Pesquisar
Close this search box.

BRASIL

Projeto Tangará avança e reforça integração elétrica entre Maranhão e Pará

Publicado em

A expansão da infraestrutura elétrica nas regiões Norte e Nordeste avançou com a conclusão de mais uma etapa do Projeto Tangará, em maio, conjunto de obras voltado ao aumento da confiabilidade e da capacidade de transmissão de energia nos estados do Maranhão e do Pará. As novas instalações reforçam o atendimento elétrico nas regiões de Açailândia, no Maranhão, e Dom Eliseu, no Pará, além de ampliarem a integração do Sistema Interligado Nacional (SIN).

Com um total de R$ 1,1 bilhão em investimentos, o Projeto Tangará reúne um conjunto de empreendimentos estruturantes para o fortalecimento da rede de transmissão de energia. No total, o projeto prevê a implantação de 354 km de linhas de transmissão e a ampliação de 2.300 MVA em capacidade de transformação.

Reforço ao sistema elétrico

Entre as estruturas entregues em abril e maio deste ano, está a Linha de Transmissão 230 kV Açailândia – Dom Eliseu II, composta pelos circuitos C1 e C2, com 72 km cada. Na Subestação Dom Eliseu II também foram concluídos os testes de dois transformadores trifásicos de 75 MVA cada, igualmente com pedido de liberação definitiva encaminhado à Aneel.

Leia Também:  MME e MPA avançam na regulamentação da aquicultura em reservatórios de hidrelétricas

Já na Subestação 500/230/69 kV Açailândia, quatro transformadores já foram liberados para operação. Dois equipamentos de 500/230 kV possuem potência de 450 MVA cada, enquanto outros dois, de 230/69 kV, têm potência de 75 MVA cada. Parte dos equipamentos recebeu o Termo de Liberação Provisório (TLP) em abril e já opera comercialmente.

Advertisement

O empreendimento também inclui novas instalações associadas à Subestação Santa Luzia III, no Maranhão, como trechos das linhas de transmissão em 500 kV Açailândia – Santa Luzia III e Santa Luzia III – Miranda II, além da implantação da Subestação 500/230/138 kV Santa Luzia III, que acrescentará mais 1.100 MVA de capacidade ao sistema. Outras obras seguem em andamento, entre elas a Linha de Transmissão 230 kV Encruzo Novo – Santa Luzia III, com 207 km de extensão, e a instalação de um compensador síncrono na Subestação Encruzo Novo. A previsão é de que essas estruturas sejam concluídas até o fim de maio de 2026.

.
.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone:
(61) 2032-5759 | E-mail: [email protected]


Leia Também:  Operação Mulher Segura registra 630 prisões nos primeiros 15 dias da segunda edição

Instagram Twitter Facebook YouTube Flickr LinkedIn

Fonte: Ministério de Minas e Energia

Advertisement

BRASIL

Atendimento aos povos indígenas: terceira edição do curso mobiliza profissionais da segurança dos estados da Amazônia Legal

Published

on

Brasília, 17/6/2026 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) lançou, nesta quarta-feira (17), a terceira edição do Curso de Atendimento aos Povos Indígenas, voltado aos profissionais do Sistema Único de Segurança Pública (Susp). Criada pela Diretoria de Ensino e Pesquisa (DEP), da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), a formação busca aprimorar o trabalho das forças de segurança no atendimento às populações indígenas, promovendo uma abordagem baseada no respeito aos direitos humanos, na sensibilidade cultural e na compreensão das especificidades dos diferentes povos, com atenção especial aos territórios da Amazônia Legal.

Desenvolvido em parceria com a Secretaria Nacional de Política sobre Drogas e Gestão de Ativos (Senad), Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o curso reúne conhecimentos técnicos e boas práticas para qualificar a atuação dos agentes públicos diante dos desafios enfrentados nos territórios indígenas, principalmente aqueles relacionados ao crime organizado e às violações de direitos.

Durante o lançamento, a diretora de Ensino e Pesquisa, Michele Ramos, ressaltou que a ação traduz o compromisso permanente do Governo Federal com a proteção dos povos indígenas, destacando a importância da articulação institucional para consolidar o trabalho.

“O curso traduz o compromisso do MJSP com a proteção dos povos indígenas e a segurança dos seus territórios. Compreendemos que o papel das forças de segurança é central para a garantia dos direitos dessas populações. Esta formação foi construída a muitas mãos, com o apoio da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), do CNJ, da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos (Senad) e da Força Nacional. É fruto da troca de boas práticas e do fortalecimento de caminhos para uma atuação cada vez mais qualificada”, afirmou.

Leia Também:  Campanha orienta viajantes sobre riscos do tráfico de pessoas em aeroportos internacionais

A secretária da Senad, Marta Machado, destacou que a capacitação é estratégica para fortalecer a presença do Estado em regiões onde o tráfico de drogas e outros crimes impactam diretamente as comunidades indígenas.

Advertisement

“A qualificação para um enfrentamento mais eficiente é fundamental. A terceira edição do curso demonstra que esta é uma ação permanente do Ministério. Precisamos de profissionais preparados, com sensibilidade cultural e compromisso com os direitos humanos. Os desafios enfrentados nessas regiões são cada vez mais complexos. O tráfico de drogas se articula com outras atividades ilegais que afetam profundamente os povos indígenas, e a resposta do Estado precisa ser qualificada, baseada em inteligência, fortalecimento comunitário e integração institucional”.

Marta Machado explicou ainda que cada território indígena possui uma dinâmica própria, e compreender essas particularidades é essencial para reduzir os impactos da criminalidade. “Temos aprendido que não é possível enfrentar desafios complexos com políticas isoladas”.

Representando a presidência da Funai, Léia Bezerra do Vale, enfatizou que a qualificação dos profissionais é uma demanda histórica das comunidades indígenas.

Leia Também:  Operação Mulher Segura registra 630 prisões nos primeiros 15 dias da segunda edição

“Desde 2006, quando realizávamos seminários sobre a Lei Maria da Penha, as mulheres indígenas já demonstravam a necessidade de agentes públicos preparados para compreender suas especificidades. O Brasil possui mais de 390 povos indígenas, com diferentes etnias, línguas e culturas. Muitas vezes, essas pessoas chegam a uma delegacia e não conseguem ser compreendidas. Ter profissionais capacitados e sensíveis para atender essa população é fundamental”, concluiu.

Na sequência, o diretor da Amazônia e Meio Ambiente da PF ministrou uma aula magna sobre as particularidades do atendimento aos povos indígenas.

Advertisement

A nova edição do Curso de Atendimento aos Povos Indígenas reforça a estratégia do Ministério da Justiça e Segurança Pública de investir na formação continuada dos profissionais do Susp, promovendo um trabalho cada vez mais integrado, qualificado e alinhado aos princípios da cidadania, da diversidade cultural e da proteção dos direitos fundamentais.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA