficos e shows e Amanda Bittar (SP), que atua no ecossistema da cultura há 11 anos como gestora de comunicação e produtora, além de agentes culturais de Mato Grosso do Sul, interior de Mato Grosso, Belém do Pará e São Paulo.

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Para acompanhar as divulgações da FeMus MT é só seguir o instagram do Movimento Vambora: @vambora.mt e da Feira: @femusmt

 

Serviço:

FeMus MT – Feira da Música de Mato Grosso

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Local: Casa Cuiabana

Dias: 03 a 05 de março de 2023

Horário: A partir das 14h

Canais de Comunicação: @femusmt @vambora.mt

 

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Da assessoria.

DESTAQUE

Adenocarcinoma pulmonar: o que é o câncer diagnosticado no papa Leão XIV

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Subtipo mais comum de câncer de pulmão cresce devagar e costuma ser descoberto antes de se espalhar

O papa Leão XIV passou nesta terça-feira (13) por uma cirurgia para retirar um nódulo do pulmão direito depois de os médicos identificarem um adenocarcinoma pulmonar, o subtipo mais comum de câncer de pulmão. O nódulo foi detectado em exames de rotina.

O adenocarcinoma se forma nas glândulas que produzem muco e aparece, na maioria dos casos, nos alvéolos, as estruturas do pulmão por onde o ar entra e sai. Ele se desenvolve na parte periférica do órgão e cresce mais devagar que outros tipos de câncer pulmonar. Pertence ao grupo dos cânceres de pulmão de não pequenas células (CPNPC) e, em comparação com os demais tumores desse grupo, tem mais chance de ser descoberto antes de atingir outros órgãos.

Sintomas

A doença costuma ser silenciosa, e muitos dos sinais são confundidos com os de outras enfermidades. Os principais são:

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  • tosse persistente;
  • tosse com muco e sangue;
  • falta de ar;
  • dificuldade para respirar ou engolir;
  • chiado no peito;
  • dor no peito;
  • voz rouca;
  • cansaço;
  • perda de apetite;
  • perda de peso sem motivo aparente;
  • inchaço no rosto ou nas veias do pescoço.
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A orientação de especialistas é procurar atendimento médico assim que os sintomas aparecerem.

Causas

O tabagismo é a principal causa de câncer de pulmão, mas o adenocarcinoma também aparece em quem não fuma. A doença afeta mais mulheres e jovens.

O risco aumenta com a exposição ao fumo passivo, ao radônio, à fumaça de motores a diesel, a compostos de cromo, berílio e níquel, à fuligem, ao alcatrão e ao amianto.

Diagnóstico

A investigação começa com exames de laboratório, como sangue e urina, e de imagem, como raio-x, ressonância magnética ou tomografia computadorizada. Se os resultados indicarem suspeita de câncer, os médicos retiram uma pequena amostra do tecido pulmonar para biópsia, que confirma ou descarta a doença.

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Confirmado o diagnóstico, o paciente passa por novos exames para definir o estágio do câncer, se está restrito a uma área ou se já chegou a outros órgãos. É a partir disso que o tratamento é escolhido.

Tratamento e cura

O adenocarcinoma tem cura, e as chances dependem do estágio e de quando a doença é descoberta. Elas são maiores quando o diagnóstico é feito no início, com tumor pequeno e sem comprometimento dos gânglios linfáticos. O Vaticano não informou de imediato esses dados sobre o caso do papa.

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Conforme o estágio, o tratamento pode incluir cirurgia para retirar o tumor, quimioterapia, radioterapia, imunoterapia e terapias-alvo, que atacam células cancerígenas específicas.

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