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BRASIL

MME abre consulta pública da Estratégia Nacional de Dados Energéticos

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O Ministério de Minas e Energia (MME) abriu, nesta quarta-feira (01/7), a consulta pública da Estratégia Nacional de Dados Energéticos, iniciativa que busca fortalecer a governança, a padronização, a integração, a qualidade, a segurança, a transparência e o uso estratégico dos dados energéticos no Brasil. Os interessados poderão enviar contribuições até o dia 30 de julho.

Desenvolvida em parceria com a Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês) e com a colaboração de instituições estratégicas do setor energético brasileiro, a proposta é construída em um contexto de crescente demanda por informações confiáveis, tempestivas, interoperáveis e acessíveis. O objetivo é ampliar o uso de dados de qualidade para subsidiar o planejamento energético, a regulação, a formulação de políticas públicas, o acompanhamento da transição energética e a tomada de decisões baseadas em evidências.

Além da abertura da consulta pública, o MME realizou um webinar para apresentar oficialmente a iniciativa e incentivar a participação da sociedade civil, do setor produtivo, da academia e dos agentes do setor energético na construção do documento.

Durante o evento, especialistas destacaram a importância dos dados energéticos para o planejamento do setor, compartilharam experiências institucionais de uso de dados em estudos, regulação e formulação de políticas públicas e reforçaram a necessidade de ampliar a integração e o compartilhamento de informações entre as instituições.

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O webinar reuniu representantes da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), da Petrobras, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

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Confira o evento completo:

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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BRASIL

Programa Brasil Contra o Crime Organizado ultrapassa R$ 3 bi de prejuízo às facções e registra queda nos crimes contra a vida e o patrimônio

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Brasília, 1º/7/2026 – O Programa Brasil Contra o Crime Organizado alcançou um novo marco no enfrentamento às organizações criminosas. As operações coordenadas pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), já provocaram um prejuízo estimado em R$ 3 bilhões às facções criminosas em todo o país.

Os resultados consolidados até 1º de julho mostram que 18.855 pessoas foram presas durante as ações integradas, que mobilizaram 17.175 profissionais de segurança pública das forças federais, estaduais e municipais.

As operações também resultaram na apreensão de 134,8 toneladas de drogas, na erradicação de 93.667 pés de maconha, na retirada de circulação de 2.159 armas de fogo e 31.418 munições, além da apreensão de R$ 723,1 milhões em bens e do bloqueio de R$ 324,9 milhões em ativos financeiros. Somente nas ações de enfrentamento às fraudes eletrônicas e ao estelionato digital, foram bloqueados R$ 103 milhões.

Os números demonstram ainda a eficiência dos investimentos realizados nas operações. Para cada R$ 1 empregado nas ações operacionais do programa, foi produzido um prejuízo aproximado de R$ 50 às organizações criminosas.

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Para o secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas, os resultados refletem uma mudança na estratégia de enfrentamento ao crime organizado, baseada na integração entre as instituições e na atuação simultânea sobre diferentes frentes criminosas.

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“O crime organizado atua como uma rede. Nossa resposta também precisa ser integrada. Estamos atacando não apenas quem executa os crimes, mas principalmente as estruturas financeiras, logísticas e patrimoniais que sustentam essas organizações. Cada prisão, cada arma apreendida, cada bem confiscado e cada ativo bloqueado representa menos capacidade operacional para o crime e mais segurança para a população”, disse o secretário.

Redução dos indicadores de violência

Além dos resultados operacionais, os indicadores nacionais de criminalidade apontam redução nos principais crimes violentos e patrimoniais. Na comparação entre maio de 2026 e maio de 2025, os homicídios dolosos caíram 17,5%, os latrocínios tiveram redução de 14,3% e as lesões corporais seguidas de morte diminuíram 38,7%.

Os crimes patrimoniais também apresentaram queda. O roubo de carga recuou 31,9%, o roubo de veículos caiu 26,6%, os furtos de veículos reduziram 12% e os roubos a instituições financeiras registraram diminuição de 71,4% no período.

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Segundo Chico Lucas, os resultados são fruto da integração entre as forças de segurança pública, do compartilhamento de inteligência, da execução de operações coordenadas em âmbito nacional e do fortalecimento das ações de asfixia financeira das organizações criminosas.

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Brasil Contra o Crime Organizado

O Programa Brasil Contra o Crime Organizado reúne iniciativas voltadas ao enfrentamento das facções por meio da integração entre União, estados e municípios, com foco na prisão de lideranças criminosas, descapitalização das organizações, combate ao tráfico de drogas e armas, enfrentamento às fraudes eletrônicas e fortalecimento da inteligência policial.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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