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Política

Flávia Moretti se inspira em Margaret Thatcher

A nova prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti, iniciou seu mandato inspirada nos princípios de Margaret Thatcher.

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Flávia Moretti prefeita de Várzea Grande
Flávia Moretti se inspira em Margaret Thatcher

A nova prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), assumiu o cargo nesta quarta-feira (01). Inspirada nos princípios da ex-primeira-ministra britânica Margaret Thatcher, Moretti destacou em seu discurso de posse que seu governo será guiado pela eficiência e pela redução da interferência estatal. Segundo a prefeita, um governo que interfere menos na vida dos cidadãos promove liberdade e incentiva a iniciativa individual.

Compromisso com a transparência e eficiência

Durante a cerimônia de diplomação, realizada em 17 de dezembro de 2024, Flávia Moretti e seu vice, Tião da Zaeli, reafirmaram a promessa de uma administração pública transparente e eficiente. Nesse contexto, a prefeita ressaltou que sua inspiração em Margaret Thatcher reflete sua visão de romper com a gestão anterior e focar no desenvolvimento econômico e social de Várzea Grande.

Desafios financeiros

Atualmente, a prefeita enfrenta desafios financeiros significativos, incluindo uma dívida de R$ 787 milhões em precatórios. Para lidar com essa situação, Moretti anunciou que pretende reduzir a folha de pagamento e revisar contratos. Assim como Thatcher priorizou a austeridade para reorganizar a economia britânica, Flávia Moretti busca otimizar recursos e melhorar os serviços públicos oferecidos à população.

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Priorização de água e saúde na gestão de Flávia Moretti

Entre as prioridades da prefeita Flávia Moretti estão a melhoria do Departamento de Água e Esgoto (DAE) e do setor de saúde. Por exemplo, ela planeja implementar uma concessão privada para o DAE, buscando resolver problemas históricos de abastecimento, um passo semelhante às privatizações promovidas por Margaret Thatcher. Além disso, Moretti pretende reduzir as longas filas na saúde, oferecendo um atendimento mais eficiente aos cidadãos de Várzea Grande.

Relação harmoniosa com a equipe

Embora rumores de desentendimentos tenham circulado, Moretti e Zaeli asseguraram que trabalham de forma harmoniosa. Inspirada no estilo de liderança decisivo de Margaret Thatcher, a prefeita enfatizou a importância do diálogo e da convergência de ideias para alcançar soluções eficazes e promover avanços na qualidade de vida no município.

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Quem foi Margaret Thatcher e como inspira Flávia Moretti?

Margaret Thatcher, conhecida como a “Dama de Ferro”, foi primeira-ministra do Reino Unido de 1979 a 1990. Seu governo ficou marcado por políticas neoliberais que reduziram o papel do Estado na economia. Como resultado, ocorreram privatizações e cortes nos gastos públicos. Thatcher acreditava que essas medidas estimulavam a eficiência e a iniciativa privada.

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Por outro lado, suas políticas também geraram controvérsias. Apesar de revitalizar a economia britânica, ela enfrentou críticas pelo aumento da desigualdade social e pela erosão dos direitos trabalhistas. Sua postura firme, no entanto, inspira lideranças que buscam decisões ousadas e estratégias focadas na eficiência administrativa, como as propostas por Flávia Moretti.

Flávia Moretti e o legado da Dama de Ferro em Várzea Grande

Com a promessa de uma gestão pautada pela transparência e eficiência, Flávia Moretti segue os princípios de Margaret Thatcher para transformar Várzea Grande. Nos próximos quatro anos, a população espera melhorias concretas nos serviços públicos e um ambiente favorável ao desenvolvimento econômico e social.

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URGENTE! Câmara cassa mandatos de Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem

Câmara dos Deputados cassa mandatos de Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem em decisão administrativa. Eduardo perdeu o cargo por excesso de faltas no exterior, enquanto Ramagem foi afastado após condenação pelo STF por tentativa de golpe.

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Cassação de Eduardo Bolsonaro e Ramagem
A Mesa Diretora da Câmara oficializou a saída de dois parlamentares do PL nesta quinta-feira. Foto: Agência Brasil

A Mesa Diretora da Câmara dos Deputados cassou, na noite de ontem (18), os mandatos de Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem. Eduardo perdeu o cargo por faltas excessivas, enquanto Ramagem foi afastado após condenação por tentativa de golpe. A decisão administrativa evitou votação em plenário e aprofundou o conflito institucional entre Legislativo e Judiciário.

O peso das ausências internacionais

Eduardo Bolsonaro acumulou faltas em mais de 80% das sessões ordinárias desde julho de 2025. Por conta disso, o presidente Hugo Motta declarou que “o deputado Eduardo Bolsonaro tem o número de faltas suficientes para a cassação de seu mandato”. O parlamentar está nos Estados Unidos desde março de 2025, alegando perseguição política. Entretanto, a Mesa Diretora entendeu que é impossível exercer o mandato estando permanentemente fora do território nacional.

A decisão baseou-se nos incisos III e IV do artigo 55 da Constituição Federal. Nesse contexto, a perda do cargo por faltas ocorre de forma automática e declarativa. Por esse motivo, não houve necessidade de submeter o caso ao plenário da Casa. Eduardo afirmou anteriormente que se encontra em solo estrangeiro para “se furtar à aplicação da lei penal”. Além disso, ele ainda responde a processo por coação no Supremo Tribunal Federal (STF).

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Condenação por golpe sela destino de Ramagem

Alexandre Ramagem teve seu mandato retirado após determinação expressa do ministro Alexandre de Moraes. De fato, o ex-diretor da Abin foi condenado a 16 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado e organização criminosa. A Primeira Turma do STF concluiu que Ramagem usou a estrutura da inteligência estatal para monitorar adversários políticos. Consequentemente, a condenação gerou a perda automática dos direitos políticos e do cargo parlamentar.

Ramagem fugiu clandestinamente para Miami em setembro de 2025 utilizando passaporte diplomático. Inclusive, ele tentou justificar sua ausência com atestados médicos de “ansiedade generalizada” emitidos na data da fuga. Todavia, os técnicos da Câmara avaliaram que o deputado burlou regras internas. Por essa razão, a Mesa Diretora oficializou a cassação de ofício, acatando a ordem judicial após o trânsito em julgado do processo.

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O braço de ferro entre Poderes

A mudança de estratégia de Hugo Motta revelou a tensão entre o Legislativo e o Judiciário. Inicialmente, o presidente pretendia levar o caso de Ramagem ao plenário. Contudo, o recuo ocorreu após o STF anular a votação que manteve o mandato de Carla Zambelli. Segundo Moraes, os parlamentares não podem deliberar sobre decisões judiciais definitivas. Assim, a Mesa Diretora optou por assinar o ato administrativo para evitar novos desgastes institucionais.

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A oposição criticou duramente a medida, classificando-a como uma “submissão do Parlamento à toga”. Por outro lado, governistas celebraram a decisão como uma vitória da legalidade. Nesse sentido, o caso reforça o entendimento de que mandatos eletivos não funcionam como escudos contra crimes graves. A assinatura de Antônio Carlos Rodrigues, deputado do próprio PL, chamou a atenção por sinalizar divisões internas no partido.

O que você precisa saber

  • Eduardo Bolsonaro: Mandato extinto por faltas (>80%) administrativas, sem inelegibilidade automática imediata.

  • Alexandre Ramagem: Cassado por condenação criminal (16 anos) ligada à trama golpista e monitoramento ilegal.

  • Decisão: Feita de ofício pela Mesa Diretora, ignorando rito de votação em plenário para evitar conflitos com o STF.

 

Os atos que determinaram a perda dos mandatos foram publicados nesta quinta-feira (18) em edição extra do Diário da Câmara dos Deputados.

 

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