Pesquisar
Close this search box.

DESTAQUE

Abertas para empreendedores e interessados em abrir o próprio negócio

Publicado em

inscrições_empresários

Estão abertas vagas nas turmas de Cuiabá, Pontes e Lacerda e Várzea Grande de 11 a 15 de dezembro, das 19h às 22h. Os interessados em participar devem se inscrever pelo site do evento.

Ao fim do curso, a pessoa sai com o plano de negócio, logomarca personalizada, consultoria online durante três meses, com acompanhamento especializado, certificado e a possibilidade de acessar crédito, via Desenvolve MT, para abrir ou expandir a empresa.

Ao todo, serão 74 turmas abertas em 55 municípios do Estado. As capacitações serão realizadas ao longo de 2024.

“Resolvemos trabalhar junto com os CDLs porque eles estão na ponta e presentes em quase todos os municípios e o Estado precisa apoiar cada vez mais o pequeno empreendedor, como já vem fazendo nos últimos cinco anos do governo Mauro Mendes. Esse projeto capacita o pequeno empreendedor – quem já tem um negócio ou pretende ter, que já sai com um plano de negócio montado e é acompanhado durante 90 dias. Depois, vem a nossa agência, a Desenvolve MT, para emprestar o recurso necessário para que ele possa melhorar ou abrir o seu negócio”, explicou o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, César Miranda.

Leia Também:  Horsens Flow reúne mulheres para yoga e observação de cavalos

Conforme o secretário, o circuito vai impactar na geração de emprego e no desenvolvimento econômico do Estado, ao garantir que o micro e pequeno empreendedor tenha a mesma oportunidade que os empresários de médio e grande porte.

Advertisement

“O lucro do Governo tem que ser social, melhorando a qualidade de vida da população e gerando oportunidades para todos aqueles que precisam e, obviamente, do momento que você vai fomentando a economia como um todo e a economia estadual cresce, aumenta a arrecadação e, consequentemente, aumenta o retorno do dinheiro público, voltando para a sociedade através de escolas, hospitais, investimento em segurança pública, infraestrutura”, argumentou Miranda.

O curso será realizado em cinco dias presenciais, das 19h às 22h, nos municípios de Cuiabá, Várzea Grande e Pontes e Lacerda, de forma simultânea.

Além do conhecimento adquirido, os alunos construirão um plano de ação, passarão a ter uma logomarca personalizada para seus negócios, certificado de capacitação e o privilégio de receber consultoria on-line especializada por 3 meses para orientação contínua e aprimoramento de suas iniciativas.

“O empreendedorismo, não apenas transforma vidas individuais, mas também pode impulsionar o desenvolvimento de comunidades inteiras. Estamos comprometidos em oferecer suporte e recursos para aqueles que desejam fazer a diferença por meio de suas ideias inovadoras”, enfatizou o presidente da FCDL/MT, David Pintor.

Leia Também:  Discurso do ministro Márcio Elias Rosa (MDIC) na abertura da 10ª reunião de Ministros de Indústria dos BRICS

Em 2022, a previsão do Circuito Empreenda Mais CDL e Sedec era ter 350 alunos inscritos, mas foram 665, bem acima da meta estipulada. Cerca de 265 pessoas saíram empreendendo em sete municípios atendidos em 10 turmas presenciais e 1.325 pessoas impactadas.

Advertisement

Outro destaque é que após a capacitação houve aumento de 21% na renda dos participantes. Antes do curso, eles tinham média de R$ 3.295,58 e após o curso passaram a ter renda de R$ 3.987,85.

Cerca de 67% dos negócios abertos após o curso são liderados por mulheres.

DESTAQUE

Eclipse com “lua de sangue” poderá ser visto em Mato Grosso

Published

on

O céu de agosto reserva dois eclipses, e apenas um deles interessa a quem vai olhar para cima em Mato Grosso. O eclipse solar total do dia 12 fica restrito ao hemisfério norte, sem qualquer visibilidade no Brasil. Já o eclipse lunar da virada de 27 para 28 de agosto será observável de todo o território nacional, a olho nu, sem equipamento e sem precisar sair da cidade.

Em Cuiabá e nas demais cidades do estado, a fase interessante começa às 22h33 do dia 27, quando a sombra da Terra passa a avançar visivelmente sobre o disco lunar. O ponto máximo ocorre às 0h12 do dia 28, já na madrugada de sexta-feira. Os horários seguem o fuso de Mato Grosso, uma hora atrás de Brasília, onde o mesmo instante marca 23h33 e 1h12. A fase parcial se estende por cerca de três horas e 18 minutos.

Tecnicamente, o fenômeno é um eclipse parcial. Na prática, chega perto do limite. Os cálculos da Nasa apontam magnitude umbral de 0,930, o que significa que 93% do diâmetro da Lua entrará na umbra, a parte central e mais escura da sombra terrestre. A porção encoberta não desaparece: ganha um tom avermelhado, resultado da luz solar que atravessa a atmosfera da Terra e é desviada para a superfície lunar.

“Este eclipse será apenas parcial, mas será quase total, já que 93% da Lua vai entrar na sombra escura da Terra”, afirmou a astrônoma Josina Nascimento, do Observatório Nacional, em entrevista divulgada pela instituição.

A posição da Lua no céu favorece o observador brasileiro. No momento de maior cobertura, o satélite estará alto, o que dispensa a busca por mirantes, morros ou horizontes abertos. Um quintal, uma varanda ou uma rua com pouca iluminação artificial bastam. A duração longa também dá margem a nuvens passageiras sem que a observação se perca.

Advertisement

Por que a Lua fica vermelha

Dentro da umbra, a Lua não fica no escuro absoluto. Ela continua recebendo luz do Sol, só que filtrada pela atmosfera da Terra. O ar espalha os tons azuis e deixa passar os avermelhados — o mesmo processo que tinge o céu no fim da tarde. Essa luz vermelha é desviada pela borda da atmosfera terrestre e vai parar na superfície lunar, o que dá ao disco eclipsado a cor de cobre.

Leia Também:  Filtro de relevância passa a exigir tópico obrigatório no recurso especial ao STJ

A intensidade do tom varia. Quanto mais poeira, fumaça e nuvem houver na atmosfera no momento do eclipse, mais escura fica a Lua. Em anos de grandes erupções vulcânicas, o disco chega a quase sumir da vista.

O eclipse lunar só acontece na Lua cheia, quando Sol, Terra e Lua se alinham nessa ordem. Como a órbita lunar é inclinada cerca de cinco graus em relação ao plano da órbita terrestre, o alinhamento perfeito não se repete todo mês — daí a raridade relativa do fenômeno.

A sombra projetada pela Terra tem duas camadas. A penumbra é uma sombra branda, que escurece a Lua de forma quase imperceptível. A umbra é a região central, onde a luz solar direta fica bloqueada. O eclipse penumbral costuma passar despercebido; o parcial e o total acontecem quando a Lua penetra a umbra.

Segundo o Observatório Nacional, este será o último eclipse lunar de grande magnitude visível de todo o país até o fim da década. Os previstos para 2027 são penumbrais. Em 2028, os dois parciais terão coberturas bem menores, inferiores a 3% e a 33%.

Advertisement

O eclipse do Sol, e por que ele não chega aqui

O fenômeno do dia 12 é de outra natureza. Nele, a Lua se interpõe entre a Terra e o Sol e projeta uma sombra estreita sobre a superfície do planeta. Só quem está dentro dessa faixa vê o Sol completamente encoberto.

Leia Também:  Janja pede bloqueio de rede social, Nikolas critica, AGU anuncia ação para tirar a plataforma do ar

A trajetória começa no extremo norte da Sibéria, na Rússia, cruza o Oceano Ártico, passa pela Groenlândia e pela Islândia e atinge a Europa continental no fim da tarde. Na Espanha, a faixa de totalidade se estende da costa norte — com Oviedo, A Coruña e Bilbao — até as Ilhas Baleares, e uma pequena área de Portugal também é alcançada. No ponto de maior eclipse, em águas internacionais, a totalidade dura pouco mais de dois minutos.

Fora dessa faixa, o Sol aparece apenas parcialmente coberto. É o caso da França, de boa parte da Europa, do norte da África e de trechos da América do Norte. O Brasil fica fora de qualquer uma das duas condições.

O eclipse solar total resulta de uma coincidência geométrica. O Sol tem diâmetro cerca de 400 vezes maior que o da Lua, mas está aproximadamente 400 vezes mais distante. Os dois discos, vistos da Terra, acabam com tamanho aparente semelhante.

Proteção só é exigida no eclipse solar

A diferença de segurança entre os dois fenômenos é absoluta. O eclipse lunar não oferece risco algum: pode ser acompanhado a olho nu, com binóculo ou telescópio, do começo ao fim.

Advertisement

Já o eclipse solar exige filtro certificado pela norma ISO 12312-2 ou máscara de solda com vidro número 14. Óculos escuros comuns, chapas de raio X, filmes fotográficos, vidros escurecidos e telas de celular não protegem a retina. A exposição direta sem filtro adequado pode causar lesão permanente na visão.

Quem quiser acompanhar o eclipse solar de longe encontra transmissões ao vivo. A Agência Espacial Europeia exibe o fenômeno em seu canal no YouTube, e o Observatório Nacional também transmite os dois eventos gratuitamente pela mesma plataforma.

Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA