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POLÍCIA

Polícia Civil cumpre 11 ordens judiciais para investigar sequestro e desaparecimento de jovem em Colíder

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta terça-feira (16.6), a Operação Caronte, para solucionar o sequestro e desaparecimento de Vitor Ursolino, de 23 anos, no município de Colíder.

O boletim de ocorrência do desaparecimento da vítima foi registrado na última quinta-feira (11.6). Até o momento, a vítima não foi localizada. A investigação da Delegacia da Polícia Civil de Colíder aponta o envolvimento de membros de uma facção criminosa.

Na operação, foram cumpridos dez mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão, expedidos pelo Plantão da Comarca de Colíder, após representações da autoridade policial. As ordens judiciais foram direcionadas a endereços de suspeitos ligados ao grupo criminoso.

A operação mobilizou equipes das Delegacias de Colíder, Alta Floresta e Nova Canaã do Norte, além da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core).

Durante o cumprimento de um dos mandados, o investigado Ilael Macedo da Silva, de 26 anos, reagiu à atuação policial. Ele estava com uma arma de fogo. Para garantir a própria segurança, os policiais reagiram e efetuaram disparos que atingiram o suspeito. Ele foi socorrido e encaminhado ao Hospital Regional de Colíder, mas veio a morrer.

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As investigações prosseguem com foco na localização da vítima e na responsabilização de todos os envolvidos.

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Operação Caronte

O nome da operação simboliza a gravidade da ação criminosa apurada, em que a vítima teria sido sequestrada por integrantes de facção criminosa e submetida ao chamado “tribunal do crime”, prática que representa uma espécie de sentença clandestina, imposta à margem do Estado e com evidente risco à vida da vítima.

A denominação “Caronte” faz referência ao personagem da mitologia grega, conhecido como o barqueiro responsável por conduzir as almas ao mundo dos mortos.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLÍCIA

Polícia Civil prende casal que aplicou golpe de R$ 38 mil em empresa de produtos de harmonização orofacial

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A Polícia Civil de Mato Grosso, em apoio à Polícia Civil do Paraná, prendeu em flagrante, nesta terça-feira (16.6), em Várzea Grande, um casal, ambos de 25 anos, que receptou produtos para harmonização orofacial, avaliados em torno de R$ 38 mil, oriundos de fraude contra uma distribuidora de Ponta Grossa (PR).

O caso foi comunicado à polícia por uma representante da empresa prejudicada, que procurou a Polícia Civil do Paraná após constatar ter sido vítima de um golpe. Segundo o relato, a empresa vendeu mercadorias avaliadas em R$ 20 mil a um homem que se apresentou como médico e afirmou residir em Goiás. Após a negociação, os produtos foram enviados, no dia 29 de maio, para um endereço localizado no bairro Construmat, em Várzea Grande.

Porém, no dia 8 de junho, a vítima falou com o verdadeiro médico por quem os suspeitos haviam se passado e ele informou que não havia realizado a compra e que seu nome já havia sido usado por terceiros outra vez na mesma região de Mato Grosso.

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Após a denúncia, a Polícia Civil do Paraná entrou em contato com a Delegacia Especializada de Estelionato de Várzea Grande-MT (DEE-VG), que acompanhou a entrega dos Correios nesta terça-feira (16) no endereço indicado pela vítima.

Uma mulher recebeu o material e foi abordada pela equipe policial. Diante do flagrante, a equipe entrou na casa, encontrou o homem e localizou duas caixas de isopor lacradas, com etiqueta dos Correios e tendo como remetente a empresa vítima e como destinatário o mesmo médico que teve o nome utilizado para o golpe, uma que havia acabado de ser entregue e outra de alguns dias antes.

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No quarto do casal, os policiais encontraram duas munições de uso restrito e calibre 7.62. Em uma edícula no fundo da residência foi encontrada uma grande quantidade de maconha, separada em tablete, porções e trouxinhas pequenas prontas para venda.

O casal foi preso em flagrante por receptação, associação criminosa, tráfico ilícito de drogas, associação para o tráfico, posse ilegal de munição de uso restrito e integrar organização criminosa.

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Segundo o delegado Ruy Guilherme Peral, coordenador do Núcleo de Inteligência da DEE-VG, que está realizando os procedimentos policiais relacionados à prisão, o somatório das penas máximas previstas para os crimes cometidos pelo casal podem chegar a 42 anos prisão.

“Esta ação rápida e precisa é resultante do empenho coordenado de todos os servidores da Delegacia Especializada de Estelionato de Várzea Grande e da integração com a Polícia Civil do Paraná, e reforça o compromisso da Polícia Civil no combate qualificado aos crimes patrimoniais e às organizações criminosas”, afirmou o delegado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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