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Forças de segurança apreendem 306 kg de drogas na fronteira de MT e geram prejuízo de R$ 1,2 milhão às facções criminosas

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As forças de segurança de Mato Grosso apreenderam, nesta quarta-feira (1º.7), 325 quilos de drogas no município de Porto Esperidião, localizado na fronteira com a Bolívia. A ação, que também resultou na prisão de um homem, gerou um prejuízo estimado em R$ 1,2 milhão às facções criminosas.

Foram apreendidos 276,3 quilos de maconha, 10,4 quilos de pasta base de cocaína e 8,2 quilos de cloridrato de cocaína, além de uma caminhonete Mitsubishi L200 Triton Sport, que transportava o carregamento de drogas.

De acordo com informações do Grupo Especial de Fronteira (Gefron), a operação teve início durante um patrulhamento na fronteira, após a suspeita de que havia um veículo com carregamento de drogas circulando pela região de divisa em Porto Esperidião.

Informações obtidas junto às unidades especializadas das forças policiais do Amazonas, como a Companhia de Operações Especiais (COE) e a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO), além da 27ª Companhia Independente de Operações de Goiás (CIOPM-GO), contribuíram para a apreensão da droga e a prisão realizadas pelo Gefron e pelo 17º Batalhão da Polícia Militar de Mirassol D’Oeste, em Mato Grosso, com o apoio do Exército e da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), do Ministério da Justiça.

O homem preso tem uma série de passagens criminais, incluindo roubo, sequestro com cárcere privado, receptação e direção perigosa.

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A droga, o suspeito e os demais materiais apreendidos foram levados para a Superintendência Regional da Polícia Federal, na cidade de Cáceres, para o registro da ocorrência.

A população pode contribuir com as ações de prevenção e repressão ao tráfico na região de fronteira ligando para os números 0800 646 1402 e (65) 99668-7655, ambos do Gefron. Este último número também recebe denúncias por mensagens de WhatsApp.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

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Veja a Representação

Fonte: Política

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