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Veja as melhores raças de cachorros para quem vive em chácaras

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A maioria das raças de cachorros é extremamente ativa e adora pular, brincar e correr

Por isso, se você vive em chácaras e sítios e quer adotar um amigo de quatro patas, isso não será um problema. Afinal, quando se trata de espaço, uma coisa é certa quanto maior, melhor. Desde Pastor Alemão até o vira-lata, as raças de cachorro médio e grande são inúmeras e você pode escolher a ideal para a sua rotina de acordo com a personalidade e as necessidades do pet.

Para te ajudar nesse momento, reunimos as raças que se adaptam melhor à vida em chácaras, sítios e fazendas. Confira!

1 – Pastor Alemão: a melhor companhia que você pode ter no campo

Veja as melhores raças de cachorros para quem vive em chácarasVeja as melhores raças de cachorros para quem vive em chácaras

Conhecido pelo seu instinto de proteção e territorialismo, o Pastor Alemão é uma das principais escolhas quando se trata de cachorros para ambientes rurais, como sítios e fazendas. Com bastante energia para gastar, o animal desta raça precisa de caminhadas e corridas diárias para garantir o seu bem-estar.

Ele é um companheiro incrível, se dá bem com crianças quando está acostumado com a presença delas e é bastante carinhoso com quem conhece. É importante que ele seja socializado desde cedo com animais de outras espécies.

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2 – Border Collie: um cão esperto, fiel e brincalhão

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Os cães da raça Border Collie são a mistura perfeita de companheirismo e energia. Ocupando o topo da lista de cachorros mais inteligentes do mundo, eles possuem uma habilidade e tanto com rebanhos: são excelentes para conduzir os outros animais sem estressá-los e sem causar nenhum tipo de confusão.

Ao mesmo tempo, o Border Collie também é movido a exercícios físicos: precisa de corridas, brincadeiras e atividades estimulantes com frequência, o que o torna ideal para quem vive em chácaras e sítios.

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3 – Dogue Alemão: com essa raça de cachorro, as travessuras vão de brinde

Veja as melhores raças de cachorros para quem vive em chácarasVeja as melhores raças de cachorros para quem vive em chácaras

Se você procura um cachorro dócil e brincalhão, o Dogue Alemão é a opção perfeita! Apesar do seu porte gigante, o cão dessa raça combina perfeitamente a sua forma física a uma personalidade amigável e calma. Por isso, mesmo que o seu tamanho possa assustar, essa característica não faz parte do seu instinto.

Podendo chegar até 81 centímetros, ele é o cão ideal para sítios e chácaras, já que precisa de espaço para crescer bem e feliz.

4 – Doberman: grande e atlético, a raça é perfeita para ambientes grandes

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Apesar da fama de cão de guarda, o cachorro Doberman pode ser um grande companheiro, especialmente em ambientes grandes. Inteligente e dominante, o cão dessa raça é extremamente leal à sua família, mas precisa ser treinado e socializado desde filhote.

A sua aparência atlética e muscular entrega: é um cão que precisa de muito espaço para gastar a energia e driblar o tédio. Sendo assim, é o amigo perfeito para quem vive em chácaras e fazendas.

5 – Rottweiler: protetor e corajoso, é muito leal ao dono

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Se você já teve contato com algum Rottweiler já deve ter ouvido falar sobre a fama de malvado que eles têm – mas a realidade não é bem assim. Na verdade, a feição de bravo dos cães dessa raça é característica de um animal protetor e corajoso. Por isso, é comum que eles sejam bastante procurados por tutores que vivem em chácaras e sítios.

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Devido seu tamanho, o cachorro da raça Rottweiler tende a comer muito e, certamente vai precisar de passeios diários para evitar o sobrepeso. Neste caso, atividades que exigem inteligência são as melhores apostas para desenvolver todo o potencial do pet.

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6 – Labrador: o amoroso cachorro para famílias que vivem em sítios e chácaras

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O que faz do Labrador um cachorro perfeito para chácaras e sítios é, certamente, seu jeitinho amável e brincalhão. Com um ótimo relacionamento com crianças e outros animais, ele é super apegado ao seu dono e faz de tudo para agradá-lo.

Assim como outros cães de grande porte, o Labrador tem bastante energia para gastar. Nesse caso, vale apostar em exercícios e atividades que envolvam água, já que o animal ama nadar.

7 – Vira-lata: o sinônimo de alegria para qualquer ambiente

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Não importa o ambiente em que você vive, um cão Vira-lata é sempre bem-vindo. Para quem mora em chácaras e sítios, não poderia ser diferente. Afinal, as zonas de rurais costumam ser a casa dos cães sem raça definida. Mesmo que na maioria das vezes seu porte não seja tão grande, o alto nível de energia faz com que o cachorro Vira-lata precise de espaços grandes para correr e brincar.

Além disso, ele pode ser um excelente cão de guarda, já que é um animal bastante protetor e inteligente. De bônus: você ainda ganha um companheiro para todas as horas.

Fonte: Patas da Casa

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Ministro André de Paula avança diálogo com a Itália sobre o setor cafeeiro

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O ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, recebeu, nesta quarta-feira (6), o presidente da empresa italiana de café Illycaffè, Andrea Illy, e o embaixador da Itália no Brasil, Alessandro Cortese. O encontro teve como objetivo discutir temas relacionados à cadeia produtiva do café, ao comércio bilateral e à cooperação técnica.

Durante a reunião, o ministro André de Paula ressaltou que o restabelecimento das boas relações com países parceiros, como a Itália, é prioridade do governo brasileiro. “A construção de parcerias equilibradas, tanto na abertura de mercados para produtos brasileiros quanto na recepção de produtos estrangeiros, deve considerar os interesses de ambas as partes. Então, me parece que aqui temos um relacionamento perfeito”, disse.

Em sua fala, o embaixador Alessandro Cortese destacou que a promoção das indústrias e empresas é prioridade do governo italiano. “Estamos em uma fase muito produtiva. Desde 1º de maio, entrou em vigor o acordo entre Mercosul e União Europeia. Trabalhando juntos, podemos avançar com maior facilidade em temas comerciais na área agrícola de interesse italiano e brasileiro”, afirmou.

Outro assunto levantado pelo embaixador foi o interesse do governo italiano em transferir a sede da Organização Internacional do Café (OIC) para Roma, considerando a proximidade com outras organizações internacionais sediadas na cidade, como a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) e o Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola (FIDA), o que pode favorecer a convergência de agendas em temas como sustentabilidade, desenvolvimento rural e apoio aos produtores.

O presidente da Illycaffè, Andrea Illy, destacou a relevância do Brasil como principal fornecedor de café arábica da empresa, ressaltando o papel do país na produção global. “O Brasil representa acima de 40% da produção mundial de café e, em particular, o estado de Minas Gerais. Nós somos reconhecidos como líderes mundiais da qualidade, não da quantidade. Focamos especificamente na melhor qualidade de exportação, e o Brasil é nosso maior fornecedor, sempre continuando a melhorar e a crescer. É um modelo comercial de compra direta”, disse.

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Ele acrescentou que a empresa adota, no Brasil, uma estratégia integrada baseada na promoção da agricultura regenerativa, na capacitação contínua de produtores e em incentivos à qualidade. “Mantemos programas contínuos de treinamento técnico para produtores no Brasil, que abrangem desde o manejo agrícola até a gestão da propriedade e o monitoramento de indicadores ambientais. A lógica é alinhar produtividade, qualidade e sustentabilidade, oferecendo, em contrapartida, remuneração diferenciada aos produtores que atingem padrões superiores”, afirmou.

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O secretário de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Luís Rua, destacou que o acordo entre Mercosul e União Europeia também pode ampliar oportunidades para empresas com atuação global e presença relevante no mercado brasileiro, especialmente nos segmentos de insumos, maquinários e cápsulas de café, que deverão passar por redução tarifária gradual até 2034.

No encontro, também foram discutidos os desafios enfrentados pelo setor cafeeiro em razão das mudanças climáticas. Na ocasião, o secretário Rua apresentou os programas desenvolvidos pelo Mapa, como o Plano ABC+, principal política pública voltada à promoção de uma agropecuária de baixa emissão de carbono, que incentiva a adoção de tecnologias sustentáveis para o aumento da produtividade com conservação ambiental. Também foi destacado o programa Caminho Verde Brasil, iniciativa focada na recuperação de até 40 milhões de hectares de áreas degradadas, com vistas à ampliação da produção agropecuária de forma sustentável, sem necessidade de expansão sobre novas áreas.

Outro ponto tratado foi a ampliação da cooperação internacional para transferência de conhecimento técnico brasileiro. Nesse contexto, a assessora especial do Mapa, Sibelle Andrade, destacou o papel da Embrapa. “Vinculada ao Ministério da Agricultura, a Embrapa possui uma unidade especializada em café, sediada em Brasília. Em parceria com a Embrapa e outros atores estratégicos, o Mapa pode fortalecer a cooperação com organismos internacionais, como a FAO e o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), para ampliar a disseminação do conhecimento brasileiro em agricultura regenerativa”, afirmou.

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Ela acrescentou que grande parte das ações relacionadas à agricultura de baixo carbono é desenvolvida no âmbito da Embrapa, com foco tanto na geração quanto na disseminação de boas práticas. Segundo a assessora, há oportunidade de estruturar parcerias que viabilizem recursos para pesquisa e ampliem a transferência de conhecimento brasileiro, especialmente para produtores de menor porte em outros países.

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Também participaram da reunião o ministro-conselheiro da Embaixada da Itália, Federico Ciattaglia, e o diretor da Illycaffè, Alessandro Bucci. 

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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