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Missão internacional avança na abertura do mercado cubano para frutas brasileiras

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O processo de abertura do mercado cubano para frutas brasileiras avançou com a realização de missão técnica conduzida por representantes da Organização Nacional de Proteção Fitossanitária (ONPF) de Cuba. O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) acompanhou a etapa final da auditoria no dia 9 de abril, em Vacaria (RS), na região dos Campos de Cima da Serra.

A agenda foi coordenada pelo Departamento de Sanidade Vegetal e de Insumos Agrícolas (DSV), da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA), com apoio da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul (Seapi-RS) e da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc). O objetivo foi subsidiar a abertura do mercado de Cuba para a exportação brasileira de limão, laranja, uva e maçã.

Durante a visita ao Rio Grande do Sul, os técnicos cubanos realizaram verificações presenciais nos sistemas de produção de maçã, com foco em medidas de manejo fitossanitário, rastreabilidade e controle de pragas. Também foram avaliados os mecanismos oficiais de certificação fitossanitária, o registro de áreas produtoras e os sistemas de mitigação de riscos adotados no Brasil.

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A delegação visitou pomares e empresas exportadoras, onde conheceu os processos de classificação, processamento, tratamento a frio e rastreabilidade dos produtos destinados ao mercado externo.

A produção brasileira de maçã é reconhecida pela qualidade e pela organização da cadeia produtiva, com potencial para atender às exigências fitossanitárias dos mercados importadores. Atualmente, o Brasil é o 12º maior produtor mundial da fruta e exporta para cerca de 40 países, entre eles Índia, Portugal e Irlanda, além de abastecer o mercado interno.

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A missão integra uma agenda mais ampla de auditorias realizadas em diferentes regiões do país. No início da semana, a delegação cubana esteve em São Paulo, onde avaliou os sistemas de produção e certificação fitossanitária da lima ácida tahiti e da laranja, com visitas técnicas a unidades produtivas e de consolidação.

A programação foi encerrada com reunião entre os auditores cubanos e representantes do Mapa para apresentação das principais observações da missão e definição das próximas etapas do processo de abertura de mercado.

Informação à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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AGRONEGÓCIO

Mato Grosso do Sul expande produção de etanol de milho e atrai novos investimentos industriais

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Produção de etanol de milho cresce quase 34% em MS

O Mato Grosso do Sul reforçou sua posição estratégica no setor de bioenergia ao registrar crescimento expressivo na produção de etanol de milho. Na safra 2025/2026, o estado produziu 2,128 bilhões de litros, volume que representa 20,92% da produção nacional, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

O desempenho mantém o estado como segundo maior produtor do país, atrás apenas de Mato Grosso, e confirma a consolidação da região Centro-Sul como principal polo de expansão do biocombustível.

Em relação à safra anterior, houve crescimento de 33,9%, impulsionado principalmente pela ampliação da capacidade industrial e pela maior integração com a produção agrícola.

Etanol hidratado lidera produção no estado

Do total produzido em Mato Grosso do Sul:

  • 73,11% correspondem ao etanol hidratado, utilizado diretamente como combustível
  • 26,89% são de etanol anidro, destinado à mistura com a gasolina

O milho já responde por 43,21% de todo o biocombustível produzido no estado, considerando também a produção a partir da cana-de-açúcar, o que evidencia a crescente relevância do grão na matriz energética local.

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Nova usina em Jaraguari impulsiona expansão industrial

O avanço do setor ganha novo impulso com a instalação de uma usina no município de Jaraguari. O projeto da Usina de Etanol de Amido Pioneiras recebeu Licença de Instalação recentemente e prevê investimento de R$ 300 milhões.

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A unidade terá capacidade para processar 500 toneladas diárias de milho ou sorgo, com produção estimada de até 200 mil metros cúbicos de etanol por ano.

A nova planta se soma às usinas já em operação em Sidrolândia, Dourados e Maracaju, ampliando a base industrial do estado.

Investimentos fortalecem economia e atraem novos negócios

Além de aumentar a produção, o empreendimento deve gerar empregos, fortalecer a infraestrutura local e atrair novos investimentos para a região.

A instalação da usina também está associada a melhorias logísticas e organização industrial, incluindo projetos de pavimentação e acesso, que contribuem para a eficiência da cadeia produtiva.

Autoridades estaduais destacam que a agilidade no licenciamento ambiental e o ambiente favorável aos negócios têm sido fatores decisivos para atrair novos projetos ao estado.

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Integração entre agro e energia sustenta avanço

A expansão do etanol de milho ocorre paralelamente à diversificação do uso da terra em Mato Grosso do Sul:

  • A soja ocupa mais de 4,6 milhões de hectares
  • Áreas de eucalipto somam cerca de 1,9 milhão de hectares
  • As pastagens representam aproximadamente 46% do território
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Esse cenário indica forte potencial de intensificação produtiva e reforça um modelo baseado na integração entre agricultura, indústria e energia.

Mato Grosso do Sul se consolida como polo de bioenergia

Com escala agrícola, infraestrutura em expansão e políticas de incentivo, Mato Grosso do Sul avança na estratégia de agregar valor à produção de grãos e ampliar sua competitividade no mercado de energias renováveis.

O crescimento do etanol de milho consolida o estado como um dos principais protagonistas da bioenergia no Brasil, com perspectivas positivas para novos investimentos e expansão da produção nos próximos anos.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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