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EDUCAÇÃO

MEC promove aulão do Enem para 2 mil alunos em SP

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O Ministério da Educação (MEC) participou, nesta sexta-feira, 2 de outubro, de mais um aulão preparatório para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), dessa vez no Campus Pirituba do Instituto Federal de São Paulo (IFSP). O evento reuniu 2 mil alunos e contou com a participação do secretário da Política Nacional Integrada da Primeira Infância do MEC, Alexsandro do Nascimento. 

O aulão foi realizado em tendas montadas no estacionamento do campus, com programação que incluiu aulas e orientações voltadas aos participantes que se preparam para o exame. Na ocasião, os presentes tiveram aulas de linguagens, códigos e suas tecnologias, inclusive de inglês e português; de matemática e suas tecnologias; de ciências da natureza e suas tecnologias; e de ciências humanas e suas tecnologias. 

“Esse é um momento muito importante na vida dos alunos, e nós estamos muito orgulhosos de poder proporcionar esse aulão”, disse o secretário. “Nosso objetivo é sempre empregar a educação de qualidade a serviço de cada jovem brasileiro que quer realizar seus sonhos por meio do ensino.” 

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Juliana Rodrigues, aluna do campus, comentou sobre o aulão e como ele pode ajudar os alunos. “Durante o ano inteiro, nós temos nos preparado para participar do Enem e de outros vestibulares, então ficamos muito animados com a ideia de ter um aulão aqui na nossa unidade. Espero que essa experiência possa ser enriquecedora e possa nos ajudar a conseguir, lá na frente, uma vaga em uma universidade. Falta pouco mais de um mês para a aplicação da prova, então é muito importante termos esse tipo de encontro”, concluiu. 

O Enem será aplicado nos dias 8 e 15 de novembro, sendo o primeiro dia marcado pelas provas de linguagens, ciências humanas e redação, enquanto no segundo, serão aplicadas as provas de matemática e ciências da natureza. Nesta edição, pela primeira vez, o exame será utilizado para aferir a aprendizagem dos estudantes concluintes do ensino médio e para medir a qualidade da educação básica como um todo. 

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Enem – O Exame Nacional do Ensino Médio é o principal mecanismo de acesso à educação superior no Brasil. Suas notas são utilizadas para seleção de estudantes por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e do Programa Universidade para Todos (Prouni), além de servirem de requisito para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e convênios com instituições de ensino superior de Portugal.    

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Além das revisões presenciais, um ecossistema gratuito de soluções digitais de apoio diário aos estudos é disponibilizado. Por meio do aplicativo MEC Enem, os estudantes têm acesso a simulados interativos, banco de exercícios, videoaulas e orientações exclusivas para a prova de redação. A preparação pode ser reforçada também pela plataforma MEC Idiomas, que oferece cursos gratuitos de inglês e espanhol em diferentes níveis de proficiência, e pelo MEC Livros, biblioteca digital com obras pedagógicas de referência. Na página Guia do Enem, os estudantes encontram dicas, vídeos e respostas às dúvidas frequentes.  

Assessoria de Comunicação Social do MEC 

Fonte: Ministério da Educação

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EDUCAÇÃO

Rede acolhe educadores vítimas de censura e perseguição

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Profissionais de educação que sofreram violência relacionada ao exercício da profissão podem contar com o serviço de acolhimento, orientação e informação oferecido pelo Observatório Nacional da Violência contra Estudantes (ONVE), em parceria com o Ministério da Educação (MEC). A iniciativa é realizada por meio de um projeto de extensão universitária coordenado por uma ação interinstitucional sediada na Universidade Federal Fluminense (UFF). 

O acesso ao serviço é feito por meio de formulário disponível na página oficial do Observatório. Após o envio, as solicitações são organizadas em uma fila de atendimento e encaminhadas às equipes responsáveis, de acordo com a disponibilidade dos estudantes envolvidos nas atividades de extensão das universidades. Por esse motivo, o atendimento não ocorre de forma imediata. 

A iniciativa integra o Eixo Proteção e Defesa dos Profissionais da Educação da Política Nacional de Educação em Direitos Humanos nas Instituições de Ensino (EducaDH) e reúne universidades públicas federais para oferecer suporte multidimensional a educadores em situações de violência profissional, articulando conhecimentos das áreas pedagógica, jurídica e de saúde mental. 

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Rede de acolhimento – A rede é formada por Observatórios Regionais da Violência contra Educadores (ORVEs) sediados em universidades federais das cinco regiões do país: 

Região 

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Universidade 

Norte 

Universidade Federal de Rondônia (UNIR) 

Nordeste 

Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) 

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Centro-Oeste 

Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) 

Sudeste 

Universidade Federal Fluminense (UFF) 

Sul 

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Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) 

Cada observatório conta com três núcleos interdisciplinares: 

Núcleo Político-Pedagógico: realiza a primeira conversa com a pessoa que busca acolhimento e faz a análise inicial do caso. 

Núcleo de Saúde Mental: atua na dimensão psicológica do sofrimento decorrente da situação de violência. 

Núcleo Jurídico: oferece orientação e informações sobre os aspectos legais relacionados ao caso. 

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Situações atendidas – O serviço é destinado a situações de violência relacionadas ao exercício profissional, como: 

  • desrespeito à autonomia docente no exercício do trabalho; 
  • exposição indevida de voz ou imagem acompanhada de acusações contra educadoras e educadores; 
  • disputas em torno de conteúdos escolares que tenham como objetivo censurar conhecimentos; 
  • censura a aulas ou trabalhos que abordem questões de gênero, raça, desigualdades sociais, combate a negacionismos científicos e outros temas socialmente vivos; 
  • ataques a educadoras e educadores em razão da participação em pesquisas ou debates públicos; 
  • situações de perseguição e censura por diferentes métodos. 

O serviço não contempla questões salariais, aposentadoria, concursos públicos, violência física sem relação com o exercício profissional ou outras situações que não tenham como elemento central a violência contra o educador em razão de sua profissão. Nesses casos, a orientação é procurar o sindicato da categoria ou os órgãos competentes para registro e encaminhamento da ocorrência.  

Para mais informações, basta enviar e-mail para os canais oficiais:  

ONVE: [email protected] 
UFF: [email protected] 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) 

Fonte: Ministério da Educação

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