Pesquisar
Close this search box.

Eventos

Guilherme Bravo reúne mulheres em noite exclusiva com Juliana Góes, convidada nacional, em Cuiabá

Publicado em

Não será apenas um evento. A proposta é criar uma noite que fique na memória. Nesta quarta-feira (25), às 19h, no Saggezza Cucina Ristorante, o especialista em imagem, cor e visagista Guilherme Bravo recebe, em Cuiabá, a influenciadora e comunicadora Juliana Góes, convidada nacional, para um encontro pensado para mulheres que desejam, antes de tudo, se olhar com mais verdade.

Com o tema “Toda Mulher é uma Expressão de Arte”, a experiência nasce de um convite simples, mas potente: desacelerar, se reconectar e lembrar da própria força. Em um ambiente cuidadosamente preparado, cada detalhe foi pensado para acolher. Do jantar à produção, da recepção aos momentos de conversa, tudo carrega a intenção de fazer cada mulher se sentir vista.

A noite também será marcada por novidades. Guilherme Bravo prepara o lançamento do projeto que traduz a proposta do evento: o plano de wellness capilar, voltado ao cuidado contínuo e personalizado dos cabelos: o Guilherme Bravo Signature, um modelo de assinatura que promete oferecer experiências exclusivas de beleza, identidade e acompanhamento.

Leia Também:  Prender não resolve tudo: por que conversar com os agressores ainda é uma estratégia indispensável

Juliana Góes chega à capital mato-grossense como quem soma, não como quem ensina de cima. A ideia é dividir histórias, provocar reflexões e abrir espaço para que cada participante se reconheça na própria trajetória. É sobre se lembrar de quem a gente é, sem filtro, sem comparação, sem cobrança.

Para Guilherme Bravo, que construiu sua trajetória valorizando a imagem como expressão de identidade, o encontro vai além da estética. É sobre presença. Sobre a forma como cada mulher ocupa o mundo.

Advertisement

Quando uma mulher se enxerga com mais carinho, tudo muda ao redor dela. Esse evento é só o começo dessa virada de chave.

Mais do que um jantar ou uma programação especial, a noite propõe uma experiência de dentro para fora. Um respiro na rotina. Um reencontro.
E, talvez, o início de algo maior.

 

Serviço

📍 Saggezza Cucina Ristorante – Cuiabá (MT)
📅 Quarta-feira, 25 de março
🕖 19h

Advertisement

DESTAQUE

Eclipse com “lua de sangue” poderá ser visto em Mato Grosso

Published

on

O céu de agosto reserva dois eclipses, e apenas um deles interessa a quem vai olhar para cima em Mato Grosso. O eclipse solar total do dia 12 fica restrito ao hemisfério norte, sem qualquer visibilidade no Brasil. Já o eclipse lunar da virada de 27 para 28 de agosto será observável de todo o território nacional, a olho nu, sem equipamento e sem precisar sair da cidade.

Em Cuiabá e nas demais cidades do estado, a fase interessante começa às 22h33 do dia 27, quando a sombra da Terra passa a avançar visivelmente sobre o disco lunar. O ponto máximo ocorre às 0h12 do dia 28, já na madrugada de sexta-feira. Os horários seguem o fuso de Mato Grosso, uma hora atrás de Brasília, onde o mesmo instante marca 23h33 e 1h12. A fase parcial se estende por cerca de três horas e 18 minutos.

Tecnicamente, o fenômeno é um eclipse parcial. Na prática, chega perto do limite. Os cálculos da Nasa apontam magnitude umbral de 0,930, o que significa que 93% do diâmetro da Lua entrará na umbra, a parte central e mais escura da sombra terrestre. A porção encoberta não desaparece: ganha um tom avermelhado, resultado da luz solar que atravessa a atmosfera da Terra e é desviada para a superfície lunar.

“Este eclipse será apenas parcial, mas será quase total, já que 93% da Lua vai entrar na sombra escura da Terra”, afirmou a astrônoma Josina Nascimento, do Observatório Nacional, em entrevista divulgada pela instituição.

A posição da Lua no céu favorece o observador brasileiro. No momento de maior cobertura, o satélite estará alto, o que dispensa a busca por mirantes, morros ou horizontes abertos. Um quintal, uma varanda ou uma rua com pouca iluminação artificial bastam. A duração longa também dá margem a nuvens passageiras sem que a observação se perca.

Advertisement

Por que a Lua fica vermelha

Dentro da umbra, a Lua não fica no escuro absoluto. Ela continua recebendo luz do Sol, só que filtrada pela atmosfera da Terra. O ar espalha os tons azuis e deixa passar os avermelhados — o mesmo processo que tinge o céu no fim da tarde. Essa luz vermelha é desviada pela borda da atmosfera terrestre e vai parar na superfície lunar, o que dá ao disco eclipsado a cor de cobre.

Leia Também:  Prender não resolve tudo: por que conversar com os agressores ainda é uma estratégia indispensável

A intensidade do tom varia. Quanto mais poeira, fumaça e nuvem houver na atmosfera no momento do eclipse, mais escura fica a Lua. Em anos de grandes erupções vulcânicas, o disco chega a quase sumir da vista.

O eclipse lunar só acontece na Lua cheia, quando Sol, Terra e Lua se alinham nessa ordem. Como a órbita lunar é inclinada cerca de cinco graus em relação ao plano da órbita terrestre, o alinhamento perfeito não se repete todo mês — daí a raridade relativa do fenômeno.

A sombra projetada pela Terra tem duas camadas. A penumbra é uma sombra branda, que escurece a Lua de forma quase imperceptível. A umbra é a região central, onde a luz solar direta fica bloqueada. O eclipse penumbral costuma passar despercebido; o parcial e o total acontecem quando a Lua penetra a umbra.

Segundo o Observatório Nacional, este será o último eclipse lunar de grande magnitude visível de todo o país até o fim da década. Os previstos para 2027 são penumbrais. Em 2028, os dois parciais terão coberturas bem menores, inferiores a 3% e a 33%.

Advertisement

O eclipse do Sol, e por que ele não chega aqui

O fenômeno do dia 12 é de outra natureza. Nele, a Lua se interpõe entre a Terra e o Sol e projeta uma sombra estreita sobre a superfície do planeta. Só quem está dentro dessa faixa vê o Sol completamente encoberto.

Leia Também:  Eclipse com "lua de sangue" poderá ser visto em Mato Grosso

A trajetória começa no extremo norte da Sibéria, na Rússia, cruza o Oceano Ártico, passa pela Groenlândia e pela Islândia e atinge a Europa continental no fim da tarde. Na Espanha, a faixa de totalidade se estende da costa norte — com Oviedo, A Coruña e Bilbao — até as Ilhas Baleares, e uma pequena área de Portugal também é alcançada. No ponto de maior eclipse, em águas internacionais, a totalidade dura pouco mais de dois minutos.

Fora dessa faixa, o Sol aparece apenas parcialmente coberto. É o caso da França, de boa parte da Europa, do norte da África e de trechos da América do Norte. O Brasil fica fora de qualquer uma das duas condições.

O eclipse solar total resulta de uma coincidência geométrica. O Sol tem diâmetro cerca de 400 vezes maior que o da Lua, mas está aproximadamente 400 vezes mais distante. Os dois discos, vistos da Terra, acabam com tamanho aparente semelhante.

Proteção só é exigida no eclipse solar

A diferença de segurança entre os dois fenômenos é absoluta. O eclipse lunar não oferece risco algum: pode ser acompanhado a olho nu, com binóculo ou telescópio, do começo ao fim.

Advertisement

Já o eclipse solar exige filtro certificado pela norma ISO 12312-2 ou máscara de solda com vidro número 14. Óculos escuros comuns, chapas de raio X, filmes fotográficos, vidros escurecidos e telas de celular não protegem a retina. A exposição direta sem filtro adequado pode causar lesão permanente na visão.

Quem quiser acompanhar o eclipse solar de longe encontra transmissões ao vivo. A Agência Espacial Europeia exibe o fenômeno em seu canal no YouTube, e o Observatório Nacional também transmite os dois eventos gratuitamente pela mesma plataforma.

Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA