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Brasil supera Canadá e se consolida como terceiro maior exportador mundial de carne suína

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A suinocultura brasileira alcançou um marco histórico em 2026 ao consolidar o Brasil como o terceiro maior exportador de carne suína do mundo. O novo posicionamento foi confirmado após a divulgação dos dados internacionais do setor, que apontaram a superação do Canadá em volume exportado.

Segundo informações da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o país encerrou 2025 com embarques recordes de 1,51 milhão de toneladas de carne suína, enquanto o Canadá registrou aproximadamente 1,45 milhão de toneladas no mesmo período. A diferença de cerca de 50 mil toneladas garantiu ao Brasil a terceira colocação no ranking global, atrás apenas da União Europeia e dos Estados Unidos.

O resultado representa um crescimento de 11,6% em relação ao volume exportado no ano anterior e reforça o avanço da cadeia produtiva nacional no comércio internacional de proteínas animais.

Exportações ganham força com diversificação de mercados

O desempenho brasileiro é resultado de uma combinação de fatores que vêm fortalecendo a competitividade da produção nacional nos últimos anos.

Entre os principais pilares do crescimento estão a ampliação do acesso a mercados internacionais, especialmente na Ásia, a eficiência dos sistemas produtivos, os custos competitivos de produção e o elevado padrão sanitário mantido pela cadeia suinícola brasileira.

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A diversificação dos destinos de exportação também tem contribuído para reduzir riscos comerciais e ampliar a presença da carne suína brasileira em mercados estratégicos.

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Consumo interno bate recorde e amplia demanda pela proteína

Além do avanço no mercado externo, o setor comemora resultados expressivos dentro do próprio país.

Dados da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) mostram que o consumo per capita de carne suína atingiu 20 quilos por habitante ao ano em 2025, o maior nível já registrado no Brasil.

O crescimento evidencia uma mudança gradual nos hábitos alimentares dos consumidores, que passaram a incorporar a proteína suína de forma mais frequente nas refeições, impulsionados pela variedade de cortes, praticidade e competitividade de preços.

O aumento da demanda doméstica fortalece a cadeia produtiva e cria novas oportunidades para produtores, frigoríficos e demais elos do setor.

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Mercado interno fortalece resiliência da suinocultura brasileira

A combinação entre exportações em expansão e consumo interno aquecido tem contribuído para tornar a suinocultura brasileira mais resiliente diante das oscilações do mercado internacional.

Com uma base de consumo doméstico mais robusta, o setor reduz sua dependência exclusiva das vendas externas e ganha maior estabilidade para enfrentar períodos de volatilidade econômica ou mudanças no comércio global.

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Para o presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), Marcelo Lopes, os resultados refletem os investimentos contínuos realizados pelos produtores e pelas indústrias ao longo dos últimos anos.

Segundo ele, os avanços obtidos são resultado do compromisso do setor com sanidade animal, genética, tecnologia, produtividade e bem-estar dos animais, além do trabalho desenvolvido para ampliar a presença da carne suína tanto no mercado internacional quanto na alimentação dos brasileiros.

Novo patamar reforça protagonismo do Brasil no mercado global

A conquista da terceira posição entre os maiores exportadores mundiais de carne suína marca uma nova fase para a suinocultura nacional.

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O desempenho reforça a capacidade competitiva do Brasil, evidencia a maturidade da cadeia produtiva e consolida o país como um dos principais fornecedores globais de proteína animal.

Com perspectivas positivas para exportações, consumo interno e abertura de novos mercados, o setor segue ampliando sua relevância econômica e fortalecendo sua contribuição para o agronegócio brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cultivo de peixes em reservatório de hidrelétricas é regulamentado

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O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) e o Ministério de Minas e Energia (MME) definiram as diretrizes e responsabilidades para o uso de Área de Preservação Permanente (APP) e da borda de reservatórios de geração de energia hidrelétrica para fins de aquicultura. A decisão foi divulgada por meio da Portaria Interministerial Nº 4 de 9 de junho de 2026, publicada no Diário Oficial da União. O objetivo é estabelecer o marco normativo para promover maior segurança jurídica, previsibilidade regulatória e coordenação institucional para o desenvolvimento da aquicultura em reservatórios de hidrelétricas.

A proposta passou por consulta pública e ampla discussão com o setor produtivo. A ideia é que essa regulamentação traga mais sustentabilidade para a produção aquícola nas águas dos reservatórios, promovendo a coexistência harmônica entre a aquicultura e a geração de energia.

ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura.

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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