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EDUCAÇÃO

MEC inaugura Campus Altos do Instituto Federal do Piauí

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O Ministério da Educação (MEC) inaugurou, nesta sexta-feira, 3 de julho, o Campus Altos do Instituto Federal do Piauí (IFPI), que recebeu investimento de R$ 20,2 milhões do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC). A unidade terá capacidade para atender 1,4 mil estudantes em cursos técnicos e superiores, entre outras qualificações profissionais. No total, o MEC destina R$ 96,4 milhões para ações de expansão e consolidação da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica no estado do Piauí.   

A entrega faz parte da inauguração simultânea de outras nove unidades de institutos federais no Amazonas, no Espírito Santo e em São Paulo. O evento contou com a participação remota do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do ministro da Educação, Leonardo Barchini, e com a presença da secretária de Educação Básica do MEC, Kátia Schweickardt. 

Não há outra possibilidade para que o Brasil dê o salto de qualidade com que todo mundo sonha, sem que a educação seja colocada como prioridade para os investimentos. É por meio da sala de aula que levaremos o Brasil ao patamar de um país altamente desenvolvido.” Luiz Inácio Lula da Silva, presidente da República 

“Não há outra possibilidade para que o Brasil dê o salto de qualidade com que todo mundo sonha, sem que a educação seja colocada como prioridade para os investimentos”, explicou Lula. “É por isso que investimos muito em escolas de tempo integral, em alfabetização na idade certa, no Pé-de-Meia e em tantas outras ações que permitem o crescimento da educação. É por meio da sala de aula que levaremos o Brasil ao patamar de um país altamente desenvolvido que não exporta somente minerais e mercadorias, mas também inteligência e conhecimento.” 

Durante o evento de inauguração, a secretária Kátia comentou sobre o crescimento da etapa de ensino nos últimos quatro anos. “Nesta gestão, nós conduzimos diversas ações que permitiram a evolução da educação básica no país. Entregamos 66% das crianças alfabetizadas na idade certa, mais de um 1,8 milhão de vagas de tempo integral e o maior programa de inclusão educacional na história do país, que é o Pé-de-Meia”, completou. 

Com área total de 7.700 m², o Campus Altos do Instituto Federal do Piauí (IFPI) é composto por bloco de salas de aula, bloco de refeitório, bloco de laboratórios, bloco de administração, guarita, garagem, setor de saúde e ginásio poliesportivo. A unidade ofertará cursos técnicos em logística e em administração, além do curso de licenciatura em pedagogia. 

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03/07/2026 -  Inaugurações Simultâneas em Campi da Rede Federal de Educação. Fotos: Fábio Nakakura/MEC

IFPI – O Instituto Federal do Piauí surge a partir da união entre a Escola de Aprendizes Artífices do Piauí — posteriormente renomeada de Liceu Industrial Piauiense —, da Escola Industrial Federal de Teresina, da Escola Técnica Federal do Piauí e do Centro Federal de Educação Tecnológica do Piauí (Cefet-PI). Atualmente, o IFPI é composto por 23 campi, nos quais estão matriculados 39 mil estudantes em 427 cursos ofertados. 

Expansão e consolidação – Por meio do Novo PAC, o governo federal está investindo R$ 2,7 bilhões para expansão dos institutos federais, implantando mais de 100 novas unidades em todo o país. A previsão é criar mais de 155 mil novas vagas de educação profissional e tecnológica, principalmente de cursos técnicos integrados ao ensino médio. Cada campus recebe investimento médio de R$ 25 milhões e terá capacidade para atender, em média, 1,4 mil estudantes. O MEC está investindo, por meio do Novo PAC, R$ 72,9 milhões para a implementação e a aquisição de equipamentos e mobiliário de Altos e dos outros campi da expansão no IFPI: Barras; Esperantina; e Luzilândia.  

O Novo PAC também prevê recursos para a consolidação dos institutos federais, com investimento de R$ 1,6 bilhão. Essa ação tem como foco os campi que ainda não possuem infraestrutura completa. Durante a consolidação, as prioridades para investimento são a construção de restaurantes estudantis, bibliotecas, blocos de salas de aula e laboratórios, quadras poliesportivas e unidades em instalações definitivas. Para o IFPI, os investimentos na ação de consolidação somam R$ 23,5 milhões, repassados entre 2023 e 2026.   

Agenda – A inauguração faz parte de uma série de eventos promovidos pela Presidência da República para entregar obras do MEC e dos ministérios da Saúde (MS) e das Cidades (MCID). Além do Campus Altos, também foram entregues unidades do Instituto Federal de São Paulo (IFSP) em Mauá, Bauru, Cotia, Miracatu, Osasco, Rio Claro e Santos, em São Paulo; do Instituto Federal do Espírito Santo (IFES), em Pedro Canário (ES); e do Instituto Federal do Amazonas (IFAM), em Tefé (AM).  

Flyer | Institutos Federais 

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec)   

Fonte: Ministério da Educação

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EDUCAÇÃO

MEC lança rede de sustentabilidade climática

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O Ministério da Educação (MEC) realizou, nos dias 1º e 2 de julho, a 1ª Reunião Técnica da Rede Brasil, África, América Latina e Caribe voltada às Políticas Educacionais para Sustentabilidade e Resiliência Climática (Rede BRALAC). A iniciativa, pactuada pelo Governo do Brasil no contexto da COP30, tem como objetivo fortalecer a cooperação internacional entre países do Sul Global na construção e no aprimoramento de políticas educacionais voltadas à sustentabilidade, resiliência climática e equidade. 

A reunião marcou o primeiro passo da comunidade internacional de práticas, que já conta com a participação de 11 países: África do Sul, Angola, Brasil, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Guatemala, Guiné, Quênia, São Tomé e Príncipe e Zimbábue. Ao todo, mais de 60 representantes participaram do encontro, realizado em formato virtual. 

A abertura contou com a participação do secretário substituto de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão do MEC, Cleber Vieira, além de representantes da Presidência da COP30, do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima e do Ministério das Relações Exteriores. A programação também incluiu contribuições de organismos e parceiros internacionais, como o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), o Escritório das Nações Unidas para a Redução do Risco de Desastres (UNDRR), a Aliança Global para Redução do Risco de Desastres e Resiliência no Setor da Educação (GADRRRES) e o Centro para Educação e Desenvolvimento Sustentável na África (CESDA). O encerramento coube ao assessor especial para Assuntos Internacionais do MEC, Felipe Dutra de Carvalho Heimburger. 

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Cooperação – A Rede BRALAC foi criada para apoiar o intercâmbio de experiências entre países que compartilham desafios educacionais e climáticos. A proposta é mapear políticas públicas, identificar complementaridades, promover ações de formação e fortalecer estratégias de monitoramento e avaliação, considerando os impactos da crise climática sobre o acesso, a permanência e a aprendizagem de estudantes. 

Durante o primeiro dia de reunião, os países participantes apresentaram experiências nacionais em políticas públicas de resiliência e sustentabilidade climática na educação. As apresentações abordaram desafios relacionados à emergência climática, aos principais eixos de políticas ou programas nacionais, aos resultados já alcançados e às próximas etapas previstas. 

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Grupos de trabalho – No segundo dia, os participantes foram organizados em três grupos de trabalho. O primeiro irá tratar acerca do desenho de fluxos e da governança da comunidade de prática. O segundo será dedicado ao desenvolvimento de um programa multilateral de formação para profissionais da educação. Já o terceiro grupo discutirá linhas de pesquisa, monitoramento e avaliação. 

A Rede BRALAC terá planejamento de ações até 2028, com foco na construção coletiva de soluções educacionais que contribuam para sociedades mais inclusivas, sustentáveis e resilientes. A iniciativa reafirma o compromisso do MEC com a educação ambiental, a justiça climática e a cooperação internacional como instrumentos para enfrentar os efeitos da mudança do clima sobre os sistemas educacionais. 

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) 

Fonte: Ministério da Educação

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