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POLÍTICA NACIONAL

Grupo de trabalho da CAE sobre Master se reúne com Gilmar Mendes na quarta

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O grupo de trabalho que acompanha as investigações sobre o Banco Master na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) se reúne com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes nesta quarta-feira (13). O encontro ocorre a convite de Gilmar, informou nesta terça (12) o presidente da CAE, senador Renan Calheiros (MDB-AL) .

— [Discutiremos] alternativas institucionais para o aperfeiçoamento da Comissão de Valores Mobiliários [CVM]. Esse tema já foi objeto de audiência pública na CAE, diante da crescente complexidade do mercado financeiro e de capitais — disse Renan.

O senador ainda anunciou que o grupo de trabalho se encontra nesta terça (12) com o subprocurador-geral do Ministério Público Junto ao Tribunal de Contas da União (TCU), Lucas Rocha Furtado. O objetivo é obter informações sobre a atuação do Banco Central na supervisão do mercado financeiro, que culminou na liquidação (encerramento das atividades) do Master em novembro de 2025.

A CAE ainda aprovou o REQ 59/2026 – CAE, do senador Renan, para o Ministério da Previdência enviar informações de auditoria investimentos de fundos de previdência de estados e municípios no Banco Master.

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— A maior aplicação foi da Prefeitura de Maceió: R$ 117 milhões aplicados no Banco Master […] A crise do Master está escalando cada vez mais. A cada dia temos notícia de envolvimento de novas pessoas e com casos mais escabrosos do que os anteriormente conhecidos — disse Renan.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Izalci Lucas critica suspensão da Lei da Dosimetria e cobra reação do Congresso

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O senador Izalci Lucas (PL-DF) criticou a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu os efeitos da Lei da Dosimetria (Lei nº 15.402/2026), após a derrubada do veto presidencial pelo Congresso Nacional na semana passada. O parlamentar lembrou que a norma foi aprovada por maioria na Câmara e no Senado e afirmou que a medida compromete a autonomia e interfere diretamente nas prerrogativas das duas Casas.

— Não é possível que o Senado e a Câmara — mas principalmente o Senado — não possam reagir a uma posição como essa! Se o ministro tem o poder de canetar e simplesmente ignorar ou suspender qualquer decisão do Congresso, para que é que serve o Congresso? Desculpem-me, mas não dá para continuar como senador, como deputado numa Casa que não tem autonomia nenhuma, em que o Supremo está acima de tudo e de todos — disse em pronunciamento no Plenário, nesta terça-feira (12).

O senador defendeu o avanço de propostas que limitem decisões monocráticas no Supremo. Segundo ele, é necessário exigir que decisões com maior impacto institucional sejam apreciadas pelo colegiado da Corte, e não tomadas de forma individual.

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— Nós aprovamos aqui o fim das decisões monocráticas. Não dá para um ministro, com uma canetada, afastar um governador ou simplesmente ignorar uma lei. Eu espero que a Câmara cumpra o seu papel e aprove também o que nós aprovamos aqui, para que se torne lei o fim das decisões monocráticas. Qualquer decisão tem que ir ao Plenário — defendeu.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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Fonte: Agência Senado

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