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SES capacita servidores das Vigilâncias Sanitárias de Mato Grosso

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) promove, de terça a sexta-feira (7 a 10.7), a capacitação presencial “Análise de Projetos Básicos de Arquitetura e Relatório Técnico”, para servidores das Vigilâncias Sanitárias municipais e profissionais que fazem a análise de projetos de Estabelecimentos Assistenciais de Saúde e de interesse à saúde.

O evento será realizado no auditório da Superintendência de Vigilância em Saúde, no bairro do Coxipó, em Cuiabá.

Conforme o superintendente de Vigilância em Saúde da SES, Marcos Roberto Arcanjo Dias, a capacitação faz parte do processo de qualificação e descentralização das ações de Vigilância Sanitária no Estado.

“O objetivo do treinamento é o fortalecimento da capacidade técnica dos municípios para a análise de projetos arquitetônicos, licenciamento sanitário e avaliação de estruturas físicas sujeitas ao controle sanitário”, explicou.

A capacitação vai abordar normas referenciais, sistemas de informação e critérios técnicos aplicáveis a projetos de Unidade Básica de Saúde (UBS), Unidade de Pronto Atendimento (UPA), clínicas, laboratórios, farmácias, drogarias, hospitais, maternidades, indústrias de alimentos e demais serviços de interesse à saúde.

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“A iniciativa contribui para a padronização dos procedimentos, maior segurança sanitária e avanço da gestão compartilhada entre Estado e municípios, fortalecendo o Sistema Estadual de Vigilância Sanitária em Mato Grosso”, concluiu o superintendente.

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Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

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O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

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Veja a Representação

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Fonte: Política

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