MATO GROSSO
Sejus reúne equipes caninas das forças de segurança para torneio de habilidades em Cuiabá
A Secretaria de Estado de Justiça (Sejus-MT) promove, nos dias 24 e 25 de abril, o 5º Torneio de Cães Policiais, na Academia de Polícia Penal do Estado de Mato Grosso (Acadepolp), em Cuiabá. O evento reúne equipes caninas das forças de segurança estaduais e também contará com demonstrações técnicas das habilidades dos cães empregados em atividades operacionais.
Participam da programação os canis da Polícia Penal de Mato Grosso, do Batalhão de Operações Especiais (BOPE), do Corpo de Bombeiros Militar, do Grupo Especial de Fronteira (Gefron) e do Exército Brasileiro. As apresentações incluem técnicas de faro, busca e captura, localização de entorpecentes, armas e objetos ilícitos, além de demonstrações de adestramento operacional.
Os cães são empregados diariamente em ações de apoio às unidades prisionais e operações integradas em Mato Grosso e em articulação com outras forças de segurança. O secretário de Estado de Justiça, Valter Furtado Filho, destacou a importância da atuação do binômio homem e cão no trabalho policial.
“Os cães farejadores são indispensáveis nas operações, especialmente dentro das unidades prisionais, onde sua capacidade de detecção supera limitações humanas. A integração entre o policial e o cão forma uma parceria fundamental para o sucesso dessas ações”, afirmou.
De acordo com a Gerência de Operações com Cães da Polícia Penal, atualmente o Estado conta com três canis estruturados, localizados em Cuiabá, Sinop e Rondonópolis, com cães treinados para diferentes tipos de atuação operacional e social.
Entre os destaques estão cães das raças pastor-belga-malinois, conhecidos pelo alto desempenho em atividades de faro e contenção, e o golden retriever, utilizado também em ações de interação social e apoio a projetos institucionais.
O torneio reforça a valorização da cinotecnia operacional no sistema de segurança pública e destaca o papel estratégico dos cães nas atividades de inteligência, busca e apoio às forças de segurança do Estado.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Sema embarga área por saneamento clandestino despejado em córrego de Mirassol D´Oeste
A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) embargou uma área do município de Mirassol D´Oeste, por operação de sistema de saneamento clandestino, até que seja promovida a regularização ambiental. Durante a autuação, ocorrida na sexta-feira (17.4), os fiscais identificaram o local da escavação que permitiu a entrada de resíduos sólidos e líquidos brutos no sistema de drenagem pluvial, que deságua no Córrego André. Nesta quarta-feira (22), equipes da Sema voltam ao local para fazer a coleta em vários pontos no córrego para análise em laboratório.
Foi verificado também o descarte de resíduos no local oriundos do serviço de limpa fossa. A ação imediata, requerida pela Promotoria de Justiça da Comarca do município, contou com o auxílio da Polícia Militar Ambiental, por meio da 1ª Companhia Independente de Proteção Ambiental, e Polícia Militar de Mirassol D´Oeste.
De acordo com a Sema, a área já havia sido interditada. “A continuidade das atividades em uma área formalmente interditada configura crime de desobediência à ordem administrativa ambiental e reincidência específica, agravando a responsabilidade penal dos envolvidos”, destacou o diretor da Unidade da Sema em Cáceres, Luiz Sergio Garcia.
Segundo ele, o documento e as provas colhidas serão encaminhados ao Ministério Público do Estado de Mato Grosso e à Delegacia Especializada do Meio Ambiente para apuração no âmbito cível e criminal.
Além da coleta em vários pontos no córrego, será requerido ao município a elaboração do Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD), exigido pelo Sema e pelo Ministério Público para reparar danos ambientais, focando na reabilitação do meio físico e biótico (solo, fauna, flora), na qual envolve diagnóstico, ações de revegetação e monitoramento, visando a estabilidade ambiental da área.
A introdução de carga orgânica in natura em sistema clandestino provoca a degradação sistêmica do corpo hídrico, com reflexos diretos no Rio Jauru e na bacia do Rio Paraguai, comprometendo a biodiversidade e a saúde pública regional.
Fonte: Governo MT – MT
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