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Descoberta arqueológica em Jerusalém confirma cerco descrito na Bíblia

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Recentes descobertas arqueológicas em Jerusalém trouxeram evidências que confirmam relatos bíblicos sobre um cerco à cidade, ocorrido durante o reinado de Ezequias, por volta de 700 a.C.

Liderada pelo arqueólogo Stephen Compton, a pesquisa encontrou vestígios de acampamentos militares assírios na “Colina da Munição”, uma área correspondente à narrativa bíblica do cerco assírio sob o comando do rei Senaqueribe.

O evento é descrito em livros como 2 Reis, Isaías e 2 Crônicas, onde se menciona a intervenção divina que teria salvado Jerusalém da invasão.

Entre as descobertas, foram identificadas estruturas de acampamentos com características militares que reforçam a autenticidade histórica do cerco, bem como a presença de artefatos datados do período em que a invasão teria ocorrido.

As análises confirmam que a cidade enfrentou um período de intenso conflito, seguido por reconstruções após a tentativa de tomada pelos assírios. O estudo revelou que as técnicas de fortificação utilizadas por Ezequias e seus contemporâneos foram essenciais para a defesa de Jerusalém, como também mencionado nas escrituras sagradas​.

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Essa descoberta não só reforça a conexão entre arqueologia e textos bíblicos, mas também oferece uma compreensão mais detalhada sobre os eventos históricos que marcaram a região. Além de confirmar a veracidade de episódios descritos na Bíblia, a pesquisa ajuda a entender como culturas antigas interpretavam os grandes acontecimentos de sua época.

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Pivetta vence no 1º turno; Mauro Mendes e Zé Medeiros ficam com as vagas ao Senado em MT

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Com 98,19% das seções apuradas, governador teve 60,78% dos votos válidos; PL tem 3 dos 8 deputados federais e Podemos lidera a Assembleia, com 6 das 24 cadeiras

Otaviano Pivetta (Republicanos) venceu a eleição para o governo de Mato Grosso já no primeiro turno. Com 98,19% das seções apuradas, ele tem 1.107.503 votos, ou 60,78% dos votos válidos, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os dados são de 20h21 deste domingo (4), horário de Brasília.

O segundo colocado, Wellington Fagundes (PL), tem 423.017 votos (23,22%). Natasha Slhessarenko, a Doutora Natasha (PSD), soma 275.555 (15,12%). A diferença entre Pivetta e Wellington é de 684.486 votos, e faltam 150 seções, número que não permite reverter o resultado. O TSE ainda não registrou a proclamação do eleito.

Também disputaram Rafaell Milas (Missão), com 10.135 votos (0,56%), Sargento Laudicério (Agir), com 3.178 (0,17%), e Maurício Coelho (Mobiliza), com 2.663 (0,15%).

Senado: Mauro Mendes e Zé Medeiros

Para as duas vagas ao Senado, os mais votados são Mauro Mendes (União), com 1.165.863 votos (33,23% dos votos válidos), e Zé Medeiros (PL), com 962.193 (27,42%). Cada eleitor pôde votar em dois candidatos.

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Na sequência aparecem Janaina Riva (MDB), com 508.252 votos (14,48%), Fávaro (PSD), com 400.994 (11,43%), Pedro Taques (PSB), com 219.831 (6,26%), e Galvan (Avante), com 166.932 (4,76%). A distância entre Zé Medeiros e o terceiro colocado é de 453.941 votos.

Câmara dos Deputados: PL elege três

Mato Grosso elege oito deputados federais. A conta partiu do quociente eleitoral de 233.204 votos, valor informado pelo TSE, e a distribuição das cadeiras coincide com a que o tribunal já exibe por partido e federação. O PL fica com três vagas, a Federação União Progressista (União e PP) com duas, e Republicanos, Podemos e a Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV) com uma cada.

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Os eleitos, por ordem de votos, são:

  • Coronel Fernanda (PL), 202.492
  • Professora Rosa Neide (PT), 137.076
  • Fábio Garcia (União), 135.579
  • Coronel Assis (PL), 126.781
  • Virginia Mendes (União), 101.040
  • Juarez Costa (Republicanos), 81.819
  • Thiago Boava Hey Roy (PL), 70.939
  • Coronel Roveri (Podemos), 46.082

Como a eleição é proporcional, o voto individual não basta. Nilson Leitão (PP), com 61.053 votos, Irajá Lacerda (PSD), com 53.471, e Emanuelzinho (PSD), com 49.940, tiveram mais votos que Coronel Roveri, mas ficaram de fora porque seus partidos e federações não alcançaram cadeira para eles.

Assembleia Legislativa: Podemos tem a maior bancada

Para as 24 vagas na Assembleia, o quociente eleitoral é de 78.733 votos. O Podemos elege seis deputados, o PL e o Republicanos quatro cada, o MDB três, e as federações Brasil da Esperança, União Progressista e PSDB-Cidadania duas cada. O PSD fica com uma vaga.

Os eleitos, por partido, são:

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  • Podemos (6): Max Russi (85.442), Ulysses Moraes (55.621), Beto Dois a Um (54.877), Alessandra Ferreira (50.563), Fabinho Tardin (35.582) e Adelcino Lopo (21.124)
  • PL (4): Gilberto Cattani (68.909), Samantha do Abílio (57.503), Faissal (40.357) e Alcino Barcelos (22.211)
  • Republicanos (4): Diego Guimarães (39.641), Dr. Eugênio (36.529), Valmir Moretto (34.644) e Nininho (32.786)
  • MDB (3): Dr. João (55.426), Leo Bortolin (50.143) e Thiago Silva (40.011)
  • Federação Brasil da Esperança (2): Lúdio Cabral, do PT (85.219), e Valdir Barranco, do PT (30.941)
  • Federação União Progressista (2): Dilmar Dal Bosco, do União (54.575), e Engenheiro Sebastião Machado Rezende, do União (31.358)
  • Federação PSDB-Cidadania (2): Carlos Avallone (30.129) e Chico Guarnieri (17.946), ambos do PSDB
  • PSD (1): Wilson Santos (19.720)
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Max Russi (Podemos) foi o deputado estadual mais votado, com 85.442 votos, seguido por Lúdio Cabral (PT), com 85.219, uma diferença de 223 votos.

O sistema proporcional deixou de fora candidatos com votação superior à de eleitos. Botelho (MDB), com 36.616 votos, e Paulo Araújo (Republicanos), com 29.804, não conseguiram vaga, enquanto Alcino Barcelos (PL) foi eleito com 22.211 e Chico Guarnieri (PSDB), com 17.946.

Com 98,74% das seções apuradas, às 20h44 (horário de Brasília), a 24ª vaga da Assembleia Legislativa continua com o PL, que teria Alcino Barcelos, com 22.310 votos. O partido tem média de 66.963 votos para essa cadeira, contra 66.217 do Podemos para uma sétima vaga, diferença que se manteve estável nas últimas leituras do TSE. Se o Podemos a assumisse, entraria Meraldo Sá, com 20.126 votos. O tribunal ainda não proclamou os eleitos.

Participação

O comparecimento foi de 77,84% dos 2.634.992 eleitores aptos, e a abstenção, de 22,16%. Na disputa pelo governo, 4,04% dos eleitores votaram em branco e 5,38% anularam o voto.

Os números podem mudar até a totalização final, e o resultado só é oficial com a proclamação e a diplomação pela Justiça Eleitoral. Até o fechamento desta matéria, o TSE não havia marcado nenhum candidato como eleito para os quatro cargos.

 

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