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EDUCAÇÃO

Institutos federais passam a integrar o InovaSUS Digital

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Catorze institutos federais, autarquias vinculadas ao Ministério da Educação (MEC), tiveram seus projetos selecionados no Edital nº 1/2026, que trata do Laboratório InovaSUS Digital. No total, 16 soluções tecnológicas inovadoras desenvolvidas por meio da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica foram escolhidas pelo Ministério da Saúde, considerando o desenvolvimento e a inovação relacionados aos desafios prioritários do Sistema Único de Saúde (SUS).  

O objetivo do edital é transformar as iniciativas apresentadas em soluções capazes de gerar impacto concreto na organização e na oferta de serviços do SUS. O chamamento recebeu 657 propostas de instituições públicas e privadas de ensino superior, empresas, startups, dentre outros. As instituições selecionadas apresentaram soluções tecnológicas alinhadas ao SUS no contexto do Programa SUS Digital e do programa Agora Tem Especialistas.  

Foram submetidos projetos nas áreas de Inteligência Artificial, Telessaúde, Medicina de Precisão e Análise de Dados, além de Gestão da Informação e Vigilância em Saúde. As propostas passarão a integrar o ambiente colaborativo do Laboratório InovaSUS Digital, iniciativa criada para estimular a cooperação entre governo, instituições de ensino, centros de pesquisa e setor produtivo no desenvolvimento de tecnologias aplicadas à saúde e disponíveis para a população. 

Rede Federal – As instituições que compõem a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica e que foram contemplados no chamamento público foram os institutos federais Baiano (IF Baiano), Goiano (IF Goiano), Sul Rio-Grandense (IFSul), da Bahia (IFBA), da Paraíba (IFPB), de Brasília (IFB), de Mato Grosso (IFMT), de Mato Grosso do Sul (IFMS), de Santa Catarina (IFSC), de São Paulo (IFSP), de Sergipe (IFSE), do Ceará (IFCE), do Espírito Santo (Ifes) e do Maranhão (IFMA). 

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) e do Ministério da Saúde 

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Fonte: Ministério da Educação

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Escola que Protege: participação em diagnóstico é ampliada

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Secretarias de educação de todo o país têm mais tempo para responder ao Diagnóstico Nacional do Programa Escola que Protege (ProEP), desenvolvido pelo Ministério da Educação (MEC) — o prazo, que terminaria nesta quinta-feira, 30 de abril, foi ampliado até 15 de maio. 

O formulário pode ser acessado pelo Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec) e tem o intuito de conhecer as realidades locais das redes de ensino, a fim de formular estratégias para o enfrentamento das violências e do bullying nas escolas. Para facilitar o preenchimento do documento, o MEC criou um guia com orientações, que está disponível na página do programa

A iniciativa permitirá produzir um retrato aprofundado das condições institucionais, pedagógicas e territoriais relacionadas à convivência escolar e às violências que afetam o ambiente educacional. Além disso, orientará tecnicamente a construção ou revisão dos Planos Territoriais Intersetoriais de Enfrentamento das Violências nas Escolas (Planteves) — instrumento de planejamento que articula as políticas de educação, assistência social, saúde, justiça e segurança pública, dentre outras, nos territórios.  

As informações fornecidas pelas redes de ensino contribuem para qualificar políticas públicas, orientar a tomada de decisões e fortalecer as redes de proteção e garantia de direitos nos territórios escolares. 

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Escola que Protege – O programa tem por objetivo fortalecer as capacidades das redes de ensino para prevenir e enfrentar a violência nas escolas. Com a iniciativa, o MEC promove a formação continuada de profissionais da educação, fomenta a construção de planos de enfrentamento à violência e respostas a emergências, assessora as redes de ensino em casos de ataques de violência extrema e incentiva a cultura de paz e a convivência democrática. 

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Além disso, a política fornece apoio psicossocial às comunidades escolares afetadas pela violência, incentivando práticas de acolhimento e respeito à diversidade, e fomenta a criação e a manutenção de espaços de participação estudantil e assembleias. Essas e outras formas de engajamento da comunidade são essenciais para a identificação precoce de situações de risco e para o desenvolvimento de soluções colaborativas para o enfrentamento da violência.  

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) 

Fonte: Ministério da Educação

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