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Sinfra reforça compromisso com fiscalização técnica e qualidade das obras públicas

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A Secretaria de Infraestrutura e Logística de Mato Grosso (Sinfra-MT) ressalta que atua com rigor na fiscalização das obras rodoviárias e na correta aplicação dos recursos públicos, e afirma que a qualidade das obras, a segurança dos usuários e a transparência na gestão dos investimentos públicos são compromissos da Pasta.

A Sinfra observa que a fiscalização técnica é dever legal da Secretaria e que, se detectadas falhas e inconsistências, as empresas contratadas para execução das obras serão notificadas para correções e adequações, atendendo as conformidades técnicas. Nesse processo, são diferenciadas situações decorrentes de falhas de projeto, manutenção e fatores externos daquelas relacionadas ao descumprimento de especificações técnicas durante a execução dos serviços, quando a responsabilidade cabe à empresa executora.

A Secretaria pontua, também, que eventuais inconsistências, omissões ou divergências identificáveis nos projetos das obras, divulgadas na fase de licitação, devem ser observados pelas empresas e formalmente questionadas no momento oportuno. Assim, qualquer alteração durante a execução da obra deve ser previamente autorizada pela fiscalização. A existência de fiscalização e de empresas supervisoras não exime as contratadas da responsabilidade pela qualidade dos serviços executados.

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Por fim, a Sinfra reconhece a importância do setor da construção pesada para o desenvolvimento de Mato Grosso e respeita a atuação das empresas que executam, com responsabilidade técnica, obras relevantes para a infraestrutura estadual, mas ressalta que continuará fiscalizando as obras com rigor técnico para garantir rodovias seguras, duráveis e compatíveis com o interesse da população.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

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O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

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Veja a Representação

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Fonte: Política

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