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AGRONEGÓCIO

Indústria de saúde animal cresce 7,9% no Brasil e atinge R$ 12,8 bilhões em 2025

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A indústria de saúde animal no Brasil encerrou 2025 com faturamento de R$ 12,8 bilhões, registrando crescimento de 7,9% em relação ao ano anterior. O desempenho confirma a trajetória de expansão contínua do setor, que acumula média próxima de 10% ao ano na última década.

Os dados foram divulgados pelo Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan) e reforçam a importância estratégica do segmento para a produção agropecuária, a segurança sanitária e o bem-estar animal no país.

Segundo o setor, o avanço está diretamente ligado à incorporação de tecnologias de prevenção, controle sanitário e aumento da produtividade nas cadeias pecuárias.

Setor consolida papel estratégico no agronegócio brasileiro

De acordo com o vice-presidente executivo do Sindan, Emílio Salani, o resultado demonstra a maturidade da indústria de saúde animal no Brasil.

“O resultado de 2025 confirma a maturidade de um setor que cresce de forma consistente há mais de uma década. A indústria de saúde animal é parte fundamental da produção agropecuária e da segurança alimentar do país, além de proporcionar maior bem-estar e longevidade aos pets”, destacou.

O executivo também ressaltou que as empresas seguem investindo em inovação, prevenção e tecnologias voltadas ao atendimento das exigências dos mercados interno e externo.

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Bovinos lideram faturamento e seguem como principal motor do setor

O segmento de bovinos manteve a liderança absoluta da indústria, respondendo por 47% do faturamento total em 2025.

A pecuária de corte e leite continua sendo um dos pilares da demanda por soluções veterinárias, com foco em produtividade, sanidade e eficiência operacional.

O desempenho reforça a importância do rebanho bovino brasileiro dentro da cadeia de proteínas animais e sua relevância para o agronegócio nacional e internacional.

Avicultura cresce e amplia participação no mercado

O setor avícola foi um dos destaques positivos do ano, impulsionado pelo aumento das exportações brasileiras e pela forte demanda global por carne de frango.

O bom desempenho das cadeias produtivas contribuiu para elevar o consumo de produtos de saúde animal, especialmente vacinas, biológicos e antiparasitários.

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A avicultura segue como um dos segmentos mais dinâmicos da produção animal no país, com impacto direto na expansão do mercado veterinário.

Biológicos e antiparasitários seguem em alta

Entre as categorias de produtos, os biológicos e antiparasitários continuam liderando a demanda dentro da indústria.

O movimento reflete a crescente adoção de estratégias preventivas nas propriedades rurais, com foco na redução de perdas, melhoria da eficiência produtiva e fortalecimento da biosseguridade.

A tendência reforça a transição do setor para modelos mais tecnológicos e orientados à prevenção de doenças.

Mercado pet estabiliza participação após forte expansão

O segmento de animais de companhia, que vinha de anos de crescimento acelerado, encerrou 2025 com participação de 25% no faturamento total da indústria, abaixo dos 27% registrados em 2024.

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A leve redução é atribuída ao avanço mais intenso das cadeias de produção de bovinos e aves, que ganharam maior representatividade no período.

Segundo a diretora de mercado e assuntos regulatórios do Sindan, Gabriela Mura, a movimentação não indica retração do setor pet.

“A recomposição entre os segmentos reflete o bom momento das cadeias de produção, e não uma perda de força do mercado pet, que segue relevante e com amplo espaço para evoluir em prevenção e cuidado”, afirmou.

Indústria reforça papel na segurança alimentar e na competitividade do agro

Os resultados de 2025 reforçam o dinamismo da indústria de saúde animal e sua contribuição direta para o desempenho do agronegócio brasileiro.

Com crescimento sustentado, avanço tecnológico e ampliação da cobertura sanitária, o setor se consolida como um dos pilares da segurança alimentar, da produtividade pecuária e da competitividade do Brasil no mercado global de proteínas.

A tendência, segundo especialistas, é de continuidade do crescimento, impulsionada pela intensificação da produção animal e pela crescente demanda por eficiência sanitária em todas as cadeias do agronegócio.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Exportações brasileiras de soja devem superar 15 milhões de toneladas em junho e reforçam liderança do agronegócio

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O agronegócio brasileiro segue demonstrando força no mercado internacional. As exportações de soja do Brasil devem alcançar aproximadamente 15,3 milhões de toneladas em junho, segundo estimativas da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC). O volume representa um desempenho superior ao registrado no mesmo período do ano passado e reforça a competitividade do produto brasileiro no comércio global.

Os dados mais recentes da entidade indicam que os embarques acumulados de soja em 2026 já ultrapassam 73,8 milhões de toneladas, consolidando um dos melhores desempenhos da história para o setor exportador nacional.

Soja lidera crescimento das exportações brasileiras

A soja continua sendo o principal produto da pauta exportadora do agronegócio brasileiro. Entre janeiro e maio, os embarques apresentaram crescimento significativo em comparação ao mesmo período de 2025, impulsionados pela elevada demanda internacional e pela ampla oferta nacional.

Para junho, a previsão é de exportações superiores a 15 milhões de toneladas, resultado acima das 13,8 milhões de toneladas embarcadas no mesmo mês do ano anterior. O avanço reforça a posição do Brasil como maior fornecedor mundial da oleaginosa.

A China permanece como o principal destino da soja brasileira, absorvendo cerca de 70% das exportações realizadas entre janeiro e maio. Espanha, Turquia, Tailândia, Paquistão, Holanda e México também figuram entre os principais compradores do grão brasileiro.

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Farelo de soja registra avanço e fortalece indústria de processamento

O farelo de soja também apresenta desempenho positivo em 2026. A ANEC estima embarques próximos de 2,24 milhões de toneladas em junho, volume superior ao registrado no mesmo período de 2025.

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O crescimento reflete o fortalecimento da indústria nacional de processamento, que vem ampliando a agregação de valor à produção agrícola brasileira.

Entre os principais destinos do farelo brasileiro estão Indonésia, Tailândia, Irã, Holanda, Polônia e Espanha, demonstrando a diversificação dos mercados consumidores do produto.

Milho acelera e amplia participação no comércio global

Outro destaque do ano é o milho. Os embarques acumulados já superam 6,3 milhões de toneladas, volume significativamente superior ao observado no mesmo período de 2025. A previsão para junho aponta exportações próximas de 598 mil toneladas.

O cereal brasileiro vem ganhando espaço em mercados estratégicos, especialmente no Norte da África e no Oriente Médio. Egito, Vietnã e Irã lideram as compras do milho nacional, seguidos por Argélia, Malásia e Arábia Saudita.

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Portos do Arco Norte ampliam relevância logística

A logística segue sendo um dos pilares do crescimento das exportações brasileiras. Os portos de Santos, Paranaguá, Itaqui, Barcarena, Itacoatiara e Rio Grande concentram grande parte dos embarques de soja, farelo e milho.

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Além dos tradicionais corredores de exportação do Sul e Sudeste, os portos do Arco Norte vêm ampliando sua participação, contribuindo para a redução de custos logísticos e aumento da competitividade dos produtos brasileiros nos mercados internacionais.

Agronegócio mantém protagonismo na balança comercial

As projeções da ANEC reforçam a importância do complexo soja e milho para a economia brasileira. O avanço das exportações ocorre em um contexto de demanda global consistente por alimentos e proteínas, favorecendo o desempenho do setor.

Com produção elevada, infraestrutura em expansão e mercados consolidados, o Brasil segue fortalecendo sua posição como um dos maiores fornecedores mundiais de grãos, contribuindo decisivamente para o saldo positivo da balança comercial e para a geração de renda no campo.

A expectativa do mercado é que os embarques continuem acelerados ao longo do segundo semestre, especialmente com a intensificação das exportações de milho e a manutenção da forte demanda asiática pela soja brasileira.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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