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EDUCAÇÃO

MEC debate ciclo de políticas voltadas à alfabetização

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O Ministério da Educação (MEC) promoveu, nesta quinta-feira, 7 de maio, um webinário para debater o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA) e as Políticas Municipais de Alfabetização. Durante o evento, foram abordadas as diretrizes para elaboração, implementação, monitoramento e avaliação das ações de ensino, a fim de orientar as redes sobre o ciclo de políticas públicas voltadas à alfabetização. Dessa forma, a pasta buscou contribuir com a qualificação dos programas educacionais a partir de diferentes perspectivas teórico-metodológicas. 

“Começamos esta gestão com um percentual inferior a 40% das crianças brasileiras que tinham a alfabetização plenamente consolidada ao final do 2º ano do ensino fundamental”, explicou a diretora de Políticas e Diretrizes da Educação Integral Básica, Tereza Santos Farias. “Visando reverter este cenário, o MEC, em conjunto com estados e municípios, têm realizado um grande esforço para garantir que cada um dos eixos da política de alfabetização tenha materialidade e para que profissionais da educação tenham ao alcance das mãos os elementos factíveis para implementação da política de alfabetização. Por isso, neste último ciclo, que se encerrou em 2025, cumprimos com a meta e alcançamos 64% de alunos alfabetizados, com a expectativa de atingir, até 2030, 80% das crianças”. 

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O webinário é voltado aos articuladores estaduais e municipais da Rede Nacional de Articulação de Gestão, Formação e Mobilização (Renalfa), além de professores, coordenadores pedagógicos, gestores escolares e equipes técnicas das secretarias de educação. Também são esperados dirigentes municipais e estaduais interessados pelo fortalecimento das políticas de alfabetização. 

A iniciativa integra o conjunto de ações do CNCA, política do MEC que busca garantir que todas as crianças estejam alfabetizadas na idade adequada, por meio do apoio técnico e da articulação com estados e municípios. 

Participantes – Também estiveram presentes no evento o coordenador-geral de Alfabetização, João Paulo Mendes Lima; a professora da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Cristina Cardoso de Araújo; e a professora da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), Cláudia Maria Mendes Gontijo. 

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CNCA – O Compromisso tem como finalidade assegurar o direito à alfabetização para os estudantes até o final do 2° ano do ensino fundamental. A política foi lançada em 2023 e tem como foco recuperar o processo de aprendizagem das crianças que foram afetadas pela pandemia da Covid-19. Por meio da iniciativa, o MEC busca a promoção da equidade educacional, levando em consideração os aspectos regionais, socioeconômicos, culturais, étnico-raciais e de gênero; a colaboração entre os entes federativos; e o fortalecimento das formas de cooperação entre estados e municípios. 

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As metas do Compromisso são direcionar os esforços do MEC para alfabetizar na idade certa e recompor a alfabetização nos anos iniciais por meio de: organização de um regime de colaboração e corresponsabilização entre a União, os estados e os municípios; metas pactuadas de resultado de alfabetização com monitoramento e acompanhamento; estratégias de apoio técnico e financeiro da União para melhorar a infraestrutura física e pedagógica das escolas públicas; oferta de materiais didáticos complementares para estudantes e de materiais pedagógicos para professores; sistemas de avaliação da alfabetização; estratégias formativas e orientações curriculares. 

  

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB) 

Fonte: Ministério da Educação

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EDUCAÇÃO

Governo do Brasil inclui mais obras da educação no Novo PAC

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O Governo do Brasil publicou no Diário Oficial da União (DOU) de quarta-feira, 6 de maio, a Resolução n° 13, que define novas obras a serem realizadas no âmbito do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) e ações a serem executadas por meio de transferência obrigatória de recursos. Para a educação, o documento determina os meios necessários para a construção de dois novos campi e duas novas sedes de institutos federais, além da criação de novos laboratórios para a educação superior. 

Para integrar as ações de expansão da educação profissional e tecnológica (EPT) e fortalecer a modalidade de ensino, o programa incluiu dois novos campi: São Bernardo do Campo e Serrana, ambos pertencentes ao Instituto Federal de São Paulo (IFSP). A ação faz parte dos 100+ Institutos Federais, que recebe R$ 2,5 bilhões do Novo PAC para gerar, assim que todos estiverem prontos, mais de 155 mil novas vagas, majoritariamente de cursos técnicos integrados ao ensino médio. A política visa atender regiões que não contam com a cobertura da EPT ou que registram baixo número de matrículas em cursos técnicos de nível médio em relação à população. 

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A Resolução também determina que as instalações das novas sedes dos campi Belford Roxo e São Gonçalo, do Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ), sejam reenquadradas como obras de consolidação, mantendo em 111 o número de novas unidades em implementação. O Novo PAC investe R$ 1,4 bilhão para garantir que os campi de institutos federais possuam a infraestrutura completa, qualificando a oferta do ensino, da pesquisa e da extensão. Para isso, os recursos são alocados na construção de restaurantes estudantis, bibliotecas, blocos de salas de aula, laboratórios, quadras poliesportivas e, como no caso das duas novas sedes, em instalações definitivas. 

Já para a educação superior, a Resolução prevê a elaboração de novos laboratórios no Campus Sosígenes Costa, da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB). Desde sua concepção, o Novo PAC assegurou a criação de 11 novos campi de universidades federais, além de outras 421 obras que já foram finalizadas ou que ainda estão em andamento. O programa alocou R$ 3,9 bilhões para construção, reforma e ampliação de infraestrutura acadêmica e administrativa, além de mais R$ 1,9 bilhão para modernização, expansão e aquisição de equipamentos para os hospitais universitários federais. 

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Novo PAC – O Novo Programa de Aceleração do Crescimento foi formulado para acelerar o crescimento econômico e a inclusão social do país, com foco na geração de emprego, renda e redução das desigualdades. A política abrange diversos setores, como saneamento, habitação, saúde, educação, mobilidade urbana e esporte, e prioriza a retomada de obras paralisadas, bem como a conclusão de projetos estruturantes. O Novo PAC investirá R$ 1,8 trilhão em todos os estados do Brasil, sendo R$ 1,3 trilhão até 2026 e R$ 0,5 trilhão após 2026. 

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações das Secretarias de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) e de Educação Superior (Sesu) 

Fonte: Ministério da Educação

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