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AGRONEGÓCIO

Feicorte 2026 terá grandes leilões de genética bovina, equina e ovina e ação solidária no agronegócio

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Feicorte 2026 reforça protagonismo dos leilões na pecuária brasileira

A Feicorte – Feira Internacional da Cadeia Produtiva da Carne, que será realizada entre os dias 23 e 26 de junho no Recinto de Exposições Jacob Tosello, em Presidente Prudente (SP), terá os leilões como um dos principais pilares de sua programação.

Além do conteúdo técnico e institucional, os remates irão reunir algumas das mais importantes linhagens da pecuária nacional, envolvendo genética bovina, ovina e equina de alto desempenho.

O evento também reforça o papel social do agronegócio, com ações beneficentes que destinam recursos para projetos de qualificação profissional e inclusão social.

Leilão Confraria da Carcaça Nelore abre programação

A agenda de remates tem início no dia 23 de junho, com o 3º Leilão Confraria da Carcaça Nelore, a partir das 19h30, com transmissão pelo Canal do Boi e organização da Central Leilões.

O pregão reunirá cerca de 30 lotes selecionados, incluindo:

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  • Fêmeas doadoras
  • Bezerras com alto índice de carcaça por ultrassonografia
  • Novilhas premiadas
  • Cabeceiras de plantel
  • Cota de 50% de touro de destaque

Segundo o diretor comercial da Confraria da Carcaça Nelore, Fabio Souza de Almeida Filho, a participação na Feicorte reforça o posicionamento da entidade no melhoramento genético da pecuária de corte.

Leilão CV Nelore Mocho celebra 40 anos de seleção genética

No dia 24 de junho, ao meio-dia, o Espaço Tatersal recebe o Leilão CV Nelore Mocho, comandado pela Leilosul e transmitido pelo Canal do Boi.

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O remate celebra os 40 anos de seleção do criatório CV Nelore Mocho, referência nacional em genética bovina.

Serão ofertados 50 reprodutores da safra 2024, todos com avaliação genética completa pelos programas:

  • PMGZ
  • Geneplus
  • GMA

O objetivo é reforçar produtividade, desempenho e consistência genética no rebanho nacional.

Ovinocultura e equinos também ganham espaço na feira

A programação da Feicorte 2026 amplia a diversidade de espécies com leilões voltados à ovinocultura e equinocultura.

Leilão Elite Suffolk

No dia 25 de junho, às 19h, será realizado o Leilão Elite Suffolk, promovido pela Associação Brasileira dos Criadores de Ovinos Suffolk (ABCOS), com apoio da ASPACO e ARCO.

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O remate contará com ovinos Suffolk PO (Puro de Origem), reunindo animais de alto padrão genético para melhoramento e cruzamentos industriais.

Quarto de Milha e Paint Horse

Também no dia 25, às 19h, ocorre o 3º Leilão Feicorte – Quarto de Milha e Paint Horse, com oferta de matrizes, potros e animais domados, sob organização de criadores especializados e realização técnica da Criar Leilões.

Grupo Mazieiro reúne genética Nelore de elite

Ainda no dia 25 de junho, às 19h30, o 3º Leilão Grupo Mazieiro e Grandes Marcas – Fêmeas destaca o melhor da genética Nelore PO.

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O remate irá ofertar:

  • Matrizes de alto desempenho
  • Embriões
  • Prenhezes selecionadas
  • Genética voltada à fertilidade e produtividade

A comercialização será conduzida pela Leilosul, com transmissão pelo Canal do Boi e Rural Play.

Leilão Pecuária Solidária reforça papel social do agro

Encerrando a programação no dia 26 de junho, às 19h, será realizado o Leilão da Pecuária Solidária, iniciativa beneficente que destina 100% da renda ao Núcleo Tthere, em Presidente Prudente (SP).

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O projeto, que já ultrapassou R$ 1 milhão arrecadado em edições anteriores, reúne doações de pecuaristas e empresários, incluindo:

  • Reprodutores de diversas raças
  • Equinos
  • Insumos e implementos agrícolas
  • Obras de arte e joias

Um dos destaques do formato é o sistema de “redoação”, no qual itens podem ser recomercializados durante o pregão, ampliando a arrecadação.

Segundo a organização, a iniciativa reforça o compromisso do agronegócio com ações sociais e impacto comunitário positivo.

Feicorte 2026 consolida integração entre genética, mercado e responsabilidade social

Com uma programação robusta de leilões e participação de diferentes cadeias produtivas, a Feicorte 2026 se consolida como um dos principais encontros do agronegócio voltados à genética animal na América Latina.

O evento reforça a integração entre tecnologia, investimento pecuário e responsabilidade social, ampliando oportunidades de negócios e fortalecendo a cadeia da carne no Brasil.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

AGRONEGÓCIO

Canola e carinata ganham espaço no Sul e se consolidam como alternativas para aumentar a rentabilidade no inverno

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A agricultura de inverno no Sul do Brasil passa por uma transformação estratégica. Tradicionalmente marcada pela predominância das lavouras de trigo, a paisagem rural começa a incorporar cada vez mais áreas cultivadas com canola e carinata, culturas que vêm se destacando como importantes alternativas para diversificação da produção e proteção da rentabilidade das propriedades.

O movimento não representa uma substituição do trigo, mas uma estratégia de gestão que busca reduzir a dependência de uma única cultura e minimizar os impactos das oscilações de mercado. Em um cenário de margens mais apertadas, custos elevados de produção e volatilidade nos preços dos grãos, produtores têm apostado na diversificação como ferramenta para equilibrar receitas e aumentar a segurança financeira da atividade.

Gestão de risco impulsiona adoção de novas culturas

Segundo o gerente de Desenvolvimento de Mercado e Produtos da Fortgreen para Brasil e Paraguai, João Vidotto, especialista em Ecofisiologia de Cultivos e mestrando em Produção Vegetal, a busca por alternativas comerciais ganhou força especialmente entre os agricultores do Rio Grande do Sul.

De acordo com o especialista, a concentração da produção em apenas uma cultura amplia a exposição aos riscos de mercado. Como resposta, muitos produtores passaram a destinar parte da área agrícola para espécies alternativas, criando uma estratégia capaz de compensar eventuais perdas provocadas por quedas nos preços de uma determinada commodity.

“A diversificação funciona como uma proteção financeira. Quando uma cultura enfrenta dificuldades de mercado, outra pode contribuir para sustentar a rentabilidade da propriedade”, explica.

Canola se fortalece como principal opção de diversificação

Entre as culturas de inverno que vêm conquistando espaço, a canola desponta como a principal alternativa ao trigo. Além do potencial econômico, a oleaginosa oferece benefícios agronômicos relevantes para o sistema produtivo.

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Pesquisas da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) indicam que a canola contribui para a rotação de culturas, auxiliando na redução da incidência de doenças radiculares e promovendo melhorias nas condições do solo para a safra seguinte de soja.

Essa característica tem sido um dos principais fatores que impulsionam sua adoção, especialmente em regiões onde a sucessão soja-trigo predomina há décadas.

Carinata abre oportunidades no mercado de combustíveis renováveis

Paralelamente ao avanço da canola, a carinata surge como uma nova alternativa de alto valor agregado para os agricultores do Sul.

A cultura vem ganhando destaque internacional devido ao seu uso na produção de combustível sustentável de aviação (SAF), segmento que registra forte crescimento impulsionado pelas metas globais de descarbonização do transporte aéreo.

Por apresentar rusticidade e adaptação às condições climáticas da região, a carinata tem despertado interesse de produtores e empresas ligadas ao mercado de energias renováveis, abrindo novas oportunidades comerciais para o campo.

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Nutrição adequada é decisiva para o sucesso das lavouras

Apesar da rusticidade atribuída à canola, especialistas alertam que o sucesso da cultura depende de um manejo nutricional criterioso.

Segundo Vidotto, uma das principais particularidades da oleaginosa é sua elevada exigência em boro, micronutriente fundamental para o desenvolvimento vegetativo, a formação das estruturas reprodutivas e o potencial produtivo da lavoura.

“A canola possui uma capacidade de extração de boro significativamente superior à observada em culturas como soja e milho. Por isso, o planejamento nutricional precisa ser ajustado às necessidades específicas da planta”, destaca.

Nesse contexto, estratégias de nutrição foliar voltadas ao fornecimento eficiente do micronutriente tornam-se fundamentais para garantir altos níveis de produtividade e retorno econômico.

Diversificação fortalece sustentabilidade econômica das propriedades

A adoção de culturas alternativas de inverno vem se consolidando como uma importante ferramenta de gestão para os produtores da região Sul. Além de reduzir a dependência do trigo, a estratégia contribui para melhorar a saúde do sistema produtivo, ampliar as opções de comercialização e aumentar a resiliência financeira das propriedades rurais.

Com mercados cada vez mais dinâmicos e exigentes, a combinação entre planejamento agronômico, diversificação de culturas e manejo nutricional adequado tende a ganhar ainda mais relevância nas próximas safras, fortalecendo a competitividade da agricultura brasileira.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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