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AGRONEGÓCIO

Brasil participa pela quarta vez da SIAM e amplia presença do agro no norte da África

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O Brasil participou, pela quarta vez, do Salon International de l’Agriculture au Maroc (SIAM), uma das principais feiras agropecuárias da África. A 18ª edição do evento foi realizada entre os dias 20 e 28 de abril, em Meknès, no Marrocos, com o tema “Sustentabilidade da produção animal e soberania alimentar”.

Criada em 2006, a SIAM consolidou-se como uma plataforma de encontro entre governos, empresas, produtores, pesquisadores e representantes do setor agrícola. A feira reúne expositores nacionais e internacionais e apresenta produtos, serviços, tecnologias, máquinas, insumos e soluções voltadas à agricultura, à pecuária, à agroindústria e à segurança alimentar.

A participação brasileira foi coordenada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE), com apoio da adida agrícola do Brasil no Marrocos, Ellen Laurindo. O Pavilhão Brasil reuniu empresas dos setores de fertilizantes, equipamentos agrícolas, bovinos vivos, pimenta-do-reino, grãos e cafés especiais.

Com cerca de 37 milhões de habitantes, o Marrocos tem ampliado investimentos em modernização agrícola e se mantém como mercado relevante para alimentos, insumos e tecnologias voltadas ao campo. Em 2025, o país foi o segundo maior destino do gado vivo brasileiro, com importações superiores a US$ 217 milhões nesse segmento. No total, o comércio agropecuário entre Brasil e Marrocos movimentou cerca de US$ 1,34 bilhão no mesmo ano.

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Entre os principais produtos exportados pelo Brasil ao mercado marroquino estão açúcar, milho, carne bovina e pimenta-do-reino. Também há perspectiva de ampliação das exportações com a recente abertura de mercado para feno e sorgo brasileiros.

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Além da exposição de alimentos e produtos agropecuários, a participação brasileira na SIAM também apresentou soluções em maquinário agrícola, área importante para ampliar a presença do Brasil em segmentos de maior valor agregado.

A iniciativa também contribui para o fortalecimento de parcerias já estabelecidas e para a expansão da atuação de empresas brasileiras em mercados ainda pouco explorados no continente africano.

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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AGRONEGÓCIO

Exportação de carne bovina do Brasil pode bater recorde histórico em abril de 2026

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As exportações brasileiras de carne bovina seguem em forte ritmo e podem alcançar um novo recorde histórico para o mês de abril. De acordo com análise do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária, com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior, os embarques já demonstram crescimento expressivo tanto em volume quanto em valor.

Até a quarta semana de abril de 2026, considerando 16 dias úteis, o Brasil exportou 216,27 mil toneladas de carne bovina, gerando receita de US$ 1,34 bilhão. A média diária embarcada foi de 13,52 mil toneladas, o que representa um avanço de 11,95% em relação ao mesmo período de abril de 2025.

Projeção indica novo recorde para o mês

Mantido o ritmo atual nos dias úteis restantes, o volume total exportado pode atingir 283,85 mil toneladas até o fim de abril. Caso a projeção se confirme, o crescimento será de 17,54% na comparação anual, configurando o maior volume já registrado para o mês.

O desempenho reforça a competitividade da carne bovina brasileira no mercado global, sustentada por demanda consistente e pela ampliação de mercados compradores.

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Preço da carne bovina dispara no mercado externo

Além do aumento no volume embarcado, o preço médio da carne bovina exportada também registrou forte valorização. Em abril de 2026, o valor médio atingiu US$ 6.200,66 por tonelada, alta de 23,24% em relação ao mesmo período do ano anterior.

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Em termos absolutos, o avanço foi de US$ 1.169,30 por tonelada, refletindo um cenário internacional favorável, com demanda aquecida e maior disposição de pagamento por parte dos importadores.

Demanda externa sustenta crescimento das exportações

O cenário positivo para as exportações brasileiras está diretamente ligado ao aumento da demanda global por proteína animal, especialmente em mercados estratégicos. A combinação de volume elevado e preços mais altos tem impulsionado a receita cambial do setor.

Com isso, o Brasil reforça sua posição como um dos principais fornecedores de carne bovina no mundo, consolidando o agronegócio como pilar fundamental da balança comercial.

A tendência para os próximos meses dependerá da continuidade da demanda internacional, do comportamento cambial e das condições de oferta interna, mas o desempenho de abril já sinaliza um ano promissor para o setor.

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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