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EDUCAÇÃO

MEC lança referencial de equidade para gestão escolar

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O Ministério da Educação (MEC) realizou, na terça-feira, 1º de julho, o lançamento do Referencial para Qualidade e Equidade da Gestão Escolar, documento elaborado para apoiar as redes públicas de ensino no fortalecimento da gestão escolar e na construção de políticas voltadas à seleção, à formação, ao acompanhamento e ao desenvolvimento de diretores escolares. O evento foi transmitido no canal do MEC no YouTube

A abertura do evento contou com a participação da secretária de Educação Básica do MEC, Kátia Schweickardt; do presidente do Conselho Nacional de Educação (CNE), Cesar Callegari; da diretora de Apoio à Gestão Educacional do MEC, Anita Stefani; e da diretora-executiva da Coalizão de Gestão Escolar, Anna Penido, que ressaltaram a importância da liderança escolar como elemento estratégico para a promoção da qualidade e da equidade na educação pública brasileira. 

No encontro, foram divulgados os principais elementos do referencial, contextualizando seu processo de construção, sua estrutura e as perspectivas para sua implementação pelas redes de ensino. Também foram compartilhadas experiências de construção de marcos locais de gestão escolar no estado do Piauí e no município de Vitória (ES), demonstrando como as referências nacionais podem subsidiar políticas locais de fortalecimento da gestão escolar. 

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O Referencial para Qualidade e Equidade da Gestão Escolar constitui uma referência nacional para orientar a atuação das lideranças escolares em todo o país. O documento propõe uma visão compartilhada sobre a gestão escolar, organizada a partir de valores e princípios, dimensões estratégicas de atuação, responsabilidades, entregas, resultados esperados e competências essenciais para o exercício da função de diretor escolar. Também apresenta orientações para o papel das secretarias de educação no acompanhamento das escolas e incentiva estados e municípios a elaborarem seus próprios marcos locais de gestão escolar, respeitando as especificidades, prioridades e contextos de cada rede de ensino. 

O documento foi desenvolvido pelo MEC por meio de um processo de construção colaborativa, que reuniu especialistas, pesquisadores, dirigentes educacionais, gestores escolares, representantes das redes de ensino e organizações da sociedade civil. Sua elaboração também foi fundamentada em evidências nacionais e internacionais sobre liderança escolar e em experiências já desenvolvidas por estados e municípios brasileiros, buscando consolidar uma base comum que possa orientar o fortalecimento das políticas de gestão escolar em todo o país. 

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A publicação representa mais um passo da Secretaria de Educação Básica (SEB/MEC) na consolidação de uma política nacional de fortalecimento da gestão escolar, articulando iniciativas de formação continuada, transformação digital, produção de evidências e apoio técnico às redes de ensino para garantir melhores condições de aprendizagem e desenvolvimento integral dos estudantes.

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SEB

Fonte: Ministério da Educação

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EDUCAÇÃO

MEC Idiomas tem mais de 560 mil matrículas ativas

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Criado para democratizar e ampliar o acesso ao ensino de línguas estrangeiras no Brasil, o MEC Idiomas atingiu a marca de 564 mil matrículas ativas. Totalmente gratuitos, o portal e o aplicativo oferecem aprendizagem bilíngue autoinstrucional do nível básico ao avançado e têm como objetivo ser o primeiro ponto de contato digital entre o estudante de línguas iniciante e o idioma de sua escolha, acompanhando seu aprendizado até níveis mais avançados. Do total de matriculados, 426,3 mil (75,6%) fazem aulas de inglês, enquanto os demais 137,7 mil (24,4%) participam de cursos de espanhol. 

O portal e o aplicativo serão integrados ao ecossistema do Idiomas sem Fronteiras (IsF), compondo uma política de ensino multilíngue já consolidada. As aulas do MEC Idiomas estão organizadas em seis níveis (A1 a C2); e quatro a seis módulos por nível, cada um deles com dez a 15 aulas. Desde o lançamento, estão disponíveis cerca de 800 aulas. Diversas ferramentas podem ser acessadas pelos estudantes: teste de proficiência; trilha de aprendizagem (aula e reforço); teste ao fim dos módulos; fale e pratique; agente de inteligência artificial para dar apoio, tirar dúvidas e praticar conversação; e comunidades de aprendizado. 

Entre as matrículas com idade informada, a maior concentração de estudantes está na faixa de 25 a 34 anos (198,3 mil matrículas), seguida por estudantes de 18 a 24 anos (145,3 mil) e de 35 a 44 anos (106,8 mil). Juntas, as faixas entre 18 e 34 anos concentram 61% das matrículas. Já em relação à distribuição por região, nas três primeiras posições, estão Sudeste, com 228,9 mil matrículas; Nordeste, com 126,2 mil matrículas; e Sul, com 55,8 mil matrículas. Quanto às unidades federativas, São Paulo lidera em número de matrículas, seguido por Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia e Pernambuco. 

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Passo a passo para usar a plataforma:   

  • Acessar o MEC Idiomas via portal ou via aplicativo e fazer login com o Gov.br;    
  • Escolher o idioma que deseja aprender — inglês ou espanhol;    
  • Fazer o teste de proficiência, disponível na plataforma, que avalia o grau de conhecimento do estudante;  
  • Fazer os exercícios de fixação e de “gamificação”, ao final de cada aula, que incentivam o estudante a concluir aulas e módulos e passar de nível.    

Rede IsF – O MEC Idiomas se integrará ao ecossistema da Rede Andifes – Idiomas sem Fronteiras (Rede IsF), uma política de ensino multilíngue já consolidada. A parceria permite à Rede IsF fortalecer a divulgação do ensino de línguas de forma gratuita e em rede nacional, envolvendo desde o acesso ao portal para a população brasileira, cursos específicos para a comunidade acadêmica e a oferta de cursos de especialização para a rede pública de ensino. A oferta dos cursos do IsF, que duram de um a três meses, acontece duas vezes ao ano. O objetivo da parceria é fortalecer o acesso a línguas estrangeiras, melhorar os índices de proficiência e estimular as produções científicas. Será disponibilizado R$ 1,68 milhão por ano para a iniciativa, que impactará 16 mil alunos por semestre.  

As ações da Rede IsF têm como objetivo central desenvolver uma política linguística nacional para o ensino superior, fortalecendo a formação de professores de línguas estrangeiras e promovendo a capacitação linguística de estudantes, docentes e técnicos administrativos das instituições de ensino superior. Também contemplam a formação de estrangeiros em língua portuguesa e o apoio à capacitação de professores da educação básica.  

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Superior (Sesu)

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Fonte: Ministério da Educação

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