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Agentes públicos discutem novas estratégias contra o crime organizado

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Brasília, 19/5/2026 – Agentes públicos das regiões Norte e Centro-Oeste participaram, nesta terça-feira (19), da abertura do curso do Programa Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (PNLD). A capacitação é uma iniciativa do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), sob coordenação do Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (DRCI), órgão da Secretaria Nacional de Justiça (Senajus).

O evento, voltado às unidades da Rede Nacional de Laboratórios de Tecnologia contra Lavagem de Dinheiro (Rede-Lab), ocorre até o dia 22 na sede do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT).

O PNLD é uma das principais iniciativas do País no enfrentamento aos crimes financeiros e busca qualificar agentes públicos da área. Desde a criação, em 2004, o programa já capacitou mais de 40 mil profissionais. Esta edição reúne cerca de 100 servidores de diversos órgãos de Justiça.

“Quando se fala em combate à lavagem de dinheiro e ao crime organizado, pensamos em cooperação, coordenação, confiança e compartilhamento. Sabemos que é isso que sustenta uma política pública capaz de gerar resultados permanentes”, destacou a secretária da Senajus, Maria Rosa Loula.

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A solenidade de abertura contou com o procurador-geral de Justiça do MPDFT, Georges Seigneur, e o delegado-geral adjunto da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), Saulo Ribeiro Lopes.

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A programação inclui debates sobre o uso de inteligência artificial na análise de dados estratégicos e a cooperação internacional para recuperação de ativos enviados ao exterior. Os participantes também discutem fraudes investigadas em parceria com o setor privado, novas estratégias de lavagem de dinheiro — como em crimes ambientais, apostas e manipulação de resultados esportivos — e o combate operacional a facções criminosas e milícias.

Rede-Lab fortalece investigações

A Rede-Lab foi criada a partir da Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (Enccla). Ela integra laboratórios de análise de dados e inteligência financeira de órgãos federais e estaduais de todo o Brasil e auxilia em investigações de lavagem de dinheiro, fraudes e recuperação de ativos.

A rede atua para fortalecer o uso de tecnologia no tratamento de grandes volumes de dados, aprimorar investigações e compartilhar soluções. Atualmente, conta com 65 laboratórios distribuídos entre polícias civis, Ministérios Públicos estaduais, Receita Federal e Polícia Federal.

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Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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MJSP entrega mais de 400 equipamentos de rastreamento e fortalece investigações das polícias civis

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Brasília, 20/5/2026 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) e da Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (Diopi), amplia o uso de tecnologia nas investigações criminais com a entrega de rastreadores veiculares com tecnologia GSM. Ao todo, serão entregues mais de 400 equipamentos para as polícias civis.

Os rastreadores permitem localizar veículos em tempo real por meio de dados celulares. Os aparelhos entregues pelo MJSP contam com pacote de dados válido por 24 meses.

“O uso de tecnologia aplicada à atividade de inteligência representa um avanço estratégico no enfrentamento ao crime organizado. Com a entrega dos rastreadores, ampliamos a capacidade de monitoramento, produção de provas e atuação integrada entre as forças de segurança, o que torna as ações policiais mais ágeis, precisas e eficientes em todo o País”, destaca o diretor de Operações Integradas e de Inteligência (Diopi/Senasp), Anchieta Nery.

Avanço da distribuição

Na prática, a tecnologia reforça a atuação policial e amplia a capacidade de resposta no combate ao crime organizado. Amazonas (AM) e Rio Grande do Sul (RS) já receberam os rastreadores, marcando o início da fase prática da distribuição em nível nacional.

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O avanço já alcança 15 Unidades da Federação, que instituíram suas Comissões de Recebimento, etapa essencial para a operacionalização dos equipamentos: Pará (PA), Roraima (RR), Amapá (AP), Rondônia (RO), Paraíba (PB), Rio Grande do Norte (RN), Piauí (PI), Minas Gerais (MG), Distrito Federal (DF), Mato Grosso do Sul (MS), Goiás (GO), Paraná (PR) e Santa Catarina (SC).

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A iniciativa integra o Programa Nacional de Enfrentamento às Organizações Criminosas (Enfoc), que fortalece a atuação integrada das forças de segurança e moderniza o enfrentamento às organizações criminosas em todo o Brasil.

Os equipamentos serão utilizados por unidades especializadas das redes e pelas áreas de inteligência das polícias civis, ampliando a capacidade de monitoramento, produção de provas e acompanhamento de alvos estratégicos. A ação reforça o compromisso do MJSP com uma segurança pública mais integrada, moderna e preparada para enfrentar o crime organizado.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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