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Feridas em equinos exigem manejo adequado para evitar complicações e garantir cicatrização eficiente

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A integridade da pele está entre os fatores mais importantes para a saúde dos cavalos, uma vez que esse órgão atua como uma barreira física essencial contra agentes externos. Além disso, desempenha funções fundamentais, como termorregulação, percepção sensorial e defesa imunológica.

Quando ocorre uma lesão, o manejo adequado é determinante para uma cicatrização eficiente. “O tratamento correto favorece a recuperação do animal e permite que ele retome plenamente suas funções”, destaca Kauê Ribeiro, coordenador de comunicação técnica da Vetnil.

As feridas em equinos podem ter diferentes origens, incluindo traumas, intervenções cirúrgicas e processos neoplásicos, como sarcoides e melanomas. Também podem estar associadas a infecções fúngicas, bacterianas ou parasitárias, sendo as mais comuns em equinos a pitiose e a habronemose. Segundo o especialista, o sucesso do tratamento depende de uma avaliação criteriosa, considerando fatores como localização e extensão da lesão, grau de contaminação e tipo de cicatrização.

Nos cavalos, a cicatrização de feridas apresenta particularidades que exigem atenção especial. Lesões localizadas nas regiões mais distais dos membros, por exemplo, têm maior propensão à formação de tecido de granulação excessiva. “Isso ocorre devido à movimentação constante e às características da vascularização local, podendo dificultar o fechamento adequado da ferida. Por isso, o manejo correto desde os primeiros cuidados é fundamental para favorecer uma cicatrização eficiente”, explica Kauê Ribeiro.

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A higienização adequada é um dos pontos mais importantes no tratamento. O uso de soluções específicas auxilia na remoção de crostas e secreções sem agredir o tecido, enquanto a antissepsia com produtos à base de clorexidina contribui para a prevenção de infecções. Em casos com sinais de infecção, são necessárias medidas mais direcionadas, com uso de pomadas que contenham agentes antimicrobianos de amplo espectro, além de ativos que auxiliam na regeneração do epitélio.

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Para auxiliar o processo de regeneração da pele, também podem ser utilizados produtos com ativos como alantoína e óxido de zinco, que favorecem a epitelização, contribuem para a elasticidade da cicatriz e possuem ação cicatrizante e secante.

A adoção de boas práticas no manejo de feridas, aliada ao uso de soluções modernas em saúde animal, reduz significativamente o risco de complicações dermatológicas em equinos. No entanto, é fundamental considerar as particularidades de cada animal e contar com a orientação de um médico-veterinário para garantir a máxima eficácia do tratamento e a plena recuperação.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Outono no Cerrado exige atenção no campo, mas abre espaço para boas estratégias de manejo

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O outono marca uma fase de transição importante para a agricultura no Brasil, caracterizada pelo fim do período chuvoso e pela aproximação da estação seca. No Cerrado, essa mudança impacta diretamente o ritmo das lavouras, exigindo ajustes no manejo e maior atenção às condições climáticas.

Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento, a estação deve trazer desafios como redução das precipitações, solos mais secos e aumento das temperaturas, fatores que podem dificultar o desenvolvimento das culturas, especialmente as de segunda safra.

Apesar disso, o período também abre espaço para oportunidades no campo, já que o clima mais estável favorece o avanço das operações agrícolas e a adoção de estratégias mais planejadas.

Clima mais seco favorece avanço das operações agrícolas no Cerrado

Com a diminuição das chuvas entre abril e maio nas regiões Centro-Oeste e Sudeste, o produtor rural encontra melhores condições para a execução das atividades de campo.

“A redução da umidade do solo pode ajudar o trabalho no campo a avançar. Com menos chuva em abril e maio no Centro-Oeste e Sudeste, como aponta a Conab, o produtor pode finalizar a colheita e tocar as operações com menos interrupções. Para quem está com a segunda safra, o foco agora é aproveitar melhor a umidade que ainda resta no solo”, explica Manoel Álvares.

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O cenário favorece a organização das atividades agrícolas, reduzindo paralisações e permitindo melhor aproveitamento da janela operacional.

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Atraso no plantio exige ajustes no planejamento agrícola

As chuvas mais intensas durante o verão provocaram atraso no plantio em diversas regiões, o que encurtou a janela ideal para algumas culturas e obrigou produtores a reverem o planejamento.

Diante desse cenário, muitos agricultores optaram por cultivares mais adaptadas e ajustaram o manejo das lavouras. De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento, mesmo com redução na área plantada, culturas como milho, feijão e algodão ainda apresentam bom potencial produtivo, desde que recebam manejo adequado.

Altas temperaturas aumentam demanda por atenção ao manejo

As temperaturas mais elevadas típicas do Cerrado durante o outono também influenciam o desenvolvimento das lavouras. O aumento do calor intensifica a necessidade de atenção à disponibilidade de água no solo, ao mesmo tempo em que favorece o crescimento das plantas quando há manejo adequado.

Controle fitossanitário exige monitoramento constante

O período também demanda maior vigilância no controle de pragas. Entre os principais desafios fitossanitários estão a lagarta-do-cartucho, a mosca-branca e os percevejos, que tendem a se intensificar nesta época do ano.

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O acompanhamento constante dessas ameaças é essencial para evitar perdas de produtividade e garantir o bom desenvolvimento das culturas.

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Planejamento e manejo transformam desafios em produtividade

Para especialistas do setor, o outono no Cerrado representa um momento estratégico para transformar desafios climáticos em oportunidade de melhor gestão no campo.

Segundo Manoel Álvares, mesmo com uma janela mais curta e condições mais secas, o produtor dispõe de ferramentas para tomar decisões mais planejadas.

“Mesmo em uma época mais seca e com uma janela mais curta, o produtor do Cerrado dispõe de ferramentas para tomar decisões mais planejadas. É um período que valoriza o bom manejo e traz bons resultados para quem se antecipa”, destaca o especialista.

Cenário reforça importância da gestão eficiente no campo

O avanço do outono no Cerrado reforça a importância do planejamento agrícola, da adoção de boas práticas de manejo e do uso de tecnologia para mitigar riscos climáticos.

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Apesar dos desafios impostos pelo clima, o período pode ser positivo para quem consegue ajustar estratégias e otimizar o uso dos recursos disponíveis.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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