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Mapa participa do Inova Rural e fortalece agenda de inovação agropecuária no Rio de Janeiro

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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) participou, no dia 5 de maio, do evento Inova Rural, realizado na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), em Seropédica (RJ). A iniciativa integrou o seminário de acompanhamento do programa Mai Dai, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), e promoveu debates sobre inovação, ciência e tecnologia voltadas ao setor agropecuário e áreas correlatas, com foco no empreendedorismo.

O encontro reuniu representantes de instituições públicas, pesquisadores, agentes do setor privado e organizações ligadas ao desenvolvimento tecnológico e à inovação no agro.

A participação do Mapa no evento reforça o compromisso da instituição com a promoção da inovação agropecuária e com a integração entre governo, universidades, centros de pesquisa e demais atores estratégicos para o desenvolvimento sustentável e tecnológico do setor no estado do Rio de Janeiro.

Representando o Ministério, o coordenador-geral de Articulação para Inovação, César Simas Teles, apresentou as principais ações desenvolvidas pelo programa Mapa Conecta em nível nacional e aprofundou as discussões sobre o fortalecimento do ecossistema de inovação agropecuária no estado.

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Durante a programação, foram debatidas estratégias de articulação entre instituições de ensino, pesquisa, extensão rural e setores produtivos, com o objetivo de ampliar a integração de iniciativas voltadas ao desenvolvimento tecnológico do agro.

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Também participaram do evento representantes da coordenação regional Centro-Sul do Mapa Conecta e consultores de inovação que atuam em parceria com o Ministério no fortalecimento dos ecossistemas de inovação agropecuária nos estados da região. A presença da equipe reforçou o alinhamento entre os diferentes atores envolvidos na construção de políticas e ações estratégicas para o setor.

O evento reuniu ainda representantes da Embrapa Agroindústria de Alimentos e do Polo de Inovação Tecnológica do Estado do Rio de Janeiro (Pitec). Parceiro estratégico do estado, o Pitec contribui para a elaboração de diagnósticos e ações voltadas ao fortalecimento da inovação no agro fluminense.

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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Mercado brasileiro de algodão ganha força com preços firmes, exportações recordes e ajustes na safra 2025/26

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O mercado brasileiro de algodão encerrou a semana com maior movimentação comercial e preços firmes, refletindo o aquecimento das negociações no mercado físico e o forte desempenho das exportações brasileiras da fibra.

Segundo análise da Safras Consultoria, houve avanço nos negócios tanto para entrega imediata quanto em contratos futuros, com tradings ampliando operações voltadas para embarques nos próximos meses.

A valorização da pluma ocorreu em meio ao aumento da demanda e ao cenário de maior sustentação nos preços internacionais, fortalecendo as referências praticadas no mercado doméstico.

Preço do algodão sobe no mercado interno

A indicação do algodão colocado na indústria paulista chegou a aproximadamente R$ 4,19 por libra-peso na quinta-feira (7), alta de 2,95% em relação à semana anterior, quando a cotação girava em torno de R$ 4,07 por libra-peso.

Em Rondonópolis, principal polo produtor de Mato Grosso, a pluma foi indicada na faixa de R$ 3,97 por libra-peso, equivalente a R$ 131,24 por arroba.

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O avanço representa ganho semanal de R$ 3,43 por arroba, reforçando o movimento de valorização observado nas principais regiões produtoras do país.

O cenário mais firme para os preços acompanha o aumento da liquidez no mercado e a continuidade da demanda externa aquecida pelo algodão brasileiro.

Exportações de algodão crescem quase 55% em abril

Os embarques brasileiros de algodão registraram forte crescimento em abril, consolidando o bom momento do setor no comércio exterior.

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De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil exportou 370,444 mil toneladas da fibra ao longo de 20 dias úteis do mês, com média diária de 18,522 mil toneladas.

A receita total das exportações alcançou US$ 560,563 milhões, com média diária de US$ 28,028 milhões.

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Na comparação com abril de 2025, o volume diário embarcado cresceu 54,9%, enquanto a receita diária avançou 43,7%.

O desempenho reforça a competitividade do algodão brasileiro no mercado internacional, impulsionada pela forte demanda global e pela consolidação do Brasil entre os principais exportadores mundiais da fibra.

Imea reduz projeção de área plantada em Mato Grosso

Apesar do bom ritmo comercial e das exportações aquecidas, os produtores de Mato Grosso devem reduzir a área cultivada com algodão na safra 2025/26.

O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) revisou para baixo a estimativa de plantio no estado, projetando agora 1,38 milhão de hectares destinados à cultura.

A nova previsão representa retração de 3,33% em relação à estimativa anterior e queda de 11,11% frente à área consolidada na temporada 2024/25.

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Segundo o instituto, o recuo está relacionado à perspectiva de rentabilidade mais apertada para o produtor, diante dos elevados custos de produção e das limitações no potencial de valorização dos preços do algodão.

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Com isso, parte dos produtores decidiu concentrar o cultivo apenas nas áreas consideradas mais produtivas, além de direcionar parte dos talhões para outras culturas de segunda safra.

Produtividade deve crescer na próxima safra

Mesmo com a redução da área plantada, o Imea elevou a projeção de produtividade das lavouras mato-grossenses.

A expectativa passou para 297,69 arrobas por hectare, avanço de 2,34% em relação ao relatório anterior.

Ainda assim, o rendimento esperado permanece 5,53% abaixo do registrado na safra 2024/25.

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O cenário indica que os produtores devem apostar em ganhos de eficiência e em manejo mais técnico para compensar a diminuição da área cultivada e preservar a rentabilidade da atividade.

Setor segue atento ao mercado internacional

O mercado do algodão continua monitorando fatores como comportamento da economia global, demanda da indústria têxtil, oscilações cambiais e movimentação das commodities agrícolas.

A combinação entre exportações aquecidas, menor oferta projetada em Mato Grosso e maior atividade comercial no mercado interno tende a manter o setor atento às oportunidades de comercialização ao longo dos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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