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Operação Mulher Segura amplia combate à violência de gênero com investimento de R$ 18 milhões

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Brasília, 1º/6/26 – Foi deflagrada, nesta segunda-feira (1º), a segunda edição da Operação Mulher Segura, ação nacional integrada de enfrentamento à violência contra a mulher e ao feminicídio. A iniciativa do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), integra o conjunto de ações do Centro Integrado Mulher Segura (Cims) e está alinhada ao Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio.

Pela primeira vez, a operação contará com investimento estimado em R$ 18 milhões e duração continuada de sete meses, consolidando um modelo de atuação permanente, articulada e integrada em âmbito nacional.

A iniciativa tem como foco intensificar a localização e a captura de agressores com mandados de prisão em aberto, além de promover ações educativas e campanhas de conscientização voltadas ao público masculino. As atividades serão conduzidas pelos órgãos de segurança pública e instituições parceiras, com foco na prevenção, na desnaturalização e no enfrentamento da violência de gênero.

Mobilização Nacional

O secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas, destacou a importância da ação no enfrentamento à violência contra a mulher.

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“Trata-se de um problema social de caráter nacional. Por isso, estamos mobilizando toda a estrutura da segurança pública para combater o feminicídio. O foco é prevenir, identificar, intervir e responsabilizar autores de violência, assegurando maior proteção às mulheres em todo o território brasileiro. Com a iniciativa acontecendo de forma permanente, esperamos resultados ainda maiores do que os alcançados na primeira edição”, afirmou.

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A Operação Mulher Segura contará com o apoio institucional e operacional da Polícia Rodoviária Federal (PRF), da Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos (RIBPG), da Secretaria Nacional de Acesso à Justiça (Saju), da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), do Ministério das Mulheres (MM), do Ministério do Turismo (MTur) e das Secretarias de Segurança Pública das 27 unidades da Federação. A atuação ocorrerá por meio dos Centros Integrados de Comando e Controle (CICC) ou estruturas equivalentes, além das polícias civil, militar, técnico-científica e penal, dos corpos de bombeiros militares, das guardas municipais e de outros órgãos do sistema de Justiça e proteção.

Primeira edição da Operação Mulher Segura

A primeira edição da operação, realizada entre 19 de fevereiro e 5 de março, registrou 4.936 prisões, sendo 3.199 em flagrante e 1.737 em cumprimento de mandados de prisão.

Em 15 dias, a operação mobilizou 38.564 agentes e 14.796 viaturas em 2.050 municípios. Foram realizadas 42.339 diligências, com acompanhamento de 18.002 medidas protetivas de urgência e atendimento a 24.337 vítimas. Na área preventiva, ocorreram 1.802 campanhas de conscientização, que alcançaram cerca de 2,2 milhões de pessoas.

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Para reforçar as ações nos estados, o MJSP destinou aproximadamente R$ 2,6 milhões para o pagamento de diárias a policiais, ampliando o efetivo empregado na operação.

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Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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BRASIL

Alexandre Silveira e ministra de Portugal avançam parceria em energia limpa e preparam agenda de cooperação no Brasil

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O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, reuniu-se nesta segunda-feira (1º), em Lisboa, com a ministra do Ambiente e Energia de Portugal, Maria da Graça Carvalho, para aprofundar a cooperação entre os dois países em áreas estratégicas para a transição energética, a sustentabilidade, a inovação tecnológica e a nova economia. Durante o encontro, os ministros alinharam uma agenda de trabalho que terá continuidade em julho, quando a ministra portuguesa visitará o Brasil para conhecer experiências, projetos e instalações de referência do setor energético nacional.

“O Brasil tem todas as condições para liderar a nova economia de baixo carbono, agregando valor às suas riquezas naturais por meio da indústria, da tecnologia e da inovação e podemos compartilhar nossas experiencias com nosso país irmão, Portugal”, disse Silveira.

Além dos laços históricos, a relação bilateral também se reflete na presença de empresas portuguesas estratégicas no mercado brasileiro. Durante o encontro, o ministro destacou a atuação da EDP, que teve recentemente renovadas suas concessões de distribuição de energia no Espírito Santo e em São Paulo, além da Galp, uma das principais produtoras de petróleo com atuação no Brasil e parceira da Petrobras.

Descarbonização e cooperação do Brasil

Um dos principais temas discutidos foi a cooperação na área de combustíveis de baixo carbono e biocombustíveis. Embora Portugal tenha avançado em políticas voltadas à descarbonização e à ampliação do uso de fontes renováveis, o país ainda não possui uma cadeia produtiva consolidada de biocombustíveis como a brasileira. Nesse contexto, o Brasil foi apresentado como parceiro estratégico para compartilhar conhecimento técnico, experiências regulatórias e soluções industriais desenvolvidas ao longo de décadas.

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Silveira ressaltou que países com dimensões e potencialidades como o Brasil precisam aproveitar seus recursos naturais para promover a industrialização, gerar empregos qualificados e fortalecer a ciência, a tecnologia e a inovação. Segundo ele, a transição energética representa uma oportunidade para agregar valor às riquezas nacionais e impulsionar uma economia de baixo carbono baseada em conhecimento, indústria e desenvolvimento tecnológico.

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O ministro também destacou a importância da troca de experiências entre os dois governos para acelerar esse processo. As equipes técnicas dos dois países discutiram formas de aprofundar a cooperação em biocombustíveis, hidrogênio de baixa emissão de carbono, armazenamento de energia, integração de renováveis e novas tecnologias voltadas à descarbonização.

Durante a reunião, foram debatidas iniciativas desenvolvidas por empresas brasileiras ligadas à nova economia e à produção de combustíveis renováveis, entre elas o BeVant, biocombustível 100% produzido no Brasil, criado para substituir ou ser misturado ao óleo diesel tradicional em motores a combustão.

O tema despertou interesse da delegação portuguesa como exemplo da capacidade brasileira de desenvolver soluções inovadoras para reduzir emissões e ampliar a segurança energética. Ao apresentar exemplos da capacidade brasileira, Silveira citou a Inpasa, considerada uma das maiores produtoras de biocombustíveis da América Latina.

“A Inpasa mostra exatamente o caminho que defendemos para o Brasil: a transformação de riqueza natural em valor agregado, industrialização, tecnologia e emprego. É esse modelo que queremos compartilhar com nossos parceiros”, afirmou.

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Missão no Brasil

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A ministra Maria da Graça Carvalho ressaltou o interesse de Portugal em aprofundar a cooperação bilateral e ampliar as iniciativas conjuntas entre os dois países e agendou uma visita missão técnica ao Brasil em julho.

“Também gostaria de agradecer muito ao senhor ministro a visita que nos fez e a boa colaboração, o apoio que nos tem durante estes tempos difíceis de conflitos internacionais e da esperança que temos de ainda aprofundar mais esta relação entre Portugal e o Brasil na área da energia e na área de minas”, pontuou a ministra.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone:
(61) 2032-5759 | E-mail: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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