Pesquisar
Close this search box.

MATO GROSSO

Corpo de Bombeiros utiliza mais de 70 mil litros de água para extinguir incêndio em Várzea Grande

Publicado em

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combateu, na noite desta quarta-feira (17.6), um incêndio de grandes proporções que atingiu um barracão localizado no bairro Marajoara, em Várzea Grande. O imóvel é utilizado como depósito de materiais da Prefeitura Municipal.

As equipes do 1º e do 2º Batalhões de Bombeiros Militar foram acionadas pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) por volta das 20h12. Conforme as informações recebidas, as chamas eram intensas e havia risco de propagação para edificações vizinhas e veículos estacionados nas proximidades.

Ao todo, nove viaturas e 23 militares foram empenhados na operação de combate às chamas. No local, os bombeiros constataram que a grande quantidade de materiais inflamáveis armazenados no barracão contribuiu para a rápida propagação do fogo.

“Em cerca de nove minutos, as viaturas chegaram ao local e iniciaram o combate. Por se tratar de uma estrutura de aproximadamente 12 mil metros quadrados e devido ao tipo de material combustível armazenado, o trabalho foi bastante complexo. As equipes permaneceram durante toda a madrugada atuando no combate às chamas”, explicou o major Anderson Rodrigo da Silva, comandante do 2º Batalhão de Bombeiros Militar.

Leia Também:  Seduc esclarece que repassou livros antigos para associação recicladora de Água Boa

Os militares concentraram esforços para conter o incêndio e impedir que ele atingisse imóveis vizinhos. Além das viaturas, foi necessário o apoio de uma pá carregadeira e de seis caminhões-pipa para reforçar as ações de combate. Aproximadamente 70 mil litros de água foram usados na operação.

Advertisement

“A primeira estratégia adotada foi compartimentar o incêndio e restringir sua propagação para outras edificações, já que, quando as equipes chegaram, o fogo já havia tomado grandes proporções. Nossa principal preocupação era evitar que as chamas atingissem um posto de combustível próximo. Foram adotadas todas as medidas de segurança e, até o momento, mais de 70 mil litros de água foram utilizados nas ações de combate e rescaldo”, afirmou o major.

Apesar das proporções do incêndio, não houve registro de feridos. Nesta quinta-feira (18.6), as equipes permanecem no local realizando o trabalho de rescaldo para eliminar possíveis focos remanescentes e evitar a reignição das chamas. A medida é necessária, segundo o major, devido ao grande volume de material queimado, ainda com potencial para a manutenção de focos em combustão lenta por vários dias, o que aumenta o risco de novos focos de incêndio.

Leia Também:  Seciteci divulga projetos selecionados para a etapa Sudeste da XVIII Mostra de Ciência em Campo Verde

“Ainda existem pontos com calor elevado. Por isso, estamos realizando um trabalho preventivo para evitar que o incêndio volte a ganhar proporções naquele ambiente. Nosso foco agora é garantir a segurança e a preservação das áreas que não foram afetadas pelas chamas”, concluiu o major Anderson Rodrigo da Silva.

Não há informações acerca das causas do incêndio, que deverão ser apuradas por órgãos competentes.

Fonte: Governo MT – MT

Advertisement

MATO GROSSO

“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe”, afirmou pescador em Rondonópolis

Published

on

A rotina de quem vive da pesca começa cedo, exige paciência e, muitas vezes, enfrenta desafios que vão além das águas dos rios. Em Rondonópolis, pescadores profissionais artesanais que participaram do cadastramento presencial do Repesca compartilharam histórias de trabalho, dificuldades e esperança durante a ação promovida pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc-MT).

O atendimento ocorreu nos dias 17 e 18 de junho, no Ganha Tempo de Rondonópolis, com o objetivo de auxiliar pescadores na realização de novos cadastros e na atualização de informações para acesso ao programa. A iniciativa já passou pelos municípios de Poconé e Santo Antônio de Leverger e seguirá para Cáceres nos dias 22 e 23 de junho.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Morador de Rondonópolis, Laércio Dias conhece de perto a realidade de quem depende da pesca para sobreviver. Acostumado a pescar nas águas do Rio Vermelho, ele conta que o atendimento presencial facilitou o processo de cadastramento.

“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe. Sozinho é difícil, porque a gente nem sempre tem conhecimento para fazer tudo pela internet. Esse auxílio vai ajudar muito. Nós sofremos bastante com as dificuldades da pesca e com as mudanças que aconteceram nos últimos anos. Qualquer ajuda faz diferença dentro de casa”, afirmou.

A pescadora Lucinete Ferreira Batista também carrega uma história construída às margens dos rios da região. Moradora da comunidade Vila Nova, próxima a Juscimeira, ela conta que cresceu convivendo com a pesca e transformou a atividade em complemento essencial para a renda familiar.

Advertisement

Durante muitos anos, Lucinete enfrentou longas jornadas de canoa pelos rios da região. Chegava a permanecer três ou quatro dias pescando para conseguir vender o pescado e garantir recursos para despesas básicas da casa.

Leia Também:  Código dos Usuários dos Serviços Públicos completa 9 anos e fortalece a atuação da Ouvidoria


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

“Eu subia o rio de canoa e ficava dias pescando para conseguir um dinheirinho. Era assim que eu ajudava a comprar alimento, pagar energia e manter a casa. Minha renda era muito baixa e a pesca sempre ajudou a complementar”, relembrou.

Atualmente morando sozinha e vivendo com recursos limitados, ela acredita que o Repesca poderá trazer mais tranquilidade para o orçamento.

“Vai ajudar bastante. Hoje eu moro sozinha e tenho pouca renda. Tudo que vier para ajudar faz diferença. A pesca sempre foi minha vida e continua sendo minha forma de sobreviver”, disse.

A relação com os rios também faz parte da trajetória de Vanusa de Oliveira. Há mais de 15 anos na atividade, ela e o marido sustentaram a família por meio da pesca artesanal e criaram os filhos às margens dos rios da região.

Advertisement

Segundo Vanusa, a atividade se tornou mais difícil nos últimos anos, exigindo ainda mais esforço dos pescadores para garantir o sustento da família.


Foto: Layse Ávila | Setasc-MT

“No começo era mais fácil. A gente conseguia pescar mais e tirar o sustento da família. Hoje está mais difícil, mas continuamos lutando porque é da pesca que vivemos. Eu e meu marido dependemos disso para sobreviver”, relatou.

Leia Também:  Mato Grosso registra maior crescimento do país no abate de bovinos no 1º trimestre de 2026

Mãe de cinco filhos, ela conta que toda a família foi criada com os recursos obtidos na atividade pesqueira. Atualmente, faz trabalhos temporários quando surgem oportunidades, mas ainda depende da pesca como principal fonte de renda.

“Minhas contas estão atrasadas e os bicos nem sempre aparecem. Muitas vezes passo o dia inteiro no rio para conseguir um peixe e garantir comida dentro de casa. Esse auxílio chega em uma hora importante e vai ajudar muito a nossa família”, afirmou.

O Repesca é destinado aos pescadores profissionais artesanais que exercem a atividade de forma autônoma, individualmente ou em regime de economia familiar, sem vínculo empregatício, e que tenham a pesca como principal meio de subsistência. A iniciativa do Governo de Mato Grosso busca garantir proteção social e apoio financeiro aos trabalhadores impactados pelas mudanças na atividade pesqueira.

Advertisement


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Para os pescadores atendidos em Rondonópolis, o programa representa mais do que um auxílio financeiro. É o reconhecimento de uma atividade que há gerações garante o sustento de milhares de famílias mato-grossenses e mantém viva uma tradição construída às margens dos rios do Estado.

Fonte: Governo MT – MT

Advertisement
Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA