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MPMT promove Blitz Ergonômica Postural durante campanha Abril Verde

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Em alusão ao Dia Internacional em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças Relacionadas ao Trabalho, celebrado em 28 de abril, o Núcleo de Qualidade de Vida no Trabalho do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) – Vida Plena realizará uma Blitz Ergonômica Postural. A iniciativa tem caráter preventivo e educativo e é voltada aos integrantes da instituição de todo o estado.A atividade ocorrerá de forma prática e orientativa, podendo ser realizada presencialmente (com atendimentos nos postos de trabalho) ou de maneira remota, conforme a necessidade dos participantes. Os interessados devem se inscrever por meio do preenchimento do formulário aqui.A ação tem como objetivo orientar, sensibilizar e promover melhorias no ambiente laboral, a partir da avaliação postural, análise das condições ergonômicas, adequação de mobiliários e orientações individualizadas. A proposta é contribuir para a prevenção de lesões por esforços repetitivos (LER/Dort), reduzir dores musculoesqueléticas, afastamentos do trabalho e promover mais qualidade de vida e bem-estar no ambiente institucional.A Blitz Ergonômica está alinhada às diretrizes da Norma Regulamentadora nº 17 (NR-17), que trata da ergonomia no trabalho, com foco no conforto, na segurança e no desempenho eficiente das atividades laborais.A iniciativa integra o conjunto de ações desenvolvidas pelo Núcleo Vida Plena no âmbito da Campanha Abril Verde, de alcance nacional, voltada à conscientização sobre a importância da saúde e da segurança no trabalho. Entre as ações promovidas pelo MPMT durante a campanha estão a realização do Curso de Noções Básicas de Suporte Básico de Vida, a publicação da cartilha “Abril Verde – A segurança começa por cada um de nós”, com orientações práticas para um ambiente de trabalho mais seguro, saudável e produtivo, além da divulgação de mensagens educativas e motivacionais alusivas ao tema.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Escravidão e memória histórica são tema de webinar do MPMT

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Em diálogo com a agenda internacional de direitos humanos, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) realizou, nesta quarta-feira (22), um webinar dedicado à reflexão crítica sobre a escravidão e o tráfico transatlântico de pessoas escravizadas. A iniciativa destacou a centralidade da memória histórica como elemento fundamental na promoção da igualdade racial e na defesa dos direitos humanos.O webinar foi idealizado pela Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Cidadania, Consumidor, Direitos Humanos, Minorias, Segurança Alimentar e Estado Laico, em parceria com o Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf), Escola Institucional do MPMT. O objetivo foi fomentar o debate qualificado sobre os impactos históricos e contemporâneos da escravidão na sociedade brasileira.A palestra central foi ministrada pela escritora e imortal da Academia Brasileira de Letras Ana Maria Gonçalves, que apresentou uma abordagem acadêmica e reflexiva sobre os silêncios presentes nos registros oficiais da escravidão e seus desdobramentos na realidade social contemporânea.Segundo a autora, refletir sobre a escravidão exige compreendê-la como um processo cujos efeitos permanecem ativos no presente. “Quando a gente pensa na escravidão apenas como um episódio encerrado, perde a dimensão de como ela continua estruturando desigualdades e violências que atravessam o nosso tempo”, pontuou.Durante a exposição, Ana Maria Gonçalves apresentou conceitos desenvolvidos por pensadoras negras, como a fabulação crítica e a noção de rastro da escravidão. A partir dessas referências, destacou como a história oficial apagou trajetórias de pessoas negras e como a literatura e a pesquisa podem contribuir para a reconstrução dessas narrativas.Ao relatar o processo de criação do romance “Um defeito de cor”, a escritora explicou que a escassez de registros sobre mulheres negras escravizadas demanda um trabalho rigoroso de investigação e imaginação responsável. “Escrever essas histórias é uma forma de enfrentar a violência do arquivo e afirmar que essas vidas existiram, mesmo quando os documentos tentaram silenciá-las”, destacou.O procurador de Justiça José Antônio Borges Pereira, titular Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Cidadania, Consumidor, Direitos Humanos, Minorias, Segurança Alimentar e Estado Laico, atuou como debatedor do evento e ressaltou a importância do debate no âmbito do Ministério Público e o papel das instituições públicas na construção de uma sociedade comprometida com o enfrentamento do racismo.“A obra da professora Ana Maria Gonçalves não me ensinou apenas a não ser racista, mas, sobretudo, a ser antirracista, a partir da força da sua escrita e da história que ela escolheu narrar”, afirmou o procurador de Justiça José Antônio Borges Pereira.Reconhecimento – Considerado a principal obra de Ana Maria Gonçalves, o romance “Um defeito de cor” venceu o Prêmio Casa de las Américas, em 2007, e foi eleito o melhor livro da literatura brasileira do século 21 por júri da Folha de S.Paulo. A obra narra a trajetória de Kehinde, mulher negra sequestrada ainda criança no Reino do Daomé e trazida ao Brasil para ser escravizada na Ilha de Itaparica, na Bahia.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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